Pelos meus cálculos, ganhei esta camiseta de presente do meu pai, o seu Tito, por volta de 1978. A gente morava na Tito Marques Fernandes, em Ipanema, e o Grêmio já tinha acabado com a série de oito Gauchões do Inter. Antes disso eu tinha uma de algodão, da Série Superclubes da Hering - o azul não era celeste, era marinho.
11 era a camisa do Éder Aleixo, que na época era jovem, rebelde e tinha um canhão na perna esquera. Ah, nessa época, 11 era ponteiro-esquerdo.
Apesar da coceira e do calor que eu sentia, usava muito esta camiseta. Ele inclusive esticou um pouco comigo. Depois ela foi para o Theo, meu afilhado e companheirão de jogos hoje em dia. Depois ela foi pro Pedro, meu filho amado, que curte o Grêmio mas não gosta muito de futebol - ou não tem muita paciência.
Em nome do Theo, do Pedro e meu, só posso agradecer ao seu Tito por uma camisa tão bacana.
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