Acordei muito cedo hoje.
Quando voltei a dormir, sonhei que estava vendo um jogo do Grêmio. Lá pelas tantas, um cara que eu não conhecia fez um gol. Um pouco depois, o Grêmio tinha uma falta muito de longe a seu favor.
O mesmo cara que fez o primeiro gol correu pra bola e... tuf! Guardou lá na forquilha.
Numa fração de segundos, me teletransportei da social para o meio da área (seria eu o centroavante?). Vi o gol de falta mais ou menos da marca do pênalti, naquele empurra-empurra que antecede os cruzamentos. Levantei os braços quando a bola entrou e esperei o cara que fez o gol vir correndo em direção à linha de fundo para abraçá-lo.
Caraca! Era o Paulo Baier!
Corri pra comemorar o gol com ele. Mas a minha alegria era tripla: de uma hora pra outra, além do gol, tava comemorando que eu era jogador profissional e que o Grêmio finalmente tinha um baita lateral-direito.
Daí acordei de vez.
Pra trabalhar hoje à tarde, quem sabe não ver o jogo e, o pior, pra sobreviver o resto do mês com o pouco que sobrou do meu pequeno, bem pequeno, salário.
Por sorte, a família e o futebol amenizam este tipo de sofrimento.
domingo, 11 de março de 2007
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