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terça-feira, 19 de abril de 2011

É que eles são muito fraquinhos...

Como o Renato (o nosso, que não é santo) escreveu (e muitíssimo bem), dizer que a imprensa é vermelha é um pouco de mania de perseguição, pensar como um daqueles com síndrome do "universo-umbigo". Os próprios beiralaguinos vivem dizendo que os mesmos jornaleros que chamamos de torcedores deles são, na verdade, gremistas. Porém, algo não deixa de ser indubitável: eles são muito fracos.

“A torcida fica impaciente com aquilo que sai na imprensa. Sabemos das coisas que precisamos melhorar. Mas a gente vem sendo bombardeado com coisas pesadas e para mim há um exagero. Principalmente críticas pontuais em relação a alguns jogadores.”

A frase da nossa muralha denota ao menos uma coisa: os jogadores, provavelmente influenciados pelo caso Carlos Alberto, estão no limite da paciência com os jornaleros. A senha foi dada. Tá na hora de também nos colocarmos fortemente contra eles. E exemplos de incompetência abundam (o termo aqui é proposital) nos jornais.

O último vem do Correio, que afirmou, com todas as letras, que jogaremos numa terça feira o primeiro jogo das oitavas da LA, por ser segundo do grupo 6. Oras, mas será que essas antas não sabem que a ordem dos jogos é pela classificação final da fase de grupos? Simulando na concorrente do mal todos os resultados ainda possíveis, podemos ficar como "Octavo-finalistas" 10, 11 ou 12 na tabela oficial da Conmebol, que ainda nem apresenta as datas finais (todos os jogos aparecem na quarta do dia 27/04 e 04/05). Da onde saiu essa "informação"? Do senhor Francisco Novelleto, que teria recebido uma ligação da Conmebol.

O que me traz a outro exemplo da fraqueza deles: a polêmica da partida contra o Cruzeiro. O Renato, respaldado pela direção, não quer que o time jogue na grama sintética quando vamos jogar a LA na outra semana. E eles estão fazendo polêmica colocando a direção do Cruzeiro contra a do Grêmio. Sabe-se que nem mesmo o nosso adversário queria jogar no Passo D'areia. Mas então, quem quer? O nosso incrível Francisco Novelleto - que, por sinal, é o dono do estádio onde seremos obrigados a jogar - que fez o acordo de não deixar o time mandar o jogo no Estrelão.

Mas vem cá, o Estrelão foi vetado porque tem pouca capacidade de público (5000 lugares segundo o site do time). Se o Veranópolis passasse, o Antônio Davi Farina, com os mesmos 5000 lugares, ia ser vetado para jogar contra a dupla? Ou se o Lajeadense fosse jogar contra o Grêmio, eles iam ter que ir até Erexim por causa dos 5000 lugares oferecidos no Florestal? Por que será que só onde existe uma possibilidade de promoção do estádio do Noveletto de graça, na televisão, QUATRO VEZES (porque o São José e o Porto Alegre também jogaram lá) existe o tal limite de capacidade? Coincidentemente, com essa mudança repentina de datas, o jogo do Grêmio não vai ser o jogo da TV no Domingo. Ou seja, se tu não tem Pay-per-view, vai forrar um pouco mais os bolsos do seu Chico pagando para ver o jogo no Quarto Distrito. Por que a imprensa não cria polêmica com essas manobras trambiqueiras do presidente da FGF (esse sim, colorado assumido)? Onde realmente tem material para polêmica, a imprensa foge. Querem é inventar uma. Preferencialmente, no nosso vestiário, já que no da beira do lago tem um treinador "deles".

Que os nossos torcedores retomem o cântico que embalou o Olímpico em 2005 e 2006: Imprensa, vermelha, vai tomar ...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Onde isso vai parar?

A Melhor campanha do campeonato em casa e a pior fora. Onde isso vai acabar? Pensem bem, não existe nenhuma lógica na situação atual do Grêmio. O mesmo time que goleia Cruzeiro, Corinthians e Flamengo apanha de Coritiba, Avaí e Barueri. Não precisa ser muito inteligente pra saber que o problema não é técnico ou tático. A questão é estritamente psicológica. O time, por algum motivo, não está encontrando motivação e tranqüilidade suficientes pra vencer fora de casa.

Diz o ditado que a diferença entre remédio e veneno é a dose. Será que o apoio incondicional da nossa torcida não contagiou tantos o nosso time que eles não conseguem mais jogar bem sem ele? Acho essa afirmação ridícula, mas dentro da atual situação é a mais plausível.

A condição do Grêmio é tão absurda, que não vai se sustentar. Não tem como um time se manter por mais tanto tempo nessa situação. A tendência natural é que a diferença entre os aproveitamentos fora e dentro de casa diminua. É física.

E já que isso vai acontecer, que seja a nosso favor. A direção precisa tomar atitudes urgentes, levar palestrantes para fazer preleções antes dos jogos fora de casa, colocar todo mundo no divã, sei lá, algo precisa ser feito urgentemente.

Volto a insistir: não tem como essa situação se sustentar por muito mais tempo, e já temos sinais de que a física pode agir contra os nossos interesses. Exemplo claro foi o público de Grêmio X Flamengo. Pouco mais de 20 mil pessoas num domingo de sol, às 16 horas. Isso era jogo pra 35 mil pessoas.

O recado está dado: o torcedor ta começando a cansar.

domingo, 16 de novembro de 2008

Roth é o preferido dos treinadores

Primeiro foi o Mário Sérgio, ex-jogador do Tricolor e atual treinador do Figayrense. Depois o Dorival Jr, também ex-jogador do Grêmio e atual técnico do Coritiba. Agora leio no Globoesporte.com que o comandante do Bostafogo, Ney Franco, declarou que torce pelo Celso Roth na disputa do título do Brasileirão '08.

Pelo jeito, só o Muricy e o Luxa não torcem pelo Sexy Hot. Mas será que o Darth Wanderley apanhou da Mancha Verde porque teria dito que também torce pelo Imortal?

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Pra todo o estádio cantar

Dando um giro pelo site de letras de músicas do terra descobri que lá tem todas as letras das músicas da Geral. Até algumas que eu não conheço. Dá uma visitada, confere e canta junto tchê.

http://letras.terra.com.br/geral-do-gremio/


Postado por Eduardo Dewes | Interino

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Homenagem

Não aconteceu ontem, mas a gente tinha que cantar essa música em todos os jogos.

Olha a Festa, Macaco