1- Borges: tinha que ser o primeiro dos erros. Fez uma jogada estúpida, que até eu vi do outro lado do estádio. Tá vivendo uma péssima fase. Pena, porque já mostrou que é um ótimo centroavante.
2- Renato: não julgo o Renato por escalar 3 volantes. Mas esperava mais dele na hora das substituições. Antes mesmo da expulsão do Borges, no primeiro gol chileno, era hora de tirar um volante e colocar um armador agudo (CAlberto e Escudero).
Dentre as opções que ele tinha, escolheu a pior. Ao meu ver, mesmo não achando que o WMagrão jogue tudo isso que a imprensa insiste (e mesmo ele estando mal no jogo), era hora de tirar o Adilson. Com um a menos e o Adilson em campo, ele acaba armando jogadas. E isso, convenhamos, ele não sabe fazer.
Eu colocaria o CAlberto, apesar de todas as críticas, no lugar do Adilson. Ele é fominha, acha que é estrela, e sonha em se consagrar num jogo difícil. Apesar de desequilibrado emocionalmente, ele é boleiro, tem experiência e não costuma se esconder do jogo. Ia fazer companhia pro Leandro. No segundo tempo sim, era hora de entrar o Lins. E aí sim eu tiraria o Leandro, que sofreu uma marcação ferrenha e botinadas agudas. Tantas que o guri encolheu.
3- Nestor Pitana: não apitou mal. Liberou pro jogo correr, como todo juiz argentino - e numa Libertadores. Mas não usou o mesmo critério na voadora sofrida pelo Lins na lateral do campo, na cara dele. O delinquente já tinha amarelo, e quem amarelou a situação foi o juiz. Ou seja, baita filho da puta.
4- Time: faltou ofensividade ao time inteiro. Faltou a vitória pessoal pra furar a retranca. Mas principalmente, faltou FEROCIDADE. Se o juiz tava deixando o jogo correr, tava na hora de alguém apresentar as ferramentas. A violência chilena não foi coibida na mesma moeda, e o time encolheu.
5- Direção: tá na cara que falta peças de reposição no grupo. Não se preparar nesse quesito para enfrentar uma Libertadores é um erro amador.
6- Brigada Militar: impedir a entrada 100% das alegorias da torcida num jogo decisivo como o de ontem contribui para a tranquilidade do time visitante. E deixa o espetáculo menos bonito. Ao mesmo tempo, o pessoal da GERAL não se organizar pra entregar uma folha de papel com meia dúzia de nomes pra polícia também é ridículo. Todo mundo sabe quem são os 10 ou 30 que mandam naquela bagaça.
7- Douglas: ao mesmo tempo que é brilhante, faz um golaço e define uma partida encardida, ele erra bolas infantis no meio de campo. Uma, em particular, originou o segundo gol chileno. Ele é craque sim, e é decisivo. Então a dúvida que fica é: será que ele tem que se ligar mais? Ou será que um volante tem que virar babá dele em campo?
8- Eu: pra essa Libertadores eu perdi a esperança. Mesmo passando dos chilenos, não vamos longe sem mudanças no vestiário. Não só de peças, mas principalmente de ânimo. Me irrita este sentimento. Tão irritante que eu nem sei mais se não é melhor perder o Grenada de domingo, só pra forçar mais dois clássicos e foder a vida deles na Copa. E olha que eu sou do time do "o que me interessa é o Grêmio, fodam-se os amargos". Pra ver o tamanho da decepção...
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Moonwalk Gremista
Culpados? TODOS.
Vamos execrá-los? NUNCA.
Cobrá-los? LÓGICO!
A direção pecou pela falta de qualidade na reposição basicamente do Jonas, mesmo que essa tenha sido de supetão. Dos titulares do ano passado, Paulão e Fábio Santos não eram consenso. Faltou também um reserva pro Lúcio. Só. Quando vieram, as peças de reposição foram consideradas superiores às originais.
Renato já foi cobrado aqui pela faceirice e bruxismos, mas eles persistem. Qual o problema em colocar Escudero desde o início fazendo a função do Lúcio? Manteria assim uma formação um pouco mais parecida do que vinha usando. E mesmo caindo na noite, Mário na zaga com Neuton na lateral renderia muito mais do que a formação usada hoje com o Gílson.
Óbvio que se não fosse a cagada do Humberlito o jogo seria diferente. Da mesma forma que saltou aos olhos a faceirice de um time que tinha 3 volantes. Não, não estou louco. Basta ver o 1º gol: o Rafa Marques teve que dar o bote (e errar) no atacante quase no meio de campo pois ele e o Neuton estavam no mano-a-mano com os chilenos. Como um time com TRÊS VOLANTES deixa a zaga tantas vezes desprotegida?
Se já é complicadíssimo jogar em casa com 3 volantes e 2 laterais que não apoiam bem, imagina quando esses volantes estão liberados pra subir desordenadamente e são mais quebradores do que contruidores de jogadas. William Magrão e Adílson são deficientes no passe e nunca poderiam dividir a tarefa de criação com o Douglas (que bucha, diga-se de passagem).
Aí ficou fácil pro Católica: colaram no Douglas e empurraram o Leandro o mais longe possível da área. Assim, ganharam o meio-campo, justamente onde fica o ponto forte do time deles.
Só vou falar de um jogador porque não quero cometer alguma injustiça com ninguém: Rafael Marques. Ou vira centroavante ou digam pra ele a correr JUNTO AO ATACANTE na nossa área. Zagueiro, quando a bola é cruzada, não precisa estar bem posicionado, só precisa estar melhor colocado que o atacante.
Enfim, tem muita coisa a ser corrigida. Tenho a impressão que o Grêmio 2011 está fazendo o Moonwalk, famoso passo do MJ: parece ir pra frente, quando na verdade está voltando pra trás.
Vamos execrá-los? NUNCA.
Cobrá-los? LÓGICO!
A direção pecou pela falta de qualidade na reposição basicamente do Jonas, mesmo que essa tenha sido de supetão. Dos titulares do ano passado, Paulão e Fábio Santos não eram consenso. Faltou também um reserva pro Lúcio. Só. Quando vieram, as peças de reposição foram consideradas superiores às originais.
Renato já foi cobrado aqui pela faceirice e bruxismos, mas eles persistem. Qual o problema em colocar Escudero desde o início fazendo a função do Lúcio? Manteria assim uma formação um pouco mais parecida do que vinha usando. E mesmo caindo na noite, Mário na zaga com Neuton na lateral renderia muito mais do que a formação usada hoje com o Gílson.
Óbvio que se não fosse a cagada do Humberlito o jogo seria diferente. Da mesma forma que saltou aos olhos a faceirice de um time que tinha 3 volantes. Não, não estou louco. Basta ver o 1º gol: o Rafa Marques teve que dar o bote (e errar) no atacante quase no meio de campo pois ele e o Neuton estavam no mano-a-mano com os chilenos. Como um time com TRÊS VOLANTES deixa a zaga tantas vezes desprotegida?
Se já é complicadíssimo jogar em casa com 3 volantes e 2 laterais que não apoiam bem, imagina quando esses volantes estão liberados pra subir desordenadamente e são mais quebradores do que contruidores de jogadas. William Magrão e Adílson são deficientes no passe e nunca poderiam dividir a tarefa de criação com o Douglas (que bucha, diga-se de passagem).
Aí ficou fácil pro Católica: colaram no Douglas e empurraram o Leandro o mais longe possível da área. Assim, ganharam o meio-campo, justamente onde fica o ponto forte do time deles.
Só vou falar de um jogador porque não quero cometer alguma injustiça com ninguém: Rafael Marques. Ou vira centroavante ou digam pra ele a correr JUNTO AO ATACANTE na nossa área. Zagueiro, quando a bola é cruzada, não precisa estar bem posicionado, só precisa estar melhor colocado que o atacante.
Enfim, tem muita coisa a ser corrigida. Tenho a impressão que o Grêmio 2011 está fazendo o Moonwalk, famoso passo do MJ: parece ir pra frente, quando na verdade está voltando pra trás.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Constatações III
• Boyacá 2009 é recomeço, é o nosso São Paulo de 2008. Amém.
• Victor brilhante.
• Celso Roth, lúcido. O que não faz um cu na estaca, não é mesmo?
• Novamente, imperícia do ataque. O Jonas quase me mata do coração e o Herrera perdeu outro tento bizonhamente.
• Defesa brilhante também.
• Adílson não sentiu a altitude, assim como Réver. E ambos foram magníficos na contenção e repasse da bola ao meio/ataque.
• Tcheco também foi excelente na cobertura à zaga.
• Souza reapareceu.
• Makelele é puro realce e vigor.
• Que estádio podre. Como a CONMEBOL permite que se jogue futebol naquela várzea?
Mas não nos deixemos levar pela empolgação, ainda tem muito a melhorar pra esse equipe dar a volta olímpica. E o Boyacá não é parâmetro de comparação. Que venha o Aurora, o sparring do grupo.
• Victor brilhante.
• Celso Roth, lúcido. O que não faz um cu na estaca, não é mesmo?
• Novamente, imperícia do ataque. O Jonas quase me mata do coração e o Herrera perdeu outro tento bizonhamente.
• Defesa brilhante também.
• Adílson não sentiu a altitude, assim como Réver. E ambos foram magníficos na contenção e repasse da bola ao meio/ataque.
• Tcheco também foi excelente na cobertura à zaga.
• Souza reapareceu.
• Makelele é puro realce e vigor.
• Que estádio podre. Como a CONMEBOL permite que se jogue futebol naquela várzea?
Mas não nos deixemos levar pela empolgação, ainda tem muito a melhorar pra esse equipe dar a volta olímpica. E o Boyacá não é parâmetro de comparação. Que venha o Aurora, o sparring do grupo.
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terça-feira, 11 de novembro de 2008
Herrar é umano
Globoesporte.com na íntegra
Num Brasileirão sem erros de arbitragem, Grêmio assumiria a liderança da tabela
Fluminense, com oito pontos a mais, estaria livre da degola. Já o Santos, com três a menos, ficaria seriamente ameaçado pelo rebaixamento
Como ficaria o Campeonato Brasileiro sem erros de arbitragem? Para responder essa pergunta - ou pelo menos tentar - o Globoesporte.com foi ao garimpo. Pesquisou todos os jogos do Brasileirão 2008 em busca de erros decisivos. E achou um quadro diferente - uma tabela com outro líder e com um cenário distinto na briga contra o rebaixamento.
Neste cenário paralelo, o São Paulo cai para a terceira colocação, e o Grêmio assume a liderança. O Fluminense fica livre do risco de rebaixamento, e o Santos entra na zona da degola. Essas seriam algumas das mudanças na tabela de classificação deste utópico Campeonato Brasileiro sem erro apitador.
Foi uma tarefa árdua. A reportagem do GLOBOESPORTE.COM analisou todas as partidas do Brasileirão em busca de erros decisivos - aqueles que fizeram diferença no placar. De 340 confrontos, 29 mudaram de resultado e alteraram a tabela de classificação. Esse número representa 9% do total.
Para isso, foi necessária alguma licença especulativa. Pênalti não marcado foi transformado automaticamente em gol. Erros que poderiam gerar uma variação subjetiva demais foram descartados. Exemplo do primeiro caso: se um time venceu por 1 a 0 com pênalti inexistente - passou a empatar por 0 a 0. Exemplo do segundo caso: se um time perdia por 1 a 0 quando teve um gol mal anulado (ou deixou de ter um pênalti marcado)... e o resultado final foi 2 a 0 (caso específico de Grêmio 2 x 0 Santos no Olímpico) - esse resultado não foi alterado. Veja os critérios em quadro abaixo.
Na rodada passada, por exemplo, dois times deixaram de somar pontos por erros de árbitros: Náutico e Botafogo, que tiveram pênaltis não marcados contra Coritiba e Flamengo, respectivamente. Na "nova tabela" feita pelo GLOBOESPORTE.COM, eles ganharam um ponto no domingo.
Num Brasileirão sem erros de arbitragem, Grêmio assumiria a liderança da tabela
Fluminense, com oito pontos a mais, estaria livre da degola. Já o Santos, com três a menos, ficaria seriamente ameaçado pelo rebaixamento
Como ficaria o Campeonato Brasileiro sem erros de arbitragem? Para responder essa pergunta - ou pelo menos tentar - o Globoesporte.com foi ao garimpo. Pesquisou todos os jogos do Brasileirão 2008 em busca de erros decisivos. E achou um quadro diferente - uma tabela com outro líder e com um cenário distinto na briga contra o rebaixamento.
Neste cenário paralelo, o São Paulo cai para a terceira colocação, e o Grêmio assume a liderança. O Fluminense fica livre do risco de rebaixamento, e o Santos entra na zona da degola. Essas seriam algumas das mudanças na tabela de classificação deste utópico Campeonato Brasileiro sem erro apitador.
Foi uma tarefa árdua. A reportagem do GLOBOESPORTE.COM analisou todas as partidas do Brasileirão em busca de erros decisivos - aqueles que fizeram diferença no placar. De 340 confrontos, 29 mudaram de resultado e alteraram a tabela de classificação. Esse número representa 9% do total.
Para isso, foi necessária alguma licença especulativa. Pênalti não marcado foi transformado automaticamente em gol. Erros que poderiam gerar uma variação subjetiva demais foram descartados. Exemplo do primeiro caso: se um time venceu por 1 a 0 com pênalti inexistente - passou a empatar por 0 a 0. Exemplo do segundo caso: se um time perdia por 1 a 0 quando teve um gol mal anulado (ou deixou de ter um pênalti marcado)... e o resultado final foi 2 a 0 (caso específico de Grêmio 2 x 0 Santos no Olímpico) - esse resultado não foi alterado. Veja os critérios em quadro abaixo.
Na rodada passada, por exemplo, dois times deixaram de somar pontos por erros de árbitros: Náutico e Botafogo, que tiveram pênaltis não marcados contra Coritiba e Flamengo, respectivamente. Na "nova tabela" feita pelo GLOBOESPORTE.COM, eles ganharam um ponto no domingo.
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quinta-feira, 27 de março de 2008
Peter
Lembram daquele Post intitulado: "Corrigindo os erros de um passado não tão distante"?
Pois confiram a matéria...
Ctrl+C Ctrl+V do globoesporte.com
Grêmio negocia Peter com o Galo
Jogador está em Belo Horizonte para fechar contrato de empréstimo com o Atlético-MG
O Atlético-MG está em vias de anunciar mais um reforço na semana de seu centenário. Trata-se do meia Peter, ex-Figueirense, atualmente no Grêmio. O jogador está em Belo Horizonte para fechar contrato de empréstimo até o final do ano com o Galo.
Peter foi contratado pelo Grêmio em dezembro do ano passado e já iniciou a pré-temporada com o grupo em janeiro, em Bento Gonçalves. Ele foi o destaque dos treinamentos na Serra e iniciou o ano como titular do técnico Vágner Mancini. O problema é que, nos jogos, o articulador não confirmou o rendimento dos treinos. Com as contratações de Julio dos Santos e Roger, perdeu espaço. A chegada de Celso Roth fez o atleta sumir de vez. O meia também foi prejudicado por um problema de púbis.
Pois confiram a matéria...
Ctrl+C Ctrl+V do globoesporte.com
Grêmio negocia Peter com o Galo
Jogador está em Belo Horizonte para fechar contrato de empréstimo com o Atlético-MG
O Atlético-MG está em vias de anunciar mais um reforço na semana de seu centenário. Trata-se do meia Peter, ex-Figueirense, atualmente no Grêmio. O jogador está em Belo Horizonte para fechar contrato de empréstimo até o final do ano com o Galo.
Peter foi contratado pelo Grêmio em dezembro do ano passado e já iniciou a pré-temporada com o grupo em janeiro, em Bento Gonçalves. Ele foi o destaque dos treinamentos na Serra e iniciou o ano como titular do técnico Vágner Mancini. O problema é que, nos jogos, o articulador não confirmou o rendimento dos treinos. Com as contratações de Julio dos Santos e Roger, perdeu espaço. A chegada de Celso Roth fez o atleta sumir de vez. O meia também foi prejudicado por um problema de púbis.
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