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sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Oba Oba





O Oba Oba é um senhor perigoso. Bobeou ele entra na tua casa, abre a tua geladeira, bebe a tua cerveja, se adona do controle remoto e ainda passa a mão na bunda da tua mulher.


Domingo, no Olímpico, é obrigação de todo TORCEDOR gremista barrar a entrada do Sr. Oba Oba.


A casa vai estar cheia, lotada até o talo. Uma pena que tanta gente ainda perca seu tempo enfrentando fila. Mesmo morando longe de Porto Alegre, dá pra ser ORGULHOSAMENTE sócio tricolor por apenas R$ 20,00 por mês. Praticamente uma caridade.


A turma do aterro tá acuada. O esforço da imprensa para mostrar um cocoirmão frágil, desorganizado e insuficiente tecnicamente é puro combustível para o bom elenco colorado.


Não dá pra esquecer a facilidade com que o Cléber coloca a bola na cabeça do Damião. Nem que, com a saída do Kisuco machucado, entra o xarope do Índio que, mesmo velho e acabado, tem a péssima mania de marcar unzinho em clássicos.

Nada que um time focado desde o primeiro SEGUNDO não resolva. Mas a gente que gosta do Grêmio precisa lembrar pra massa tricolor fervilhante que NÃO VAI SER FÁCIL.

Uma bola parada, uma expulsão, uma escorregada pode por tudo a perder. A verdade é uma só: temos uma senhora VANTAGEM. Mesmo sendo surpreendidos em campo, não dá pra achar que está tudo perdido.


Por isso, é preciso ter paciência, apoiar o time até o final, ajudar os onze em campo a superar qualquer dificuldade.


Enfim, tudo que um verdadeiro gremistão já está acostumado a fazer. Mas não custa lembrar.



PRA CIMA DELES GRÊMIO!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Grêmio para 2008

Pronto, definido. Mano já está indo pr´algum lugar ainda incerto, mas o certo é que ele não fica em 2008.

E agora João?!

Buenas, primeiro, a direção tem que acordar e não se precipitar, mas também não pode demorar a refazer o time. Alguns jogadores tem seus contratos expirando em dezembro. Diego Souza, Patrício (que o Mano leve junto, felamordedeus), Saja, entre outros. Nosso time necessita de bons jogadores e esses caras aí tem que ficar, menos o paty. Há de haver reforços pontuais e não de jogadores de grupo. Pelo menos a defesa, onde todo time bom começa, está praticamente acertada e com um bom reserva.

Nosso time de 2007 perdeu peças importantíssimas em relação ao de 2006 e ainda no meio da temporada perdemos o resto dos bons jogadores, salvo raras exceções. Não me arrisco a fazer um prognóstico para 2008. Neste caso, fica tudo no acho. E acho que as semanas seguintes tendem a nos trazer boas e importantes notícias. Time, técnico, direção, até o estádio começa a mudar em 2008 com a definição da Arena. Portanto amigos gremistas, façam figa por um 2008 melhor que 2007. Eu já comecei.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Tristes são os outros

Tirando os torcedores do Flamengo e do Paraná, os inchas de outros clubes brasileiros acham que fariam papel melhor na final da Libertadores.

O timinho do aterro não fez melhor do que nós sequer na primeira fase, porque só precisava de superação em uma partida e ficou aquém. Os outros dois brasileiros, nós mesmos tiramos da frente.

Enquanto a gente se orgulha de onde chegou, eles acham que poderiam ser campeões.

É triste a vida do sem-noção.

Meu amigo Macaco

Tenho um amigo cujo apelido é Macaco. Conheço desde pequeno ele.

Por coincidência, Macaco é colorado.

Ontem ele enlouqueceu. Soltou foguetes, bebeu todas, foi pra rua gritar, ligou para todos os amigos gremistas pra tripudiar: gritava que era campeão da Libertadores, do Mundo e da Recopa.

Expliquei para o meu amigo Macaco que o Grêmio estava disputando sua quarta final de Libertadores e que, caso ele tivesse esquecido, o tricolor ganhou duas. Lembrei a ele que ganhamos um Mundial e não uma, mas duas recopas (em 1983 nem tinha esse nome, mas ganhamos de uns mexicanos também).

Lembrei o cara que o time dele ERA campeão da Libertadores, porque o detentor do título agora já é outro. E que o título Fifa não tem a possibilidade de ser renovado.

Ele gritava que o Grêmio era a vergonha do Rio Grande. E eu lembrei a ele que há dois anos a gente ganha a competição local, sendo a última contra o Juventude, já que o time dele foi defenestrado na primeira fase do Gauchão (idem na Libertadores, que sina!).

O Macaco ficou de cara comigo, mas eu não quero briga. Gosto muito dele e, por ser mais velho, entendo que ele não saiba como a vida funciona. É ignorante, eu sei, mas deixa ele.

Por fim, lembrei de uma expressão chula e outra light para o sentimento dele: cumprimentar com o chapéu dos outros.

Ele que nos espere. Domingo o Sandro Goiano vai visitar o Chiqueiro.

"Estamos no meio do ano e tem muita bola pra rolar."

Gavilán, um gremista de verdade, depois do jogo de ontem.

Feridos em combate

Teco não joga mais este ano, Tcheco fica fora do Gre-Nal (e talvez em mais alguns jogos do Brasileiro).

Tuta pára por tempo indeterminado até o nariz, a coxa, o condicionamento físico e o comprometimento estarem em dia.

Juiz frouxo

O juizinho veio a Porto Alegre pra nos dar o Migué. Deu mais faltas que o Carlos Simon em Gre-Nal (mais pra eles do que pra nós), não usava o mesmo critério em jogadas parecidas, foi conivente com a cera dos argentinos: o Riquelme mudava a posição da bola nas faltas e ele "nem te ligo".

O jogaço

Porto Alegre estava nervosa ontem. Muito nervosa.

O caminho engarrafado fez a Claudia e o Theo demorarem a passar pra me buscar. Mas como eles vinham ouvindo rádio no caminho, descobriram que a única rota razoável era pela Érico Veríssimo.

A Claudia fez algumas manobras ninja e a gente conseguiu escapar aqui e ali dos congestionamentos. Na verdade, quando a gente chegou perto do Monumental, mais de duas horas antes do jogo, o trânsito não estava tão ruim porque já estava quase todo mundo dentro ou na fila para entrar.

Do caminho falamos com o Rafão. Nos encontramos na fila do Portão 5, milagrosamente bem organizada, apesar de uma certa falta de educação dos controladores de jogo/seguranças. Mas entramos sem problemas, sem neguinho furando a fila, como costuma acontecer.

Entramos pelo 5 e arranjamos um lugar atrás da goleira oposta. Uma coisa que eu detesto sinceramente e sempre esqueço de falar são aquelas placas atrás do gol. Para os desgraçados que estão ali, não dá pra ver a bola entrar se o chute for rasteiro (no lance da cabeçada do Schiavi na trave - não é que rima? - eu não vi o final da jogada direito por causa das malditas placas).

Acomodados, esperamos mais de duas horas pelo começo do jogo (sem beber nada pra não sentir vontade de ir ao banheiro). Os poucos lugares vagos logo foram ocupados. Como sempre, do nosso lado pintou o corneteiro (ver adiante). Enquanto isso, nos divertimos com os bonecos enforcados, os caixões do boca e a mega-ultra-hiperfunda da Toyota. O bagulho é tão grande que eu achei que fosse um pedaço do palco. O Theo, que já tinha visto aquilo, me explicou o que era.

Invejei muito.

Se tivesse uma daquelas lá em casa, ia passar o dia jogando meias sujas do quarto para a cozinha.

Depois de muita espera e muito calor, o Grêmio entrou em campo e a Monumental veio abaixo. Chacoalhamos o Olímpico. Depois vaiamos o Boca, mas os caras são muito frios. Se o Patrício parecia nervoso na semana passada, eles pereciam bem à vontade no Olímpíco.

Os primeiros 45 minutos passaram rápido, porque os gringos davam chutão na defesa, prendiam a bola no ataque e faziam muita cera. Cera que o seu juiz não fez a menor questão de punir e/ou proibir.

O problema é que o time foi pra cima do Boca basicamente na vontade, mas sem muita inspiração. Era tanta vontade que, em muitas vezes, atrapalhava. Erramos passes por precipitação, por não pensar bem na jogada.

Agravante: nossa jogada pela esquerda estava burocrática. Pela direita quase não teve jogo no primeiro tempo, com excessões honrosas para as tentativas do Diego Souza por ali. Patrício estava preso demais no primeiro tempo e, em geral, não ia ao fundo para cruzar.

Nosso meio-campo e a defesa vinham controlando razoavelmente bem os boludos. Gavilán jogou muita bola de novo, marcou como um gremista e deu pau quando necessário. Poderia bater um pouco mais para o meu gosto. O poder de marcação do Sandro Goiano fez falta e o Riquelme ficou meio solto. Por sorte, eles só queriam fazer o primeiro tempo passar.

Do nosso jeito meio atrapalhado, criamos umas cinco oportunidades na etapa inicial. A melhor de todas, na minha humilde opinião, foi o chute do Diego Souza que pegou no travessão. Um gol naquela hora faria toda a diferença.

O corneteiro do meu lado só gritava, "joga no fedor!", "chuveirinho, filho da puta!". Cada um com a sua opinião, respeitei o cara. Eu mesmo acho que cruzar bola na área só é garantia de gol no Fifa Soccer 96 e no Virtua Striker. Funcionava também quando a gente tinha o Jardel, mas isso faz tempo... O cara gritava tanto a mesma coisa que dois moleques na minha frente saíram de onde estavam. E eu ouvia muitos comentários sobre o cara. Nenhum deles favorável. Ah, e quando a bola ia pra área ele reclamava.

Definitivamente, não se pode agradar a todos.

Enquanto a gente esperava pelo gol que abriria a porteira, o Boca também ameaçava nos contra-ataques, e o Saja nos salvou numa jogada do Palerma pela direita.

A sorte, porém, não estava do nosso lado. Tuta foi o primeiro a se machucar: nariz quebrado num choque com o Teco. Certa feita, o meu amigo e professor Aimoré Goulart literalmente rachou o meu nariz (a chamada fissura). Dói, mas não se se justifica a atuação apagada.

Depois do Tuta quebrar o nariz, Teco caiu num lance com o Palerma (ou o Palacio, sei lá) e sentiu. Nosso zagueiro rápido tentou voltar na garra, mas não deu. Quando o Schiavi entrou em campo, deu um certo medo. Mas era o que tínhamos. Dá-lhe, Schiavi.

Quando o juiz apitou, apesar de tudo que escrevi até aqui, parecia que só tinham passado uns 20 minutos. Talvez, com a bola rolando, tenha sido ainda menos.

Senti o drama: o tempo estava passando rápido demais.

Voltamos para o segundo tempo com Amoroso no lugar do nosso capitão Tcheco. E o tricolor veio melhor, tentando mais o gol.

E logo no comecinho o Schiavi acertou uma bela cabeçada que, por nosso azar, acabou na trave. Um gol aos Lúcio em belo chute de fora da área nos deu esperança.

Tentamos, tentamos, tentamos até que caiu a ficha: além de melhor no todo, o Boca tem um craque que faz toda a diferença.

E lá pelas tantas a bola caiu no pé dele, e sobrou um espaço e ele guardou: 0 x 1. Um chute lindo e indefensável, muito parecido com o do Diego no primeiro tempo, prova de que não era nosso dia de ganhar.

O time sentiu. A torcida também. Mas fora do campo a gente se recuperou mais rápido. E tentamos até levar o segundo gol.

Tirar o Tuta e colocar o Everton era a última alternativa, e não adiantou. O Gavilán distribui alguns coices pra mostrar que no Olímpico a gente manda e o jogo acabou.

Daí a torcida deu um show e mostrou porque é a melhor do Brasil: aplaudiu, cantou o hino e homenageou os caras que nos transformaram de azarão em segundo melhor time da Libertadores. Não é pouco o que eles fizeram.

Grêêêêêêêmiooooo, Grêêêêêêêmiooooo.

Vaias para Tuta, Amoroso e Lucas na hora das medalhas. Sei lá, mesmo que os caras não tenham correspondido às expectativas, não acho que sejam uns mal-intencionados como os jogadores que nos levaram para a Série B em 2004. Aqueles é que merecem ser vaiados pela eternidade.

Saímos do estádio tristes, mas ainda assim orgulhosos.

Nosso time chegou à final eliminando grandes times, como o São Paulo e o Santos, enquanto outros tantos ficaram pelo caminho. Times melhores, mais ricos.

Enfrentamos um adversário poderoso, jogamos bem na casa dele e levamos azar em casa. Mas nosso time não se conformou nunca com a derrota e lutou o tempo todo. É assim que tem que ser. É assim que o Grêmio faz há quase 104 anos, ganhando ou perdendo.

Esse é o time que a gente ama.

Imortal.

Mais cenas de ontem, agora com movimento.



A nossa torcida deu mais um show comovennte ontem. Chegou cedo, cantou o tempo todo e aplaudiu o tima no final, como eu não vi os Santistas fazerem depois que perderam a vaga pra nós e os veremelhos nunca fizeram.

Que outra torcida lotaria o seu estádio e apoiaria o tempo todo um time que está perdendo por três gols? Olha, nem com ingresso a um real, como fazem em vários estados desse Brasil, outros estádios estariam cheios nessa situação.

Olhem a aprendam, imundos! Essa é a maior torcida do Rio Grande e a melhor do Brasil.

Chora, colorado imundo: segundo na Libertadores não é último.





Grêmio 0 x 2 Boca Juniors










Libertadores da América
Final
Estádio Olímpico Monumental
Porto Alegre

Por uma falha técnica, terei que atrasar um pouco as últimas postagens. Tô sofrendo, é claro que tô.

Mas futebol é assim mesmo. Às vezes a gente perde.

Independente de não chegar ao tri, mostramos o valor do nosso Grêmio, da nossa tradição e da nossa torcida para o Mundo inteiro.

Conseguimos resultados surpreendentes, chegamos mais longe do que qualquer outro time brasileiro e, principalmente, vimos o Once Caldas aniquilado da competição bem no comecinho dela.

E domingo, mesmo com um time destruído, vamos ao Chiqueiro pra dar um corretivo neles.

Daqui a pouco nosso blog estará completo. E finalizado.

Dá-lhe, Grêmio!

Muito obrigado, Tricolor!

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Fui!



Fechou-se a birosca. Tô indo pro Monumental. Quer dizer, ainda não, mas chega de escrever por hoje!

Agora só nos resta ser imortais, heróicos, incansáveis.

Vamos botar pressão o tempo todo no Boca. Vamos cantar o tempo todo. Vamos gritar feito loucos até acabar com a nossa voz. Vamos chorar. Vamos rir. Vamos aplaudir. Vamos agradecer a Deus por termos nascido gremistas. Vamos ser maiores ainda. Vamos fazer história. Vamos calar a boca dos nossos rivais.

Vamos ser Campeões da América, como em 1983 e 1995.

Ou melhor, vamos ser Tri-Campeões da América.

E vamos mijar no muro do Beira-Rio depois de tudo isso.

Eu acredito. Sempre acreditei.

Vamos virar!

Dá-lhe, Grêmio!

Não tem Nívea for Man que segure

Hoje a adrenalina foi mais forte.

Em dia de decisão de Libertadores, não tem Nívea for Man nem L'Eau d'Issey que segure.

Flash-Mob do Grêmio Libertador. À meia-noite mijarei no teu cadáver.

É hoje, meus amigos.

Se você não tá sabendo, clica aqui.

E vamos fazer o nosso xixi no muro do Chiqueirinho.

4 x 0

Na verdade, eu tô achando que o Grêmio vai fazer 5 no Boca daqui a pouco.

Mas o desgraçado do juiz vai anular o último, equivocadamente.

Falta muito pouco pra isso acontecer.

Eu acredito. Se não acreditasse, não seria tricolor.

Dá-lhe, Grêmio!

Retratos da Fé com 2 megapixel






O que esvaziaria qualquer outro estádio no Brasil - perder o jogo de ida por diferença de 3 gol - serviu apenas como uma injeção de adrenalina em cada um de nós.

Porto Alegre amanheceu azul, preto e branco como há tempo não acontecia.

Nossa nação está orgulhosa e confiante para a grande decisão. E dá um jeito de mostrar isso.

Quisera eu conseguir, em apenas 2 megapixel, mostrar aqui o tamanho do amor que o povo gremista demonstra hoje (mais ainda, como se fosse possível) pelo seu time.

Milhões acreditam. Eu sempre acreditei e vou continuar acreditando sempre.

Dá-lhe, Grêmio!

Tão nos tirando...

Recebi este email do Tiago Russe, enviado pelo Fabiano Goldoni lá de Buenos Aires. É a Resistência Tricolor usando todas as armas possíveis pra embalar ainda mais nossa torcida.

Olha o que os jornalistas boludos estão falando sobre a decisão:

"É certo que o Boca vai trazer a copa para a Argentina. A questão é se vai ser ganhando ou perdendo."

"Os brasileiros não são capazes de mudar um jogo só no grito da torcida. Eles cantam no início e depois ficam quietos esperando que algo aconteça."

"É simplesmente impossível que o Grêmio faça 4 gols num time como o Boca só por força da torcida."

"Eles reclamam da arbitragem, mas duvido que um juiz experiente vá se influenciar com a torcida brasileira."

"Quem já enfrentou as torcidas uruguaias não tem o que temer em Porto Alegre."

"A pressão dos gremistas não vai ser tudo isso. Não existe torcida que cante mais e motive mais os jogadores do que as torcidas argentinas."

Como escreveu o Tiago, agora eles mexeram com filho de nêgo!

Vamos mostrar pra eles como é que se vira um jogo impossível.

Principalmente porque não é impossível. Não para o Imortal Tricolor.

Dá-lhe, Grêmio!

Eu acredito!

Vem Tri!

Só consigo pensar no jogo, mas não custa nada trabalhar um pouco.

Mas já tô chamando o nosso título.

Vem Tri!

Eu acredito!

Dá-lhe, Grêmio!

Climão de Final em Porto Alegre

Torcida no aeroporto, na frente do hotel, buzinaço, foguetório e o próprio Beto sacaneando um torcedor adversário (conseqüentemente, um turista) que só queria um sanduíche.

Quem vem a Porto Alegre é mal-tratado em geral, mas se vem em função de futebol e pra enfrentar o Grêmio, daí é muito, mas muito mais maltratado do que o normal.

E tem que ser assim. Tem que botar o terror na vagabundagem desde a chegada. Sem encostar. Só pra deixar com medo.

Eles tem que entrar em campo borrados.

Vamos virar no grito, rapaziada!

Grêmio Esmagador

E quem tem dúvida de que o Grêmio vai pra cima do Boca hoje?

Eu não tenho.

Hoje é marcação na saída de bola o tempo todo. Ninguém do Boca vai respirar em campo. Acredito que vamos ver aquela mesma marcação do jogo contra o Caxias, quando simplesmente não dava para os caras jogarem.

Durante os 90 minutos, vamos tomar a bola deles e atacar, tomar a bola deles e atacar, tomar de novo a bola deles e atacar até que todos os gols tenham saído.

Nenhum visitante consegue escapar da nossa marcação no Olímpico Monumental. Nenhum consegue ficar impassível diante da fúria da Nação Tricolor. O Boca não vai ser diferente, podemos ter certeza.

Eu acredito em 4 x 0 pra nós porque, enquanto não tivermos o resultado, vamos continuar buscando enquanto o cronômetro estiver andando.

Dá-lhe, Grêmio!

A maior de todas as batalhas

Grêmio x Boca Juniors

Copa Libertadores da América 2007 - Final - Estádio Olímpico Monumental - Porto Alegre

O jogo começa às 21h45min e passa na RBS TV e Sport TV. Quem vai ao estádio tem que chegar cedo e manter a calma, porque vai ser infernal.

A Carlos Barbosa estará fechada para os boqueteiros. E não tenha dúvidas de que a Polícia vai baixar porrada em quem tentar pegar os gringos.

Vamos torcer numa boa, assustar os caras, mas sem agredir.

Vamos ganhar deles no grito.

Eu acredito nessa virada.

Vem Tri.

Dá-lhe, Grêmio!