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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Recomeço

Eis que eu, Adriano Snel, estou de volta das minhas tão desejadas férias, no nosso hermoso litoral, mais precisamente em Tramandaí, vulgo "Capital das Praias". Durante esse meio tempo, só acompanhei as notícias veiculadas na imprensa vermelho-telha, visto que transferi minha assinatura para o litoral.

As notícias que chegavam, ora eram animadoras (reforços sempre são animadores, ainda mais porque eu não costumo, muito, julgar antes de conhecer) e desanimadores, como a novela, de enredo tangueiro, envolvendo Maxi "Me sinto bem no Grêmio" Lopez, Wanda "Chacrete que quer morar em Roma" Nara, Dario "Reizinho na Barriga" Pompido, e grande elenco. Fato é que acabou em litígio, aliás, vai acabar em litígio, mas com um desfecho que já era esperado, Maxi não fica. Ok, veio pra cá, do submundo russo do futebol, pra voltar valorizado. Isso acontece bastante, ainda mais com times que não tem muita bala na agulha como o nosso. Mas tudo bem.

E eis então que recomeça o ano. Hoje tem a reapresentação do grupo principal, com alguns pontuais reforços no ataque. Borges, Leandro, William e Hugo. Nas volâncias, Ferdinando e Henrique. E na zaga, Maurício Bofetada. Falta ainda um lateral direito, artigo raro no Olímpico há anos. Parece que vem do mercado sul-americano. Oremos.

Creio ainda que falta um camisa 5, original, o famoso cavalo de carga, o paredão. Não vejo no grupo atual (tirando os novos contratados), alguém que possa fazer esse papel do jeito que gostamos. Espero que a direção abra os olhos e veja isso. Espero.

Então, um ótimo 2010 para todos nós. Tenho certeza que será um ano muito azul, preto e branco!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Domingo de assaltos e sobressaltos

Domingo, meio-dia, e eu já estava de volta das férias: camisa do Grêmio, bermuda, havaianas, bandeira, cartão e 20 contos pra comprar cerveja e picolé no Monumental. Daí que deu-se a merda: passamos na casa do meu sogro e da minha sogra e, infelizmente, alguém tinha passado antes por lá.

Chama a PM, tenta arrumar algumas coisas, descobrir o que roubaram e, quando vi, não daria mais pra ir ao estádio. Passei meu cartão para o jovem Theo, que convidou um camarada pra ir ao jogo com ele e, pelo menos para registro, estive presenta presente à primeira final.

Acabei indo à casa da Claudia, colaboradora e irmã, assistir ao GRE-NAU.

Descobri depois, é mais difícil ganhar um desses do que o outro, contra o vermelhos do aterro.

Depois do assalto, passei por vários sobressaltos: aquele gol logo no começo do primeiro tempo, a virada, o gol duvidoso deles, o empate-relâmpago e o sofrimento para fazer o quarto gol.

Méritos para o Mano e para o Marreta num dia em que quase nos ferramos pela juventude do Pico e do Leo, envolvidos pelo bom futebol e pela catimba dos jogadores do Timbu (sabe-se lá que porra é essa).

Foi horrível, mas foi bom.

Estamos vivos, bem vivos, pelo menos até quarta.

Com a volta das férias, volta a minha confiança.

Acho que vamos garantir nossa vaga na Libertadores com a colaboração do ex-campeão PIFA, que vai conseguir segurar uns bons empatezinhos com o Cruzeiro e o Palmeiras (porque pra ganhar eles não têm competência).