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sábado, 10 de outubro de 2009

Copa do Brasil 2010

Precisamos melhorar um pouco se quisermos ser campeões ano que vem.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Falta de assunto do caramba

Desde o fim da temporada passada, não ando muito animado para escrever sobre o tricolor.

Quer dizer, até tem assunto. Tem o fracasso de uma negociação depois da outra, expectativas frustradas e um time que não vem correspondendo ao que a gente espera por aqui. Na verdade, andamos dando munição para a chinelagem vermelha entrar aqui e cantar de galo.

Mas (tem sempre um mas) " nós, como bons torcedores, sem hesitarmos sequer, aplaudiremos o Grêmio aonde o Grêmio estiver.". Foi Lupicínio Rodrigues que disse isso, mas tá certo.

Tenho ido aos jogos com o Pedro, mas não me comovo a ponto de vir aqui e postar alguma coisa. Resta esperar pelas estréias do Roger, Perea, Jean e por mais um ou dois reforços que podem vir. Quem sabe aí a coisa engrena e a gente consegue brigar pelo tri do Gauchão.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

A única chance do Corinthians ter uma boa campanha

Invejei muito essa.

O Curingão chamou o Nizan Guanaes pra tocar a campanha "Salvem o Corinthians". Apesar de torcer pro São Paulo, Nizan sabe que é uma puta oportunidade de fazer coisas bacanas pra África, que vai ficar com a conta.

O cara chegou assinando um cheque de R$ 100 mil e disse que vai buscar a mesma quantia com mais 20 empresários pra daí fazer uma campanha publicitária. E diz que vai chamar o Washignton Olivetto, a Cristina Carvalho Pinto e outros corintianos ilustres pra colaborar (com idéias e dinheiro, provavelmente).

Uma coisa é certa: com 2 milhões, um produto bacana (mesmo que a gente vá derrubá-los pra Série B) e o Nizan, o Corinthians vai encerrar um ano de campanhas medíocres dentro do campo com uma bela campanha publicitária.

Enquanto isso, a gente segue sem dinheiro pra investir em futebol e muito menos em propaganda.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Eles estão empolgados

Ganharam do Flamengo no sábado - do Flamengo... - e já nos juraram de morte.

Parece que não sabem que o tricolor é pai deles.

Os caras não aprendem mesmo...

domingo, 29 de abril de 2007

O bom futebol do Lúcio e a boa política da lateral-esquerda

Depois que o Roger nos deixou, foi difícil encontrar um bom lateral pelos lados da Azenha. Felizmente, essa coisa tá mudando.

A cada partida que passa, Lúcio joga melhor ali na posição onde já tivemos Everaldo, Ortunho, Casemiro, Paulo César e o próprio Roger. Até os corneteiros da Band AM pararam de falar mal do nosso lateral-esquerdo.

Enquanto isso, o Bruno Teles vai amadurecendo, entrando no time quando necessário e fazendo boas atuações sem a pressão que sofria quando era titular (como hoje). Tá bem o menino, em condições de entrar no time sem nos dar sustos.

Ou seja, em 2007 não precisamos nos preocupar com a lateral-esquerda. A menos que o Welington volte do Timão.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Eu quero a camisa do Amoroso!

Eu andava pensando numa coisa desde que o Grêmio contratou o Amoroso. Mas como não escrevi, acabei lendo na ZH de hoje. Então, parece que nunca pensei nisso antes.

O Grêmio tá perdendo dinheiro por não definir o número da camisa do nosso fora-de-série na Libertadores e começar a vendê-la.

O Milan fez isso com a 99 do Ronaldo e ganhou dinheiro. E olha que o Fenômeno era só mais um craque entre tantos do Milan. O Amoroso é um dos poucos do Grêmio.

Mas os gênios do Marketing Tricolor desconsideram a hipótese.

A gente devia começar a escrever pra ouvidoria com o título desse post. Talvez os caras se tocassem.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Esqueci de comentar

O jogo de ontem foi exemplar para quem nunca tinha visto o Grêmio ao vivo, como a Leah.

O time precisava ganhar, faz um gol que é anulado injustamente, o juiz marca faltas para um lado só e, mesmo assim, depois de muita insistência, o tricolor ganha.

Tem coisa mais Imortal Tricolor do que isso?

Até o prefeito foi ao meu aniversário

Sentado logo atrás da gente, com aquela cara de esfíngie, nosso prefeito observava o segundo tempo.

Torcer pelo Grêmio é tão estupefaciante que eu até achei o cara simpático por um momento.

Nada que me faça votar nele.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Sempre os mesmos

Quando a Geral do Grêmio começou a aparecer, com a história da avalanche e o apoio incondicional ao tricolor, confesso que achei legal.

Mas foi só até ir a um jogo do Grêmio com um time do Paraguai no Olímpico (12 de outubro, talvez, 1 x 0, gol do Anderson Lima), pra ver que tinha alguma coisa errada ali. O ingresso era barato atrás da goleira: 5 pilas. Cheguei atrasado, pela Carlos Barbosa e entrei direto ali, que tava mais perto.

Foi meu primeiro e último jogo na Geral por opção. Tinha bandidagem ali. Sangue ruim. Não curti o astral. A alegria pareceu falsa.

Depois fui a Criciúma, Florianópolis, São Caetano e o problema era sempre o mesmo.

Não é a violência, não é a bebida. O problema dos caras da Geral é a arrogância e a ignorância.

Eles acham que são mais gremistas que qualquer outro. Fato que justificaria tudo: pular feito macaco e não ver o que acontece no jogo, constranger quem está em volta, fumar baseado perto de criança, brigar com a torcida adversária e com gremistas também, quebrar bares, roubar.

Ridículo. Mas é como os eles pensam.

Agora os caras tiveram um ataque de Mancha Verde ou Gaviões da Fiel e invadiram o treino.

Foram cobrar empenho do Amoroso, do Edmílson e do Douglas. Ou seja, do cara que chegou anteontem e de outros dois que não vão jogar contra o Caxias e nem contra o Cerro.

É uma idiotice muito grande. Atestado de vagabundagem: em dia de trabalho os caras enchem a cara e cobram empenho de um grupo de profissionais que, mesmo sem bons resultados no momento, está trabalhando.

Tomando cerveja e xingando trabalhadores. Na minha humilde opinião, isso não tá certo.

E o mais bizarro: ninguém faz nada.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Dia de folga no blog

Hoje a falta de assunto vai ser dureza.

O tricolor vai levar 12 horas pra chegar em Cúcuta.

Nesse meio tempo, nada.

terça-feira, 3 de abril de 2007

Em tempo

Analisando friamente as perdas e as reposições no elenco do Grêmio, acho que nosso time teve prejuízos. A meia-cancha com Jeovânio, Lucas, Tcheco, Hugo e Léo Lima (ou Rafinha ou Ramon ou Alessandro) era muito melhor do que nosso meio-campo de hoje.

Se o Grêmio fosse uma agência de propaganda, diria que demitiram meia criação e reforçaram o atendimento (com todo o respeito pelos colegas desse departamento, claro).

Substituir meias por volantes funciona num determinado momento do trabalho (a defesa) em detrimento da criação, que trabalha para proporcionar o momento mais importante do jogo, que é o gol.

Pouca gente na criação dá merda. É só olhar a cara do Tcheco e a minha. A gente anda com olheiras e deprimido por causa disso.

Mas sou fanático pelo Grêmio e confio sempre. Só acho que vamos precisar repensar algumas coisas se, depois do título da Libertadores, a gente tiver alguma pretensão de faturar o bi no Mundial.

quinta-feira, 29 de março de 2007

Meu querido Brucutu

Depois das primeiras atuações do nosso cabeça-de-área e, principalmente, pelas atuações de seu reserva imediato, prometi nunca falar mal do Edmílson. Quando me refiro a ele como brucutu é carinhosamente.

sábado, 24 de março de 2007

Acho que eu vou ficar trabalhando

Grêmio x Guarani Venâncio Aires

Gauchão 2007 - Estádio Olímpico Monumental - 18h30min

Gallato, Jucemar, Pereira, Thiego e Bruno Teles; Edmílson, Wiliam Magrão, Gavilán e Itaqui; Jhonatan e Tuta.

Douglas tá no banco e vai jogar.

Gavilán, Tuta e Douglas valem o ingresso. Jucemar no começando uma partida no Olímpico é de conferir. E tem o Jhonatan, que surgiu do nada e vai começar a segunda partida. Ali onde falavam em Gil e Magno Alves.

Normalmente, eu iria.

Quer dizer, se eu tivesse roupa pra ir ao casamento da prima da minha mulher, eu não iria.

Então, nessa situação de não ter roupa para ir a um casamento, se não tivesse trabalho, eu iria.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Nem Gil, nem Magno Alves.

Jhonatan da Silva Pereira.

Atacante, 18 anos, 1,66m e 64 quilos.

Pelo jeito, é o reforço do nosso ataque.

Pode vir a ser bom, tem jeito de jogador, mas perdeu um gol que não podia ontem. Se fizesse, caía nas graças da torcida.

Se bem que o Pelaipe mandou publicar que o Grêmio não vai contratar mais um atacante. Depois de falar a mesma coisa sobre o goleiro, trouxe o Saja.

A minha esperança é que ele faça o mesmo agora. E acerte no atacante como acertou com o goleiro.

Afinal, a gente sempre procura no passado um conforto para os medos do futuro, né?

terça-feira, 20 de março de 2007

A dificuldade de sobreviver no deserto

Tcheco reclama, e não é sem razão. Basta olhar o nosso meio de campo contra o Tolima: Nunes, Lucas, Diego e Tcheco, com o Ramon fazendo um meio-termo.

Por mais habilidosos que sejam o Lucas e o Diego, ainda são volantes e jogam como tal. O Nunes, como cabeça-de-área (pensaram que eu escrever outra coisa, né?), pouco saiu para o jogo na Colômbia. E o Ramon ajudou muito pouco na criação de jogadas.

Pra armar qualquer coisa com essa formação, sobrou o Tcheco. Como ele não armou, sobrou pra ele.

Sem contar que nossos experientes do meio pra frente estão fora de combate. Os sessenta e poucos anos somados do Edmílson e do Tuta fazem diferença num jogo cheio de baixinhos invocados, pode ter certeza.

Tanto para criar como para trocar uma idéia, o Tcheco esteve sozinho demais.

domingo, 18 de março de 2007

A CBF é uma bagunça da porra!

Usar um "da porra" para tornar alguma coisa pior do que já é, é um dos charmes do português falado em São Paulo. Acho que essa expressão entrou no vocabulário dos paulistanos por influência da galera que chega dos estados do nordeste.

Frio da porra, chuva da porra, engarrafamento da porra, veado da porra (essa eles adoram, e não é pra ofender homossexuais).

Daí, quando li que o Gavilán ainda não tem condição de jogo, pensei, "essa CBF é uma merda mesmo, onde já se viu essa demora?".

Sempre tem uma explicação pras coisas não acontecerem na sede da entidade: feriado no Rio, carnaval no Rio, expediente reduzido pra economizar energia, fax estragado (sim , eles usam fax!).

Pensando nisso, lembrei do complemento "da porra" dos paulistas.

Por causa dessa bagunça da porra da CBF é que a gente vai com o Wiliam Magrão em vez do Gavilán pra enfrentar o Caxias.

Que merda, né?

sexta-feira, 16 de março de 2007

"Ah, é? Teu pai comeu tua mãe!"

O co-irmão está instalando novos letreiros em seu estádio:
o texto é igual ao que temos no Olímpico há mais de 20 anos.


O que eles acham que é uma grande vantagem é a chancela da Fifa.

Com uma palavra, eles, que sempre sentiram dores lascinantes ao passar na frente do Olímpico Monumental, acham que podem se vingar. Aliás, o sonho deles era que isso nos incomodasse. Que nem aquelas crianças que dizem para as outras no meio de uma briga: "teu pai comeu tua mãe".

A resposta é a mesma nas duas situações.

Tá. E daí?

quarta-feira, 14 de março de 2007

Será que vem mais um atacante?

Nem comentei essa conversa de que o Grêmio tentaria buscar mais um atacante.

Na Europa ou no interior de São Paulo.

Daí eles querem me sacanear...

terça-feira, 13 de março de 2007

Da diferença entre sorte e competência

O Grêmio campeão da Libertadores e do mundial de 1983 foi vice-campeão da Libertadores de 1984.

O Grêmio campeão da Libertadores de 1995 teve um ano seguinte ainda melhor: campeão gaúcho e campeão da Recopa, foi até as quartas-de-final da Libertadores, foi eliminado por um erro do juiz contra o Palmeiras na Copa do Brasil (senão ganharia o jogo, a vaga e o título) e, no final do ano, ganhou o Brasileirão.

Essa é a nossa diferença para o atual campeão.

Quando a gente chega lá, é por competência.

segunda-feira, 12 de março de 2007

Uma coisa não dá pra negar sobre o futebol colombiano

Os caras têm o torneio com o nome mais cool da América do Sul.

Li hoje que o Tolima fez 3 x 1 no Once Caldas pela Copa Mustang.