
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Acorda Juarez

quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Cabeça de Porco
Acho que meio que me desliguei por conta de tudo que vem acontecendo com o Grêmio nos últimos anos. Antes que me joguem pedras eu já aviso que sou/era sócio desde fevereiro de 83 (usei um "era" ali pq eu não pago mais mensalidades desde 2009, mas talvez eu volte pras cadeiras um dia).
A política entrou em campo e acabou o nosso melhor jogo. Essas facções que tomaram conta não me servem, e não servem a mais ninguém a não ser elas mesmas. Isso me tirou o interesse quase total do Imortal.
Mas estou aqui pra contar pra vocês uma história que escuto desde pequeno.
A minha família por parte de mãe é de São Sebastião do Caí, uma cidadezinha que fica entre Portão e Caxias. Meu avô, João Flores, foi um dos fundadores do Grêmio Esportivo Riachuelo, em 1946. Foi um dos primeiros times de futebol do Rio Grande do Sul. Se não me engano um dos 10 primeiros. Era um time de funcionários da Oderich, fábrica que meu avó trabalhava. A família não era muito abastada, não faltava nada, mas também não sobrava. A minha mãe sempre me conta que quando o time precisava de uniforme novo, ou dinheiro para algum jogo fora da cidade, meu avó sempre dava um jeito. A forma mais comum era uma rifa bem incomum. Como trabalhava na Oderich, e lá se abatiam vários porcos, ele pegava o que sobrava e fazia a especialidade da casa: Cabeça de Porco Recheada. E vendia todos os números da rifa. Se minha mãe conta a história é pq ela e seus irmãos deveriam ficar morrendo de vontade de comer a especialidade do Seu Joãozinho Bengala, como era conhecido meu avô nos meios futebolísticos.
Eu fico imaginando um cara que saía do trabalho, cuidava dos filhos (era viúvo) fazia a rifa, vendia números, preparava uma Cabeça de Porco recheada e sorteava para angariar fundos pro clube do coração. Imagina se o coração do Seu Joãzinho Bengala não ficava partido em dar a sua melhor iguaria para um terceiro e deixar os filhos só na vontade? Devia dividir o coração dele.
Eu acho que esse tipo de gente que falta no Grêmio. O que está acontecendo agora é que todo mundo quer tirar vantagem e não dar contribuição. Seja vantagem financeira, eleitoreira, seja pra satisfazer o seu ego escroto. Falta quem realmente ame o clube.
Esse papo de clube empresa pode funcionar pros outros, mas não pra mim. Eu não amo nenhuma empresa, vocês amam?
E, sinceramente, se for pra extinguir esses urubus que assolam a Azenha, eu tô torcendo pra jogar a segunda divisão. Não por um ano e já voltar. Por uns três anos, no mínimo. Quem sabe assim esses politiqueiros abandonem o que sobrou do Grêmio que eu aprendi a amar e deixem o clube voltar a ser uma paixão dos seus torcedores?
Prefiro torcer por um time digno e honrado na segunda divisão do que estar na primeira divisão com um bando de vampiros grudados no pescoço.
Mas isso é só o que eu penso.
Beto Schmidt é gremista desde sempre, tem uma foto com o Renato (quando tinha uns 10 anos - o Beto, não o Santo), foi sócio do Grêmio por 26 anos e é pai do Juliano. Atualmente, desiludido com o nosso tricolor, mora em São Paulo e curte mais o St. Pauli, um time bem digno da 2ª Divisão Alemã.
Siga o Betão: @betoschmidt
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
De tudo, um monte
Pontuando alguns ítens desse início de temporada podemos ver claramente a franca evolução da instituição Grêmio em relação ao nosso passado nem tão recente.
1 - A confiança da torcida no Santo
O Portaluppi tem tomado decisões que eu, não poucas vezes, questiono. Quando vi, na escalação para a estréia na fase de grupos da LA, o nome do Gilson na lateral esquerda eu questionei. Como já questionei (que o Snel me perdoe) a escalação do Paulão. Como questionei a contratação do CA19 e do Vinícius Pacheco. Mas somente vendo pelo primeiro exemplo: Renato, através do seu lateral esquerdo, me calou bonito em dois lances cruciais. Num contrataque do Oriente Patrolado que fez cada Tricolor no estádio prender a respiração, o Gilson cruzou o campo numa velocidade que lembrou Usain Bolt para, de carrinho, cortar o chute. E no outro lance, Gilson muito bem colocado, aproveitou a falha do goleirinho (falha essa que lembrou os tempos áureos dos goleirinhos daquele time da beira do lago ali) e guardou. Não estou pregando o nome do Gilson como melhor lateral esquerdo do mundo, só quero dizer que o Renato agiu certo mantendo ele no time enquanto muita gente (inclusive eu) desconfiava e já questionava.
2 - O lançamento do #novomanto.
Começando pelos anúncios: como diretor de arte meia boca que sou mas já com alguma cancha eu posso dizer: ducaralho. Pergunto a vocês: há quanto tempo não se via um anúncio tão afudê assim do Grêmio? Muito bom mesmo. Parabéns pra Topper e pra Talent.
A festa: não compareci, mas acompanhando pela Grêmio TV e lendo relatos de colegas blogueiros posso afirmar: SPFW invejou. Queriam ter feito igual.
O #novomanto: apesar de, no início, achar que o contorno azul no patrocinador não tinha ficado legal, olhando com um segundo olhar, vi que esse contorno tirou o foco do patrocínio. Posso dizer que achei a melhor camiseta do Grêmio com certeza desde a de 2005.
3 - Os resultados em campo
Não dá também pra gente se basear em Ruralito e em estréia na Libertadores contra Liverpool e Oriente. Mas dá pra ver que tem coisa aí meu amigo. O time ofensivo sem o Adílson no meio não me deixa muito confortável. Mas quem sou eu pra questionar mais uma vez o Santo que já me calou em tantas oportunidades? Sério, já tem time demais retrancado em Porto Alegre. Tenho certeza que o Renato vai saber como jogar na hora de retrancar o time.
4 - As coisas que deram certo dando errado
Ronaldinho.
5 - As contratações
Ano passado vieram Paulão, Clementino, Gabriel, Vilson... Só pra citar alguns que o Renato trouxe e que foram cruciais para a arrancada do Grêmio no segundo turno do Brasileiro. Em nenhum deles, salvo Gabriel, a torcida tinha muita confiança. Nenhum deles era "A" contratação. Nenhum deles lotou aeroporto. Mas quem disse que precisa lotar aeroporto pra ganhar jogo? Nós ganhamos. E ganhamos bastante. Agora vieram: CA19, Vinícius Pacheco, Escudero, Rodolfo. De novo, só pra citar alguns. Quem sou eu pra dizer que, um deles não é a cara do Grêmio como o Meira dizia? Quem sou eu pra queimar um deles e dizer que esse ou aquele não joga bem, quando o Santo confia que eles façam a diferença? Confio mais no Santo do que em mim nesse momento.
Enfim gente, acabei escrevendo demais. Só peço licença pra escrever mais uma coisa. Uma coisa que eu sempre digo e que, cada vez mais eu e todo o resto do mundo gremista quer:
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Cláusula de Barreira
E dentro dessa primeira reunião, circulava uma lista para os presentes assinarem, esta lista é o requerimento para baixar a cláusula de barreira dos atuais 30% para 20%. E isso é uma grande vitória pra torcida tricolor, um mecanismo mais brando pra facilitar as futuras renovações de conselho e do presidente do clube. Pode parecer pouco, mas adianto, se ela tivesse sido reduzida antes, todas as chapas presentes na última eleição teriam entrado.
domingo, 4 de outubro de 2009
Chance desperdiçada
A partida de hoje foi mais uma daquelas irritantes, daquelas que você tem vontade de ir embora antes do final do jogo. Mas como nunca deixei o Olímpico antes do apito final, não seria essa a primeira vez. Depois que você perde uma chance única de se aproximar do G4, resta juntar os pedaços e tentar uma análise do que pode ter ocorrido. Assim, seguem algumas impressões abertas a discussões.
1 – A nossa defesa está longe de ser uma defesa sólida. Temos o melhor goleiro do país, o Rever e o Rafa Marques. Faltou um desses três, qualquer um, desanda. Precisamos de alternativas confiáveis na defesa. O Léo perdeu o futebol dele há muito tempo e ainda não o encontrou. Se contratarmos um bom lateral direito, trouxermos o Mário Doril pra zaga e tivermos consciência de que o Léo não merece titularidade, aí a coisa muda, mas mesmo assim precisamos de reforços nesse setor.
2- Quanta falta faz o William Magrão e o Rafael Carioca. Todos os volantes que jogaram após esses dois estão há anos-luz de distância. Podem ser esforçados, podem não ser ruins, podem várias coisas, mas em hipótese alguma podem ser comparados a William Magrão e Rafael Carioca. Sinceramente, o Rochemback ainda não mostrou a que veio. Sei do futebol dele, mas ainda não o vi com a camisa tricolor.
3 – Meio de campo e ataque, acho que aí até poderia ser melhor, mas o fato é que temos o melhor ataque do campeonato, não marcamos em apenas 5 partidas. Ou seja, não estão aí os nossos problemas.
O que ainda é um grande mistério pra mim é o rendimento ridículo em partidas fora. Peço ajuda ao pessoal das estatísticas, mas acredito que nunca na história dos campeonatos brasileiros, uma equipe com o melhor ataque teve um desempenho fora tão ruim, talvez seja algo inédito no futebol mundial. Caso para estudo e tese de doutorado.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Essa Maldita Matemática
E se o Palmeiras perde? É mais provável do que vencer. E se vencermos o Goiás? Partida extremamente difícil, mas não impossível. O que isso resulta matematicamente? E emocionalmente?
São muitas variáveis, muitas possibilidades e um pouco de insanidade.
Não fosse a parcela de insanidade, não me atreveria a fazer essas projeções, mas pensem comigo.
São grandes as possibilidades do Palmeiras não marcar 3 pontos. Isso nos deixaria a 5 ou 6 pontos da liderança(como temos o melhor ataque e o melhor saldo, só precisamos encostar). Aí fazemos o crime em Goiás(eu sei é difícil, mas se não fosse possível nem precisaria ir). Soma-se isso a uma partida em casa fácil, o Sport. Enfileiraríamos 4 vitórias seguidas, considerando os resultados das partidas anteriores, 7 sem derrota.
Isso na tabela faz um estrago danado, e na moral da equipe e da torcida dá um gás pra encararmos os confrontos diretos que teremos em casa com Palmeiras e São Paulo e encarar de frente o Corinthians e o pessoal da margem do lago nos jogos fora.
É muita matemática, muito “se”, mas anotem aí: Domingo, às 18 horas saberemos com o que podemos sonhar nesse campeonato. Uma vitória nos colocará na briga pelo título. Um empate nos deixa fortes na briga por uma vaga no G4. Uma derrota? Não se preocupem, o G4 ainda será um sonho muito possível.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Roger vai embora
Meia Roger está deixando o Grêmio
Negociação foi feita pelo Corinthians, clube detentor do passe.
Roger está deixando o Grêmio. Uma entrevista coletiva deve ser concedida pelo atleta para dar mais detalhes ainda na tarde desta sexta. O meia vai deixar o Estádio Olímpico para se transferir para o futebol árabe.
A negociação foi feita pelo Corinthians, clube detentor dos direitos federativos do atleta.
http://www.clicrbs.com.br/clicesportes/jsp/default.jsp?tab=00003&newsID=a2024882.htm&subTab=00065&uf=1&local=1&l=&template=§ion=noticias
quarta-feira, 26 de março de 2008
5%
quinta-feira, 20 de março de 2008
17HS
Putaquepariu mesmo!