Boa parte da torcida gremista já adotou a mania deste verão: falar mal do Ferdinando.
Não vi, até o momento, nenhum motivo para que ele seja detonado, tratado como perna-de-pau ou coisa parecida. Ferdinando não fez nada errado, não comprometeu em nenhum momento, e até vem sendo mais regular do que o Adilson, pra usar um exemplo de jogador incensado por boa parte da torcida. Talvez seu grande pecado seja ter vindo do Avaí. Convenhamos, preconceito puro.
Também não acho que ele seja titular indiscutível ou qualquer coisa assim, longe disso. Até acho que o Silas está usando o cara como "muleta", pra ter alguém em campo que já o conheça bem e tal, e com o tempo possivelmente a escalação do garoto Fernando em seu lugar vai se mostrar imperiosa. Mas ainda assim, fico me perguntando qual o sentido em criar um clima ruim para um jogador assim, de graça.
Por favor, pensem nisso.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 26 de março de 2009
Constatações IV
• Novamente, um caminhão de gols perdidos.
• Alex Mineiro mais uma vez deixando a desejar. Ok, bom passe pro gol do Jonas, mas e no resto do jogo!?
• Jonas dessa vez conseguiu perder só dois gols no mesmo lance. Tá melhorando.
• Paulo "heinhô, Batista" Brito não acertou nem uma só vez o nome do ótimo e frangueiro arqueiro aymará. Dulcich. Uma hora era Duguit, outras Dulrich, Dutiti. Gênio.
• Tio Roth demorou muito a mexer na equipe. Estavam todos mortos pelos 20, 25 minutos da etapa complementar.
• Maxi e Douglas adoram esquentar banco e ficar aquecendo. Desperdício de material humano.
• Chuva de garrafas. Fazia tempo que não via uma legítima torcida de libertadores.
Deixo o resto pros estimados e controversos leitores do blog.
• Alex Mineiro mais uma vez deixando a desejar. Ok, bom passe pro gol do Jonas, mas e no resto do jogo!?
• Jonas dessa vez conseguiu perder só dois gols no mesmo lance. Tá melhorando.
• Paulo "heinhô, Batista" Brito não acertou nem uma só vez o nome do ótimo e frangueiro arqueiro aymará. Dulcich. Uma hora era Duguit, outras Dulrich, Dutiti. Gênio.
• Tio Roth demorou muito a mexer na equipe. Estavam todos mortos pelos 20, 25 minutos da etapa complementar.
• Maxi e Douglas adoram esquentar banco e ficar aquecendo. Desperdício de material humano.
• Chuva de garrafas. Fazia tempo que não via uma legítima torcida de libertadores.
Deixo o resto pros estimados e controversos leitores do blog.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Constatações II
• Victor entrou em campo ontem?!
• Quem era aquele cidadão usando calças no gol?!
• Réver entrou em campo ou era um sósia que acharam por Santa Cruz.
• Herrera tomou estriquinina antes da partida? Parecia que tava louco por um cartão vermelho.
• Incrível a empatia que o torcedor tem com o Celso Roth, sempre muito saudado e festejado quando aparece.
• Quem era aquele cidadão usando calças no gol?!
• Réver entrou em campo ou era um sósia que acharam por Santa Cruz.
• Herrera tomou estriquinina antes da partida? Parecia que tava louco por um cartão vermelho.
• Incrível a empatia que o torcedor tem com o Celso Roth, sempre muito saudado e festejado quando aparece.
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Taça Fábio Koff
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Ontem...
Continuando a saga do Grêmio na Caravana da Miséria (apelido carinhoso que o Blackão deu ao certame dos pampas), ontem se deu o embate do tricolor contra o recém admitido na série A, Sapucaiense. O que se viu em campo foi um Grêmio apático e que claramente demonstrou estar aquém do que imaginávamos. Vágner foi o nome do jogo negativamente falando. Victor, uma grata surpresa quando exigido. Não é a tôa, foi o melhor do jogo. O resto eu já tava meio tchuco pra observar bem. E o tal Paulo Sérgio corre pra caralho, mas só isso neste jogo.
A entrada foi um tumulto. Estádio ruim, pra não dizer outra coisa. Só tinha uma entrada pra mais de 6 mil gremistas. A fila dava volta no estádio, praticamente. O jeito foi apelar para o "jeitinho brasileiro" e furar a fila, pois já passava das 9h30.
De resto, faz-se necessário o reforço do time com bons jogadores. Mal posso esperar o desfecho das novelas de contratações.
A entrada foi um tumulto. Estádio ruim, pra não dizer outra coisa. Só tinha uma entrada pra mais de 6 mil gremistas. A fila dava volta no estádio, praticamente. O jeito foi apelar para o "jeitinho brasileiro" e furar a fila, pois já passava das 9h30.
De resto, faz-se necessário o reforço do time com bons jogadores. Mal posso esperar o desfecho das novelas de contratações.
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domingo, 29 de julho de 2007
Sendo politicamente incorreto
Futebol não é pro povão assistir no estádio. Ingresso barato (1 Nescafé) permite que qualquer um assista uma partida das arquibancadas. E o que acontece?
1) Muitos malandros se infliltram na torcida e fazem a festa. Aposto que se fizerem um levantamento do número de ocorrências policiais em jogos vão descobrir que sobe muito quando existe essa promoção.
2) Grande parte não costuma ir ao estádio (por isso os geraldinos costumam chamá-los de "turistas") e não sabe como se portar, gerando mais confusões, brigas e empurra-empurra.
3) Por serem de procedência mais humilde, os turistas são mais manipuláveis pela mídia. Se um cara da rádio diz que o Mano vai fechar o time trocando o Gavillán pelo Edmílson, mesmo com 1 a mais em campo, eles chamam nosso técnico de burro e retranqueiro (ok, isso ocorre na Social também).
4) Também por não irem muito ao estádio, também não têm cultura futebolística. Não entendem certas opções táticas e posicionamentos e vaiam o time, só atrapalhando. Por exemplo, não entendem que o Mano tirou o Gavillán porque tava na cara que o juizinho meia-boca tava louco pra compensar a expulsão do baitolorado Claiton.
5) Esses turistas acabam afastando outros torcedores do estádio. Tenho uns 5 amigos que não vão ao Olímpico em dia que tem essa promoção da Nestlé porque quase foram assaltados ou foram agredidos gratuitamente. Por isso também que no "jogo do nescafé" eu assisto da Social. E assistir o jogo de lá me incomoda muito. Me irrita profundamente ter que aguentar um bando de corneteiros que não tem a mínima paciência com certos jogadores e que parecem esperar por um tropeço pra cornetear o Mago Menezes.
Ou seja, que acabem com essa promoção pra eu voltar pra minha muretinha da arquibancada. E tenho dito!
1) Muitos malandros se infliltram na torcida e fazem a festa. Aposto que se fizerem um levantamento do número de ocorrências policiais em jogos vão descobrir que sobe muito quando existe essa promoção.
2) Grande parte não costuma ir ao estádio (por isso os geraldinos costumam chamá-los de "turistas") e não sabe como se portar, gerando mais confusões, brigas e empurra-empurra.
3) Por serem de procedência mais humilde, os turistas são mais manipuláveis pela mídia. Se um cara da rádio diz que o Mano vai fechar o time trocando o Gavillán pelo Edmílson, mesmo com 1 a mais em campo, eles chamam nosso técnico de burro e retranqueiro (ok, isso ocorre na Social também).
4) Também por não irem muito ao estádio, também não têm cultura futebolística. Não entendem certas opções táticas e posicionamentos e vaiam o time, só atrapalhando. Por exemplo, não entendem que o Mano tirou o Gavillán porque tava na cara que o juizinho meia-boca tava louco pra compensar a expulsão do baitolorado Claiton.
5) Esses turistas acabam afastando outros torcedores do estádio. Tenho uns 5 amigos que não vão ao Olímpico em dia que tem essa promoção da Nestlé porque quase foram assaltados ou foram agredidos gratuitamente. Por isso também que no "jogo do nescafé" eu assisto da Social. E assistir o jogo de lá me incomoda muito. Me irrita profundamente ter que aguentar um bando de corneteiros que não tem a mínima paciência com certos jogadores e que parecem esperar por um tropeço pra cornetear o Mago Menezes.
Ou seja, que acabem com essa promoção pra eu voltar pra minha muretinha da arquibancada. E tenho dito!
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quinta-feira, 10 de maio de 2007
Chegamos cedo


Dá pra ver pelas fotos que o Theo e eu fomos cedo pro Olímpico: a inferior ainda estava vazia nas curvas e as cadeiras idem.
A Claudia nos deu uma bela carona e o Beto Dias deu uma boa dica pra gente escapar do engarrafamento. Bom sinal.
Mesmo chegando muito cedo, fomos conseguir um lugar protegido de uma provável chuva lá no final do banco da Social, no lado oposto da Geral.
Esse lugar que a gente ficou, apesar de não ser dos melhores, tinha uma turma muito maneira. Idosos, crianças, famílias, irmãos. E achei bacana também não ter que subir no banco pra ver o jogo. Minhas costas agradeceram.
De onde a gente tava, deu pra ver bem os gols. Em comum, o fato do Rogério Ceni nem se mexer.
Muito bom...
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