Em 1996, na campanha do Brasileirão, aprendi com o meu cumprade Takeda que a gente já tem que sair pra trabalhar com a camisa do Grêmio em dia de jogo importante. Ou nem tão importante.
Ele nunca me disse isso, mas sempre ia trabalhar com a triocolor quando o Grêmio jogava.
Comecei a imitar e deu sorte. Até hoje funciona.
Hoje tô com a tricolor Puma de 2005, o relógio do Grêmio que ganhei do meu sogro e a minha pulserinha preta (a azul arrebentou faz tempo).
Um bom resultado hoje mantém essa boa tradição de 11 anos.
Saudade e um abraço pro meu cumpadre, que vive feliz em Buenos Aires hoje em dia.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
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