sexta-feira, 4 de junho de 2010

Hugo, o nome do jogo

Chamem o Hugo! Sim, pois na falta de ataque, quem resolve é ele. Pelo menos ontem foi assim. Depois do Grêmio entrar em campo com 9,5 jogadores, afinal o William-Batoré-Cover-Human-Pinball-Hóspede-do-Barulho e Roberson só subtrairam e nada, praticamente nada, acrescentaram, Hugo resolveu a parada. Do Batoré wanna be não se esperava nada mesmo, já de Roberson, até que uma certa expectativa se criara. Nádegas. O que vimos é que somos tão dependentes do Borges e do Jonas quanto um crackeiro de suas pedrinhas diárias (Crack, nem pensar).

Então, que Fábio Rocambole decide voltar a jogar. E ele volta a jogar, não tudo que sabe, ainda, mas já melhora visivelmente, dia após dia, e alça duas bolas pro NEGRÃO entubar o Patético-MG. Ainda carece de todo o futebol que levou ele de um timinho pra Europa, e da Europa pro melhor time do mundo. Mas Rocka mostra que superou os problemas estomacais (vivia de estômago cheio) e agora retoma o futebol que o Grêmio sempre quis dele.

No mais, é isso. Saúdo o resultado, os três pontos e agora é pensar no Bambi F. C., que precisamos ganhar, pra não ficar tão longe do grande objetivo, a Libertadores de América.

2 comentários:

Lâmpada disse...

Tche, o que foi a corrida do Rockembach depois de ter subido ao ataque e o Maylson ter passado mal a bola... o homem voltou pro meio campo que parecia um louco correndo... não acho que está gordo não...

Adriano Snel disse...

Rocambole é o apelido que ficou, mesmo que ele esteja fininho, hahahaha! Até é bom manter pra ele não deixar de se cuidar. Jogou uma baita bola ontem.