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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Como tem que ser

Como tem que ser, classificamos para a fase de grupos da LA'11 e, como disse o Duda Tajes, agora, se o outro time do RS não correr da raia e ficar na primeira fase novamente (para seguir com as "coincidências" que eles viviam alardeando no ano passado), poderemos currá-los lá adiante.

Como tem que ser, a raça superou tudo e, mesmo em um jogo enjoado, ganhamos. Como tem que ser, foi com sofrimento e nervosismo. E tudo isso não é novidade e nem mesmo merecia mais comentários sobre a mesma coisa. Porém, uma coisa me chamou a atenção ontem:

Como tem que ser, quando um jogador perde um gol feito, mas põe feito nisso, recebeu o incentivo da torcida, mesmo que incrédula. Quando o nosso centroavante perdeu o gol, esperava que três olímpicos explodissem na sua cabeça com um peso monumental. Ao invés disso, recebeu aplausos, audíveis o suficiente para ele perceber. Vinte minutos depois, ele estava colocando o mundo em ordem, como tem que ser, com uma cabeçada de costas, e com muita gana. Ele pode não ser o melhor jogador do mundo, mas com essa força, vai ser sempre mais do que ele mesmo pode.

E isso não é só com ele. É com todo o jogador do Grêmio.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

www.amaiorrodadechimarrao.com.br

Entrei no site da A MAIOR RODA DE CHIMARRAO DO MUNDO e vi os videos. Me surpreendi com gente usando a camisa do Pelotas e do Brasil, mas fiquei de cara quando vi um cocolorido achando que representa o Rio Grande.

Proponho todo mundo mandar um video vestindo o manto sagrado pra mostrar (junto com aquele painel da Claro na Goethe) de uma vez por todas QUEM MANDA AQUI NESSA TERRA!

To postando meu video!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Provocação venezuelana ou mais um gay enrustido?



Ontem, no jogo em Caracas, uma faixa me chamou atenção. E pra ser sincero, quando eu comecei a frequentar o Olímpico essa torcida não existia mais. Mas hoje, eu sinto orgulho dela.

A Coligay é uma antiga torcida organizada do Tricolor nos anos 70 formada por homossexuais.

O livro do Peninha conta muito bem a história dessa torcida, organizada pelos frequentadores da boate Coliseu - então um dos 3 bares gays da cidade na época.

Eram 60 torcedores, com opções sexuais diferentes, mas uma mesma paixão: o Grêmio acima de tudo.

E vamos combinar, não é motivo nenhum de vergonha: TINHA QUE TER MUITA CORAGEM para sair do armário, e assumir isso publicamente, numa época em que os milicos prendiam, e batiam, por qualquer coisinha.

Sei lá, mas sempre que alguém lembra da Coligay de forma pejorativa, eu dou risada. Não tenho nada com isso, nem contra as escolhas de ninguém.

Tem até um estudo (Estudo comprova: homofóbicos podem ser gays enrustidos - clica aqui) que mostra uns dados importantes sobre os homens homofóbicos.

Talvez, um dia, estudem os homofóbicos macacos também.

Afinal, como tudo, até isso eles copiaram bem.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Encontro

Acabei de encontrar Andrés D'Alessandro no estacionamento da Tok Stok. Chamei-o e lhe disse que ele estava no time errado de Porto Alegre. Notei um leve sorriso em sua cara, creio que ele já se deu conta disso.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Que está acontecendo?!?

Qual foi o último título de expressão que conseguimos? Alguns dizem Copa do Brasil de 2001, outros o Brasileiro de 1996. Eu digo Libertadores de 1995. 2008-1995 são 13 anos. Há 13 anos não ganhamos um título de real expressão futebolística mundial. Tá, as Copas foram ótimas, o brasileiro também. Mas esse último faz "só" 12 anos que ganhamos.

Nesses últimos anos, amadores comandaram o clube, primeiro, Cacalo, ótima pessoa, mas que começou o processo de afundamento tricolor, depois vieram Guerreiro (sem comentários), o inominável e agora o politiqueiro Odone. Um clube, que antes monopolizava as conquistas esportivas nacionais e regionais, hoje se contenta com Roths, Amarais, Ivotis, Nunes e Hidalgos. Esse clube, agora, não luta pra manter um jogador identificado com as cores da agremiação e com a torcida e que QUER ficar. Esse clube faz pouco caso com o seu maior patrimônio, o torcedor. Esse clube virou palanque eleitoral, covil de gente com rabo preso e de más intenções.

Enquanto os devaneios, as má-gestões, idéias megalômanas, parcerias furadas, dinheiro desviado aconteciam aqui, no outro lado as coisas caminhavam pra profissionalização. O que se vê hoje? Se vê que o bonde está passando e se não corrermos não pegamos. Eles já pegaram, o São Paulo já pegou, Boca Juniors, Nacional... Não quer dizer simplesmente títulos, mas estar nas cabeças, aparecer, faturar. O que precisamos é de profissionalismo, não amadorismo. O que precisamos é de gestão de marca, gestão profissional do departamento de futebol. Não mais de politicagem. Chega. Eu quero o Grêmio grande. Não me importo de esperar mais um pouco, mas desde que se note que a coisa está sendo bem conduzida, mas no momento e ainda, não está.

Espero que alguém, GREMISTA de verdade, se sensebilize, entre em ação, e revolucione o grêmio. Precisamos disso.