A expressão “tomara que o Patrício queime minha língua”, que sempre me ocorre quando critico o cara, praticamente se tornou realidade no sábado. De verdade. Mas como eu escrevo em vez de falar, foi a minha mão que ele queimou.
Levando em conta o golaço que ele fez, você já pode imaginar o tamanho da queimadura.
E como é que o Patrício, que nem me conhece, queimou a minha mão? É que o Enrico e a Cecília foram dormir lá em casa no sábado e, na hora em que eu estava arrumando uma parte da janta deles, derramei um montão de água fervendo na minha mão esquerda. Como eu tenho larga experiência em colocar água fervendo no Cup Noodles, o acidente só tem uma explicação.
Foi castigo de Deus por eu sempre falar mal do Patrício. Por fazer piada com os chutes de esquerda dele.
E foi um castigo dolorido e doloroso. Doeu muito. Depois as endorfinas trabalharam e foi gostoso por um tempo. E depois doeu mais ainda. Aliás, ainda dói.
O que tá me preocupando de verdade é que a minha mão está com umas manchas cor-de-rosa fluorescentes que não têm a menor cara de passageiras. Pelo jeito, vou carregá-las por um bom tempo.
Nunca mais falo mal de um lateral do nosso time, nem se o Wellington voltar.
Vai que Deus me castiga e queima a minha língua de verdade?
terça-feira, 6 de março de 2007
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