No campo das superstições e mandingas, já estou me garantindo para o jogo de quarta-feira: minha camisa tricolor Puma, modelo 2005, está lavada e devidamente guardada junto com suas irmãs mais jovens e mais velhas na parte alta do armário.
Essa camisa Puma é mortal. Perdeu pouquíssimas partidas quando foi ao estádio desde que a ganhei. Já ganhou dois Gauchões e um título da Série B e partidas importantes na Libertadores.
Essa camisa dá muito mais sorte do que qualquer uma da Kappa e tem um retrospecto quase tão bom quanto a tricolor que eu ganhei da Claudia Tajes na Segundona de 92 (eu pretendia levá-la comigo para o caixão depois do Brasileirão de 96, mas ela acabou brutalmente tirada de mim e destruída por um bando de maloqueirinhos da Camisa 12 depois da gente meter 2 x 1 neles no Chiqueirão).
Então, amigos, se depender da minha camiseta da sorte na decisão de quarta-feira, estaremos na semifinal.
sábado, 19 de maio de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário