Foi esse o assunto de um email que chegou pro blog hoje à tarde. Inicialmente pensei que era algum torcedor pedindo a contratação de um jogador identificado com o Grêmio, mas logo vi que não era isso.
A mensagem veio da TX Filmes, uma produtora de vídeo que no ano passado fez o programa Juntos na Copa Santander Libertadores, em parceria com a Band Sports e o site Lance! Activo. Esse programa é um reality show qua acompanha torcedores enquanto rola a LA11 e eles estão precisando de alguém pra representar o nosso clube e torcida.
O problema é que, como recrutamente não teve uma boa divulgação, poucos gremistas se inscreveram e, nas palavras deles, "estamos correndo o perigo do Grêmio ficar sem representação nessa temporada".
Então, se tu tá a fim ou conhece uma daquelas figuraças, gremistas folclóricos (não, o Gaúcho da Copa e o chato do Greminho não contam) mandem um vídeo dele pro pessoal dessa produtora, pois é esse o tipo de gente que eles querem.
A inscrição na promoção é feita através de um vídeo pessoal onde o gremista deve explicar o porque merece ser o representante do Grêmio nesse programa. Está tudo bem explicado nesse link, tirando o prazo final pra se inscrever, que está errado. O correto é: próxima segunda-feira, dia 7 de fevereiro, ou seja, corre vivente!
Ano passado os participantes viajaram, viram a maioria dos jogos no estádio e puderam até conhecer o Pelé como mostra esse video (ok, sei que não é "o" atrativo conhecer o Pelé, mas vá lá né?).
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IMPORTANTE1 : O Grêmio Libertador não vai participar da seleção e tampouco indicar gremistas pra essa promoção. Se tu quiser indicar o Greminho, vai em frente. Só depois não vem dizer nada relacionado a vergonha alheia.
IMPORTANTE2: O Grêmio Libertador não tá ganhando nada com essa divulgação. Só a está fazendo pra que não sejamos mal representados, o que pode ser considerado como um cuidado com a imagem da nossa instituição.
IMPORTANTE3: Se tu for amigo ou parente do Greminho, eu entenderei perfeitamente se não voltar mais a frequentar o blog.
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 27 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Rospide em evidência
A globo tá, já há algum tempo, com um blog sobre o futebol latino-americano. É o La pelota. Tenho acompanhado esse blog (bem interessante aliás) e eles tem feito, todo mês, a seleção da Libertadores.
Adivinhem quem apareceu no comando da seleção no mês de abril? Ele mesmo: Marcelo Rospide.
Confiram a seleção completa abaixo e o post completo aqui.
Destaques também para as presenças da dupla sertaneja do Tricolor: Victor e Léo e também de Souza, que depois dos dois gols contra o Boyacá, não poderia deixar de figurar entre os melhores.

Abaixo, as descrições do blog para os integrantes Tricolores da delegação.
1-) Victor (Grêmio - BRA)
Tem tudo para ser o futuro goleiro da seleção. Em abril, não tomou gol pela Libertadores
Léo (Grêmio - BRA)
Deu carrinho, não perdeu nenhuma pelo alto, arriscou subidas ao ataque e ainda fez dois gols. Representa a boa atuação do trio que forma com Rever e Rafael Marques.
Souza (Grêmio - BRA)
A seleção de Abril é ele e mais 10. Fez gol, deu assistência, comandou o Grêmio na conquista dos 9 pontos que disputou no mês. Foi o melhor jogador da fase de grupos.
Técnico: Marcelo Rospide
Assumiu o Grêmio após uma eliminação contra o maior rival e não deixou a pressão do cargo atrapalhá-lo, venceu os três jogos que disputou. Na seleção de Abril, ele está confirmado no cargo.
Adivinhem quem apareceu no comando da seleção no mês de abril? Ele mesmo: Marcelo Rospide.
Confiram a seleção completa abaixo e o post completo aqui.
Destaques também para as presenças da dupla sertaneja do Tricolor: Victor e Léo e também de Souza, que depois dos dois gols contra o Boyacá, não poderia deixar de figurar entre os melhores.

Abaixo, as descrições do blog para os integrantes Tricolores da delegação.
1-) Victor (Grêmio - BRA)
Tem tudo para ser o futuro goleiro da seleção. Em abril, não tomou gol pela Libertadores
Léo (Grêmio - BRA)
Deu carrinho, não perdeu nenhuma pelo alto, arriscou subidas ao ataque e ainda fez dois gols. Representa a boa atuação do trio que forma com Rever e Rafael Marques.
Souza (Grêmio - BRA)
A seleção de Abril é ele e mais 10. Fez gol, deu assistência, comandou o Grêmio na conquista dos 9 pontos que disputou no mês. Foi o melhor jogador da fase de grupos.
Técnico: Marcelo Rospide
Assumiu o Grêmio após uma eliminação contra o maior rival e não deixou a pressão do cargo atrapalhá-lo, venceu os três jogos que disputou. Na seleção de Abril, ele está confirmado no cargo.
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o gremio vai sair campeao,
PRA CIMA DELES GREMIO,
Rospide
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Grêmio completa mapa da América em estreia contra chilenos na Libertadores
A AMÉRICA JÁ É NOSSA! CHUPA, MACACADA!
Globoesporte.com
Em quase três décadas como participante ativo da Libertadores, o Grêmio colocou os pés em tudo que é lugar no continente. Enfrentou os mais diversos adversários em todas as pontas da América do Sul. Mas há uma lacuna no mapa de confrontos do Tricolor em jogos pela competição. O espaço será preenchido esta noite. Pela primeira vez na história da Libertadores, o Grêmio enfrentará um adversário chileno.
Globoesporte.com
Em quase três décadas como participante ativo da Libertadores, o Grêmio colocou os pés em tudo que é lugar no continente. Enfrentou os mais diversos adversários em todas as pontas da América do Sul. Mas há uma lacuna no mapa de confrontos do Tricolor em jogos pela competição. O espaço será preenchido esta noite. Pela primeira vez na história da Libertadores, o Grêmio enfrentará um adversário chileno.
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O MAIS INTERNACIONAL DOS CLUBES
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
A história de 95 se repete
O blog Almanaque Esportivo lembrou de uma coincidência muito interessante. No ano do Bi da Libertadores, um jogador importante também se lesionou antes do início da Copa.
Abaixo o texto copiado e colado na maior cara-dura:
Abaixo o texto copiado e colado na maior cara-dura:
Lesão de W. Magrão lembra Émerson em 1995. Sorte?
Evidentemente o William Magrão não tem nada a ver com isto e não gostaria de estar passando pela decepção de hoje, mas os supersticiosos gremistas conseguiram ver algo positivo na lesão séria que o volante sofreu ontem e que lhe deixará seis meses parado.
Afinal, é ao menos curioso lembrar que o volante Émerson, ex-capitão da Seleção Brasileira, ídolo no Bayer Leverkusen e Roma, atualmente defendendo o Milan, teve lesão semelhante quando começava sua carreira no Grêmio.
Em 1995, ele sofreu uma contusão idêntica à de William Magrão: rompimento dos ligamentos do joelho. Na ocasião, Émerson dividiu com Pedrinho, um obscuro volante do Brasil de Farroupilha na primeira rodada daquele estadual, uma goleada de 5x2 no Olímpico.
E foi graças a isto que Arílson se afirmou como titular no time treinado por Luiz Felipe Scolari em 1995, equipe que conquistaria a Taça Libertadores da América e o Campeonato Gaúcho daquela temporada.
Nos primeiros jogos, Vágner Mancini (hoje treinador do Santos) foi o titular da meia-direita, mas depois o talentoso meia-atacante do Esportivo assumiu esta posição. O meio-campo que seria campeão da América tinha uma formação citada e repetida por qualquer gremista na época: Dinho, Luís Carlos Goiano, Carlos Miguel e Arílson, equilibrando ofensividade e forte poder de marcação.
Quase quatorze anos depois, o mesmo ocorre com William Magrão, também em um jogo do Campeonato Gaúcho, desta vez um 2x1 sobre o Avenida em Santa Cruz do Sul.
O fato é que William Magrão está fora da Libertadores 2009. Provavelmente o Grêmio irá apostar em Maylson como seu substituto na lista de 25 da Libertadores, com Adílson assumindo a titularidade (ao menos por enquanto).
Resta ver se o destino tricolor será o mesmo de 1995. Os azuis esperam que sim.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Qual o campeonato da tua preferência?
O blog do Kuca Kfouri publicou uma pesquisa da TNS Sport sobre as preferências do torcedor brasileiro por campeonatos. Abaixo alguns números:
Campeonato no Brasil de maior interesse do torcedor:
Campeonato Estadual
Copa do Brasil
Libertadores da América
Campeonato no Brasil de maior interesse do torcedor:
- Brasileirão - 56,67%
- Copa do Brasil - 13,77%
- LIBERTADORES DA AMÉRICA - 13,70%
- Estadual - 8,03%
- Brasileirão - 45,71%
- LIBERTADORES DA AMÉRICA - 25,00%
- Copa do Brasil - 15,43%
- NSR/Não lembra - 7,00%
- Estadual - 6,86%
Campeonato Estadual
- FLUMINENSE 10,34%
- MORANGUINHOS 9,54%
- ATLÉTICO 8,09%
- FLAMENGO 7,85%
- CORINTHIANS 7,77%
- BOTAFOGO 7,08%
- CRUZEIRO 6,75%
- SANTOS 6,74%
- VASCO 5,92%
- SÃO PAULO 5,74%
- PALMEIRAS 5,43%
- GRÊMIO 5,38%
- CRUZEIRO 75,24%
- PALMEIRAS 70,65%
- SANTOS 70,22%
- ATLÉTICO 68,94%
- BOTAFOGO 60,18%
- CORINTHIANS 60,17%
- FLUMINENSE 55,17%
- SÃO PAULO 55,02%
- FLAMENGO 50,96%
- MORANGUINHOS 48,47%
- VASCO 42,11%
- GRÊMIO 41,36%
Copa do Brasil
- VASCO 25,66%
- FLAMENGO 16,67%
- GRÊMIO 15,86%
- MORANGUINHOS 14,89%
- BOTAFOGO 14,16%
- FLUMINENSE 13,79%
- CORINTHIANS 12,89%
- SÃO PAULO 12,68%
- PALMEIRAS 8,70%
- CRUZEIRO 8,68%
- ATLÉTICO 8,51%
- SANTOS 6,18%
Libertadores da América
- GRÊMIO 31,44%
- SÃO PAULO 23,92%
- MORANGUINHOS 19,85%
- VASCO 18,42%
- FLAMENGO 18,01%
- FLUMINENSE 17,24%
- CORINTHIANS 15,37%
- SANTOS 14,61%
- BOTAFOGO 13,27%
- ATLÉTICO 11,91%
- PALMEIRAS 11,59%
- CRUZEIRO 7,72%
- Somos os torcedores que mais desejam a Copa Libertadores da América. Meio óbvio, né?
- Somos os torcedores que menos se importam com o Ruralito, ao contrário dos coco-irmãos, que são os 2º maiores adoradores dos estaduais. Óbvio também, né?
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
E a camiseta?
Alguém ouviu alguma coisa? Parece que o modelo de 2009 vai voltar a ser bem tradicional, sem firulas, de acordo com a Rádio Gaúcha.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Só pra lembrar
Desde 91 o campeão brasileiro NÃO GANHA a Libertadores.
Em 2009 não vai ser diferente.
Em 2009 não vai ser diferente.
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sábado, 15 de setembro de 2007
Acho que vamos catequiza-los amanha
Tu vê uma coisa, né índio véio? O inverno se fazendo presente de novo, aquele clima pré-libertadores, semana farroupilha, os jogadores entrando espumando em campo, acho que vamos, além de ganhar, mostrar pra eles porque o Grêmio é assim. Forte, aguerrido e bravo!
Temos que ganhar, 1x0 é goleada sobre o Oncecaldino Galático da Beira do Arroio. E vambora pra cima deles!
Ah, e mais uma coisinha, tomara que o tal Gil "vale tudo" jogue e sinta o bafo na nuca da torcida de Grêmio, tadinho, vai se borrar pela bermuda!
Temos que ganhar, 1x0 é goleada sobre o Oncecaldino Galático da Beira do Arroio. E vambora pra cima deles!
Ah, e mais uma coisinha, tomara que o tal Gil "vale tudo" jogue e sinta o bafo na nuca da torcida de Grêmio, tadinho, vai se borrar pela bermuda!
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quinta-feira, 21 de junho de 2007
Tristes são os outros
Tirando os torcedores do Flamengo e do Paraná, os inchas de outros clubes brasileiros acham que fariam papel melhor na final da Libertadores.
O timinho do aterro não fez melhor do que nós sequer na primeira fase, porque só precisava de superação em uma partida e ficou aquém. Os outros dois brasileiros, nós mesmos tiramos da frente.
Enquanto a gente se orgulha de onde chegou, eles acham que poderiam ser campeões.
É triste a vida do sem-noção.
O timinho do aterro não fez melhor do que nós sequer na primeira fase, porque só precisava de superação em uma partida e ficou aquém. Os outros dois brasileiros, nós mesmos tiramos da frente.
Enquanto a gente se orgulha de onde chegou, eles acham que poderiam ser campeões.
É triste a vida do sem-noção.
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Obrigado
Meu amigo Macaco
Tenho um amigo cujo apelido é Macaco. Conheço desde pequeno ele.
Por coincidência, Macaco é colorado.
Ontem ele enlouqueceu. Soltou foguetes, bebeu todas, foi pra rua gritar, ligou para todos os amigos gremistas pra tripudiar: gritava que era campeão da Libertadores, do Mundo e da Recopa.
Expliquei para o meu amigo Macaco que o Grêmio estava disputando sua quarta final de Libertadores e que, caso ele tivesse esquecido, o tricolor ganhou duas. Lembrei a ele que ganhamos um Mundial e não uma, mas duas recopas (em 1983 nem tinha esse nome, mas ganhamos de uns mexicanos também).
Lembrei o cara que o time dele ERA campeão da Libertadores, porque o detentor do título agora já é outro. E que o título Fifa não tem a possibilidade de ser renovado.
Ele gritava que o Grêmio era a vergonha do Rio Grande. E eu lembrei a ele que há dois anos a gente ganha a competição local, sendo a última contra o Juventude, já que o time dele foi defenestrado na primeira fase do Gauchão (idem na Libertadores, que sina!).
O Macaco ficou de cara comigo, mas eu não quero briga. Gosto muito dele e, por ser mais velho, entendo que ele não saiba como a vida funciona. É ignorante, eu sei, mas deixa ele.
Por fim, lembrei de uma expressão chula e outra light para o sentimento dele: cumprimentar com o chapéu dos outros.
Ele que nos espere. Domingo o Sandro Goiano vai visitar o Chiqueiro.
Por coincidência, Macaco é colorado.
Ontem ele enlouqueceu. Soltou foguetes, bebeu todas, foi pra rua gritar, ligou para todos os amigos gremistas pra tripudiar: gritava que era campeão da Libertadores, do Mundo e da Recopa.
Expliquei para o meu amigo Macaco que o Grêmio estava disputando sua quarta final de Libertadores e que, caso ele tivesse esquecido, o tricolor ganhou duas. Lembrei a ele que ganhamos um Mundial e não uma, mas duas recopas (em 1983 nem tinha esse nome, mas ganhamos de uns mexicanos também).
Lembrei o cara que o time dele ERA campeão da Libertadores, porque o detentor do título agora já é outro. E que o título Fifa não tem a possibilidade de ser renovado.
Ele gritava que o Grêmio era a vergonha do Rio Grande. E eu lembrei a ele que há dois anos a gente ganha a competição local, sendo a última contra o Juventude, já que o time dele foi defenestrado na primeira fase do Gauchão (idem na Libertadores, que sina!).
O Macaco ficou de cara comigo, mas eu não quero briga. Gosto muito dele e, por ser mais velho, entendo que ele não saiba como a vida funciona. É ignorante, eu sei, mas deixa ele.
Por fim, lembrei de uma expressão chula e outra light para o sentimento dele: cumprimentar com o chapéu dos outros.
Ele que nos espere. Domingo o Sandro Goiano vai visitar o Chiqueiro.
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"Estamos no meio do ano e tem muita bola pra rolar."
Gavilán, um gremista de verdade, depois do jogo de ontem.
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Feridos em combate
Teco não joga mais este ano, Tcheco fica fora do Gre-Nal (e talvez em mais alguns jogos do Brasileiro).
Tuta pára por tempo indeterminado até o nariz, a coxa, o condicionamento físico e o comprometimento estarem em dia.
Tuta pára por tempo indeterminado até o nariz, a coxa, o condicionamento físico e o comprometimento estarem em dia.
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Juiz frouxo
O juizinho veio a Porto Alegre pra nos dar o Migué. Deu mais faltas que o Carlos Simon em Gre-Nal (mais pra eles do que pra nós), não usava o mesmo critério em jogadas parecidas, foi conivente com a cera dos argentinos: o Riquelme mudava a posição da bola nas faltas e ele "nem te ligo".
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O jogaço
Porto Alegre estava nervosa ontem. Muito nervosa.
O caminho engarrafado fez a Claudia e o Theo demorarem a passar pra me buscar. Mas como eles vinham ouvindo rádio no caminho, descobriram que a única rota razoável era pela Érico Veríssimo.
A Claudia fez algumas manobras ninja e a gente conseguiu escapar aqui e ali dos congestionamentos. Na verdade, quando a gente chegou perto do Monumental, mais de duas horas antes do jogo, o trânsito não estava tão ruim porque já estava quase todo mundo dentro ou na fila para entrar.
Do caminho falamos com o Rafão. Nos encontramos na fila do Portão 5, milagrosamente bem organizada, apesar de uma certa falta de educação dos controladores de jogo/seguranças. Mas entramos sem problemas, sem neguinho furando a fila, como costuma acontecer.
Entramos pelo 5 e arranjamos um lugar atrás da goleira oposta. Uma coisa que eu detesto sinceramente e sempre esqueço de falar são aquelas placas atrás do gol. Para os desgraçados que estão ali, não dá pra ver a bola entrar se o chute for rasteiro (no lance da cabeçada do Schiavi na trave - não é que rima? - eu não vi o final da jogada direito por causa das malditas placas).
Acomodados, esperamos mais de duas horas pelo começo do jogo (sem beber nada pra não sentir vontade de ir ao banheiro). Os poucos lugares vagos logo foram ocupados. Como sempre, do nosso lado pintou o corneteiro (ver adiante). Enquanto isso, nos divertimos com os bonecos enforcados, os caixões do boca e a mega-ultra-hiperfunda da Toyota. O bagulho é tão grande que eu achei que fosse um pedaço do palco. O Theo, que já tinha visto aquilo, me explicou o que era.
Invejei muito.
Se tivesse uma daquelas lá em casa, ia passar o dia jogando meias sujas do quarto para a cozinha.
Depois de muita espera e muito calor, o Grêmio entrou em campo e a Monumental veio abaixo. Chacoalhamos o Olímpico. Depois vaiamos o Boca, mas os caras são muito frios. Se o Patrício parecia nervoso na semana passada, eles pereciam bem à vontade no Olímpíco.
Os primeiros 45 minutos passaram rápido, porque os gringos davam chutão na defesa, prendiam a bola no ataque e faziam muita cera. Cera que o seu juiz não fez a menor questão de punir e/ou proibir.
O problema é que o time foi pra cima do Boca basicamente na vontade, mas sem muita inspiração. Era tanta vontade que, em muitas vezes, atrapalhava. Erramos passes por precipitação, por não pensar bem na jogada.
Agravante: nossa jogada pela esquerda estava burocrática. Pela direita quase não teve jogo no primeiro tempo, com excessões honrosas para as tentativas do Diego Souza por ali. Patrício estava preso demais no primeiro tempo e, em geral, não ia ao fundo para cruzar.
Nosso meio-campo e a defesa vinham controlando razoavelmente bem os boludos. Gavilán jogou muita bola de novo, marcou como um gremista e deu pau quando necessário. Poderia bater um pouco mais para o meu gosto. O poder de marcação do Sandro Goiano fez falta e o Riquelme ficou meio solto. Por sorte, eles só queriam fazer o primeiro tempo passar.
Do nosso jeito meio atrapalhado, criamos umas cinco oportunidades na etapa inicial. A melhor de todas, na minha humilde opinião, foi o chute do Diego Souza que pegou no travessão. Um gol naquela hora faria toda a diferença.
O corneteiro do meu lado só gritava, "joga no fedor!", "chuveirinho, filho da puta!". Cada um com a sua opinião, respeitei o cara. Eu mesmo acho que cruzar bola na área só é garantia de gol no Fifa Soccer 96 e no Virtua Striker. Funcionava também quando a gente tinha o Jardel, mas isso faz tempo... O cara gritava tanto a mesma coisa que dois moleques na minha frente saíram de onde estavam. E eu ouvia muitos comentários sobre o cara. Nenhum deles favorável. Ah, e quando a bola ia pra área ele reclamava.
Definitivamente, não se pode agradar a todos.
Enquanto a gente esperava pelo gol que abriria a porteira, o Boca também ameaçava nos contra-ataques, e o Saja nos salvou numa jogada do Palerma pela direita.
A sorte, porém, não estava do nosso lado. Tuta foi o primeiro a se machucar: nariz quebrado num choque com o Teco. Certa feita, o meu amigo e professor Aimoré Goulart literalmente rachou o meu nariz (a chamada fissura). Dói, mas não se se justifica a atuação apagada.
Depois do Tuta quebrar o nariz, Teco caiu num lance com o Palerma (ou o Palacio, sei lá) e sentiu. Nosso zagueiro rápido tentou voltar na garra, mas não deu. Quando o Schiavi entrou em campo, deu um certo medo. Mas era o que tínhamos. Dá-lhe, Schiavi.
Quando o juiz apitou, apesar de tudo que escrevi até aqui, parecia que só tinham passado uns 20 minutos. Talvez, com a bola rolando, tenha sido ainda menos.
Senti o drama: o tempo estava passando rápido demais.
Voltamos para o segundo tempo com Amoroso no lugar do nosso capitão Tcheco. E o tricolor veio melhor, tentando mais o gol.
E logo no comecinho o Schiavi acertou uma bela cabeçada que, por nosso azar, acabou na trave. Um gol aos Lúcio em belo chute de fora da área nos deu esperança.
Tentamos, tentamos, tentamos até que caiu a ficha: além de melhor no todo, o Boca tem um craque que faz toda a diferença.
E lá pelas tantas a bola caiu no pé dele, e sobrou um espaço e ele guardou: 0 x 1. Um chute lindo e indefensável, muito parecido com o do Diego no primeiro tempo, prova de que não era nosso dia de ganhar.
O time sentiu. A torcida também. Mas fora do campo a gente se recuperou mais rápido. E tentamos até levar o segundo gol.
Tirar o Tuta e colocar o Everton era a última alternativa, e não adiantou. O Gavilán distribui alguns coices pra mostrar que no Olímpico a gente manda e o jogo acabou.
Daí a torcida deu um show e mostrou porque é a melhor do Brasil: aplaudiu, cantou o hino e homenageou os caras que nos transformaram de azarão em segundo melhor time da Libertadores. Não é pouco o que eles fizeram.
Grêêêêêêêmiooooo, Grêêêêêêêmiooooo.
Vaias para Tuta, Amoroso e Lucas na hora das medalhas. Sei lá, mesmo que os caras não tenham correspondido às expectativas, não acho que sejam uns mal-intencionados como os jogadores que nos levaram para a Série B em 2004. Aqueles é que merecem ser vaiados pela eternidade.
Saímos do estádio tristes, mas ainda assim orgulhosos.
Nosso time chegou à final eliminando grandes times, como o São Paulo e o Santos, enquanto outros tantos ficaram pelo caminho. Times melhores, mais ricos.
Enfrentamos um adversário poderoso, jogamos bem na casa dele e levamos azar em casa. Mas nosso time não se conformou nunca com a derrota e lutou o tempo todo. É assim que tem que ser. É assim que o Grêmio faz há quase 104 anos, ganhando ou perdendo.
Esse é o time que a gente ama.
Imortal.
O caminho engarrafado fez a Claudia e o Theo demorarem a passar pra me buscar. Mas como eles vinham ouvindo rádio no caminho, descobriram que a única rota razoável era pela Érico Veríssimo.
A Claudia fez algumas manobras ninja e a gente conseguiu escapar aqui e ali dos congestionamentos. Na verdade, quando a gente chegou perto do Monumental, mais de duas horas antes do jogo, o trânsito não estava tão ruim porque já estava quase todo mundo dentro ou na fila para entrar.
Do caminho falamos com o Rafão. Nos encontramos na fila do Portão 5, milagrosamente bem organizada, apesar de uma certa falta de educação dos controladores de jogo/seguranças. Mas entramos sem problemas, sem neguinho furando a fila, como costuma acontecer.
Entramos pelo 5 e arranjamos um lugar atrás da goleira oposta. Uma coisa que eu detesto sinceramente e sempre esqueço de falar são aquelas placas atrás do gol. Para os desgraçados que estão ali, não dá pra ver a bola entrar se o chute for rasteiro (no lance da cabeçada do Schiavi na trave - não é que rima? - eu não vi o final da jogada direito por causa das malditas placas).
Acomodados, esperamos mais de duas horas pelo começo do jogo (sem beber nada pra não sentir vontade de ir ao banheiro). Os poucos lugares vagos logo foram ocupados. Como sempre, do nosso lado pintou o corneteiro (ver adiante). Enquanto isso, nos divertimos com os bonecos enforcados, os caixões do boca e a mega-ultra-hiperfunda da Toyota. O bagulho é tão grande que eu achei que fosse um pedaço do palco. O Theo, que já tinha visto aquilo, me explicou o que era.
Invejei muito.
Se tivesse uma daquelas lá em casa, ia passar o dia jogando meias sujas do quarto para a cozinha.
Depois de muita espera e muito calor, o Grêmio entrou em campo e a Monumental veio abaixo. Chacoalhamos o Olímpico. Depois vaiamos o Boca, mas os caras são muito frios. Se o Patrício parecia nervoso na semana passada, eles pereciam bem à vontade no Olímpíco.
Os primeiros 45 minutos passaram rápido, porque os gringos davam chutão na defesa, prendiam a bola no ataque e faziam muita cera. Cera que o seu juiz não fez a menor questão de punir e/ou proibir.
O problema é que o time foi pra cima do Boca basicamente na vontade, mas sem muita inspiração. Era tanta vontade que, em muitas vezes, atrapalhava. Erramos passes por precipitação, por não pensar bem na jogada.
Agravante: nossa jogada pela esquerda estava burocrática. Pela direita quase não teve jogo no primeiro tempo, com excessões honrosas para as tentativas do Diego Souza por ali. Patrício estava preso demais no primeiro tempo e, em geral, não ia ao fundo para cruzar.
Nosso meio-campo e a defesa vinham controlando razoavelmente bem os boludos. Gavilán jogou muita bola de novo, marcou como um gremista e deu pau quando necessário. Poderia bater um pouco mais para o meu gosto. O poder de marcação do Sandro Goiano fez falta e o Riquelme ficou meio solto. Por sorte, eles só queriam fazer o primeiro tempo passar.
Do nosso jeito meio atrapalhado, criamos umas cinco oportunidades na etapa inicial. A melhor de todas, na minha humilde opinião, foi o chute do Diego Souza que pegou no travessão. Um gol naquela hora faria toda a diferença.
O corneteiro do meu lado só gritava, "joga no fedor!", "chuveirinho, filho da puta!". Cada um com a sua opinião, respeitei o cara. Eu mesmo acho que cruzar bola na área só é garantia de gol no Fifa Soccer 96 e no Virtua Striker. Funcionava também quando a gente tinha o Jardel, mas isso faz tempo... O cara gritava tanto a mesma coisa que dois moleques na minha frente saíram de onde estavam. E eu ouvia muitos comentários sobre o cara. Nenhum deles favorável. Ah, e quando a bola ia pra área ele reclamava.
Definitivamente, não se pode agradar a todos.
Enquanto a gente esperava pelo gol que abriria a porteira, o Boca também ameaçava nos contra-ataques, e o Saja nos salvou numa jogada do Palerma pela direita.
A sorte, porém, não estava do nosso lado. Tuta foi o primeiro a se machucar: nariz quebrado num choque com o Teco. Certa feita, o meu amigo e professor Aimoré Goulart literalmente rachou o meu nariz (a chamada fissura). Dói, mas não se se justifica a atuação apagada.
Depois do Tuta quebrar o nariz, Teco caiu num lance com o Palerma (ou o Palacio, sei lá) e sentiu. Nosso zagueiro rápido tentou voltar na garra, mas não deu. Quando o Schiavi entrou em campo, deu um certo medo. Mas era o que tínhamos. Dá-lhe, Schiavi.
Quando o juiz apitou, apesar de tudo que escrevi até aqui, parecia que só tinham passado uns 20 minutos. Talvez, com a bola rolando, tenha sido ainda menos.
Senti o drama: o tempo estava passando rápido demais.
Voltamos para o segundo tempo com Amoroso no lugar do nosso capitão Tcheco. E o tricolor veio melhor, tentando mais o gol.
E logo no comecinho o Schiavi acertou uma bela cabeçada que, por nosso azar, acabou na trave. Um gol aos Lúcio em belo chute de fora da área nos deu esperança.
Tentamos, tentamos, tentamos até que caiu a ficha: além de melhor no todo, o Boca tem um craque que faz toda a diferença.
E lá pelas tantas a bola caiu no pé dele, e sobrou um espaço e ele guardou: 0 x 1. Um chute lindo e indefensável, muito parecido com o do Diego no primeiro tempo, prova de que não era nosso dia de ganhar.
O time sentiu. A torcida também. Mas fora do campo a gente se recuperou mais rápido. E tentamos até levar o segundo gol.
Tirar o Tuta e colocar o Everton era a última alternativa, e não adiantou. O Gavilán distribui alguns coices pra mostrar que no Olímpico a gente manda e o jogo acabou.
Daí a torcida deu um show e mostrou porque é a melhor do Brasil: aplaudiu, cantou o hino e homenageou os caras que nos transformaram de azarão em segundo melhor time da Libertadores. Não é pouco o que eles fizeram.
Grêêêêêêêmiooooo, Grêêêêêêêmiooooo.
Vaias para Tuta, Amoroso e Lucas na hora das medalhas. Sei lá, mesmo que os caras não tenham correspondido às expectativas, não acho que sejam uns mal-intencionados como os jogadores que nos levaram para a Série B em 2004. Aqueles é que merecem ser vaiados pela eternidade.
Saímos do estádio tristes, mas ainda assim orgulhosos.
Nosso time chegou à final eliminando grandes times, como o São Paulo e o Santos, enquanto outros tantos ficaram pelo caminho. Times melhores, mais ricos.
Enfrentamos um adversário poderoso, jogamos bem na casa dele e levamos azar em casa. Mas nosso time não se conformou nunca com a derrota e lutou o tempo todo. É assim que tem que ser. É assim que o Grêmio faz há quase 104 anos, ganhando ou perdendo.
Esse é o time que a gente ama.
Imortal.
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Obrigado
Mais cenas de ontem, agora com movimento.
A nossa torcida deu mais um show comovennte ontem. Chegou cedo, cantou o tempo todo e aplaudiu o tima no final, como eu não vi os Santistas fazerem depois que perderam a vaga pra nós e os veremelhos nunca fizeram.
Que outra torcida lotaria o seu estádio e apoiaria o tempo todo um time que está perdendo por três gols? Olha, nem com ingresso a um real, como fazem em vários estados desse Brasil, outros estádios estariam cheios nessa situação.
Olhem a aprendam, imundos! Essa é a maior torcida do Rio Grande e a melhor do Brasil.
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Nós chegamos
Chora, colorado imundo: segundo na Libertadores não é último.



Grêmio 0 x 2 Boca Juniors
Libertadores da América
Final
Estádio Olímpico Monumental
Porto Alegre
Por uma falha técnica, terei que atrasar um pouco as últimas postagens. Tô sofrendo, é claro que tô.
Mas futebol é assim mesmo. Às vezes a gente perde.
Independente de não chegar ao tri, mostramos o valor do nosso Grêmio, da nossa tradição e da nossa torcida para o Mundo inteiro.
Conseguimos resultados surpreendentes, chegamos mais longe do que qualquer outro time brasileiro e, principalmente, vimos o Once Caldas aniquilado da competição bem no comecinho dela.
E domingo, mesmo com um time destruído, vamos ao Chiqueiro pra dar um corretivo neles.
Daqui a pouco nosso blog estará completo. E finalizado.
Dá-lhe, Grêmio!
Muito obrigado, Tricolor!
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quarta-feira, 20 de junho de 2007
Fui!

Fechou-se a birosca. Tô indo pro Monumental. Quer dizer, ainda não, mas chega de escrever por hoje!
Agora só nos resta ser imortais, heróicos, incansáveis.
Vamos botar pressão o tempo todo no Boca. Vamos cantar o tempo todo. Vamos gritar feito loucos até acabar com a nossa voz. Vamos chorar. Vamos rir. Vamos aplaudir. Vamos agradecer a Deus por termos nascido gremistas. Vamos ser maiores ainda. Vamos fazer história. Vamos calar a boca dos nossos rivais.
Vamos ser Campeões da América, como em 1983 e 1995.
Ou melhor, vamos ser Tri-Campeões da América.
E vamos mijar no muro do Beira-Rio depois de tudo isso.
Eu acredito. Sempre acreditei.
Vamos virar!
Dá-lhe, Grêmio!
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Não tem Nívea for Man que segure
Hoje a adrenalina foi mais forte.
Em dia de decisão de Libertadores, não tem Nívea for Man nem L'Eau d'Issey que segure.
Em dia de decisão de Libertadores, não tem Nívea for Man nem L'Eau d'Issey que segure.
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Flash-Mob do Grêmio Libertador. À meia-noite mijarei no teu cadáver.
É hoje, meus amigos.
Se você não tá sabendo, clica aqui.
E vamos fazer o nosso xixi no muro do Chiqueirinho.
Se você não tá sabendo, clica aqui.
E vamos fazer o nosso xixi no muro do Chiqueirinho.
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