Algumas observações, antes que o tempo se encarregue de apagar as lembranças:
COMO É BOM VER O GRÊMIO JOGANDO COMO O GRÊMIO. E não to aqui falando da raça, entrega e disposição. E sim de como é bom ver um time que não foi inventado, improvisado, costurado. Jogando com dois volantes, dois meias, dois atacantes. Mérito do Renato, que parou de brincar de Celso Roth.
COMO É BOM VER O ESCUDERO JOGANDO NA POSIÇÃO DO ESCUDERO. Já tinha escrito em outro post, mas o Renato não escalou o gringo na oportunidade, que estava feliz por ter a chance de ver o gringo armando no meio campo, sem jogar de costas pra zaga como um segundo-falso-atacante. Na ocasião o Renato driblou todo mundo e inventou um time que eu nem lembro a escalação.
Pode não ser só isso (o posicionamento), talvez seja ao tal período de adaptação. Mas o fato é que ele jogou muito e, principalmente, foi DEVIDAMENTE consolado pelos jogadores quando de sua discriteriosa expulsão. Força do GRUPO, ponto pra gente.
COMO É BOM VER A ZAGA COLORADA JOGANDO COM KISUCO, BOLIVAR E RENAN. Esta comédia só poderia ser pegadinha do Bozo.
Agora é esperar o domingo e apoiar o time sem limites. Não vai ser fácil, mas dá pra dizer que facilitaram muito!
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
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domingo, 27 de março de 2011
Seguindo com a média
Mais um jogo para mostrar que, no Ruralito, todos querem jogar uma Copa do Mundo contra o Grêmio. O Pelotas começou marcando com muita vontade e encontrou um juiz que colabora muito nesse tipo de combate. O tricolor, mais uma vez, não começou tão rápido quanto o adversário, apostou na maratona. Fomos melhores defensivamente, mas não levávamos perigo no ataque.
Deu para ver como andam alguns ex-tricolor, como o Carlos Gavião, campeão da Copa do Brasil de 2001, e o Makelelê, para alegria do Tito (desculpa, não pude deixar passar essa...). O Makelelê foi o de sempre. Muita vontade, muita correria e muito pouco futebol. E o Gavião já foi melhor no Pelotas em outros tempos. Seguimos com a sina de tomar gol do Sandro Sotilli. Até acabar o gás do time adversário.
No segundo tempo, dominamos as ações e, com paciência, furamos a defesa e fizemos nossos três gols. Destaco positivamente principalmente o Douglas que, mesmo em um jogo apagado, errou poucos passes (contei uns três), da mesma fora como foi contra o Coloradinho, e deixou o Lúcio na cara do goleiro em um lance espetacular.
Finalmente, gostaria de destacar como muito boa a entrevista do Antônio Vicente Martins sobre a polêmica participação do Renato no torneio de Futivôlei. Sei que tem muita gente (como o Tiago) que gostaria que ele não participasse, por motivos diversos. Eu, particularmente, não vi problema nenhum desde o início. Mas a maneira como o tricolor tratou o episódio foi exemplar: não é um prêmio, não é uma concessão da direção em troca do comparecimento do técnico nos jogos no interior, não é desrespeito do técnico. Trata-se de uma ação de marketing para levar a imagem do Grêmio para um horário onde quase nenhum time aparecerá. E, sendo o Renato um cara polêmico, todo o mundo vai ver seu jogo nem que seja para secar. E ponto. Fica bem difícil para a imprensa criar caso depois disso.
Agora é o Juventude.
Deu para ver como andam alguns ex-tricolor, como o Carlos Gavião, campeão da Copa do Brasil de 2001, e o Makelelê, para alegria do Tito (desculpa, não pude deixar passar essa...). O Makelelê foi o de sempre. Muita vontade, muita correria e muito pouco futebol. E o Gavião já foi melhor no Pelotas em outros tempos. Seguimos com a sina de tomar gol do Sandro Sotilli. Até acabar o gás do time adversário.
No segundo tempo, dominamos as ações e, com paciência, furamos a defesa e fizemos nossos três gols. Destaco positivamente principalmente o Douglas que, mesmo em um jogo apagado, errou poucos passes (contei uns três), da mesma fora como foi contra o Coloradinho, e deixou o Lúcio na cara do goleiro em um lance espetacular.
Finalmente, gostaria de destacar como muito boa a entrevista do Antônio Vicente Martins sobre a polêmica participação do Renato no torneio de Futivôlei. Sei que tem muita gente (como o Tiago) que gostaria que ele não participasse, por motivos diversos. Eu, particularmente, não vi problema nenhum desde o início. Mas a maneira como o tricolor tratou o episódio foi exemplar: não é um prêmio, não é uma concessão da direção em troca do comparecimento do técnico nos jogos no interior, não é desrespeito do técnico. Trata-se de uma ação de marketing para levar a imagem do Grêmio para um horário onde quase nenhum time aparecerá. E, sendo o Renato um cara polêmico, todo o mundo vai ver seu jogo nem que seja para secar. E ponto. Fica bem difícil para a imprensa criar caso depois disso.
Agora é o Juventude.
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Na boa: eu não acho o Grêmio ruim.
Com o advento da NET lá em casa (com PFC), e com um link que permite ouvir o Sala de Redação no trabalho, consigo acompanhar os jogos do Imortal e ouvir a Rádio Gaúcha de Porto Alegre. E pra produzir minha quantidade vital de bile negra diariamente, leio os blogs do clicrbs.
Geralmente, os caras falam muito mal do time do Grêmio. Quando ganha, quando empata e, mais ainda, nas poucas vezes em que perdeu.
Os caras atingiram o absurdo da chinelagem com a Libertadores: o Santos, com dois pontos, classifica; o Grêmio, com sete, corria riscos de ficar de fora (mas agora que o Oriente ganhou do León a coisa deve amenizar).
Se, tragicamente para eles, o Grêmio classificar, pior ainda: vai terminar em segundo no Grupo, não vai ser o melhor de todos os segundos e, jogando a partida de volta fora, não vai conseguir chegar a lugar nenhum.
Sinceramente, vão tomar no cu!
Vejo os jogos e, mesmo quando o time não vai bem, não acho que seja tão ruim. Acho que os caras tão é falando merda. Transparece, nos comentários e nos textinhos deles, uma implicância com o Renato, um esforço pra criar um problema de fora pra dentro - como fizeram com a entrevista infeliz do Paulo Bobone depois do jogo com o León.
Aqui em SP a gente acaba vendo os jogos dos 4 grandes, e posso afirmar com certeza que eles não estão melhores do que nós. O futebol carioca, apesar dos dois últimos campeonatos brasileiros, não passa de uma piada. E o pouco que vi dos carinhas do aterro também não me assustou. No Brasil, quem pode fazer frente pra nós é o Cruzeiro (lembrando que, daqui a pouco, o Cuca vai ter mais uma crise depressiva e o time desanda).
Pra mim, esse é o melhor Grêmio em muito tempo: temos bons jogadores, esquema de jogo definido, um grupo com alternativas bacanas, um treinador do caralho e a torcida que mais ajuda seu time no Brasil.
É isso que eu vejo a mais de mil quilômetros de distância de Porto Alegre. E não acho que a distância torne o meu julgamento menos rigoroso. Acho, até, que ele fica mais claro.
No mais é isso, galera! Um bom fim de semana a todos e acreditem: vamos levantar taças em 2011.
Dá-lhe, Grêmio!
Geralmente, os caras falam muito mal do time do Grêmio. Quando ganha, quando empata e, mais ainda, nas poucas vezes em que perdeu.
Os caras atingiram o absurdo da chinelagem com a Libertadores: o Santos, com dois pontos, classifica; o Grêmio, com sete, corria riscos de ficar de fora (mas agora que o Oriente ganhou do León a coisa deve amenizar).
Se, tragicamente para eles, o Grêmio classificar, pior ainda: vai terminar em segundo no Grupo, não vai ser o melhor de todos os segundos e, jogando a partida de volta fora, não vai conseguir chegar a lugar nenhum.
Sinceramente, vão tomar no cu!
Vejo os jogos e, mesmo quando o time não vai bem, não acho que seja tão ruim. Acho que os caras tão é falando merda. Transparece, nos comentários e nos textinhos deles, uma implicância com o Renato, um esforço pra criar um problema de fora pra dentro - como fizeram com a entrevista infeliz do Paulo Bobone depois do jogo com o León.
Aqui em SP a gente acaba vendo os jogos dos 4 grandes, e posso afirmar com certeza que eles não estão melhores do que nós. O futebol carioca, apesar dos dois últimos campeonatos brasileiros, não passa de uma piada. E o pouco que vi dos carinhas do aterro também não me assustou. No Brasil, quem pode fazer frente pra nós é o Cruzeiro (lembrando que, daqui a pouco, o Cuca vai ter mais uma crise depressiva e o time desanda).
Pra mim, esse é o melhor Grêmio em muito tempo: temos bons jogadores, esquema de jogo definido, um grupo com alternativas bacanas, um treinador do caralho e a torcida que mais ajuda seu time no Brasil.
É isso que eu vejo a mais de mil quilômetros de distância de Porto Alegre. E não acho que a distância torne o meu julgamento menos rigoroso. Acho, até, que ele fica mais claro.
No mais é isso, galera! Um bom fim de semana a todos e acreditem: vamos levantar taças em 2011.
Dá-lhe, Grêmio!
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sábado, 12 de março de 2011
Nem tudo são espinhos
Sempre é necessário alguém fazer o trabalho sujo. Como costumamos falar, gremistas na boa e na ruim. E blogueiros gremistas também, em ambas situações.
Por um lado, nunca vi ninguém jogar com a camiseta do Grêmio tão mal quanto hoje - e incluo aí times de firma em churrasco de final de ano. A perna estava pesada, a jogada não saía, a bola batia na canela, o time não fazia nenhuma menção de reagir e apenas agradecia aos céus quando a bola não entrava. Tanto que o Mateus fez um milagre, daqueles dignos de InVictor.
Por outro lado, no meio de tantos "dormentos" e confirmações de que tem certos jogadores que precisam urgentemente de uma geladeira, gostei de algumas atuações. O Fernando fez muito melhor do que eu imaginei a função do Rochemback. Ou seja, para a primeira volância, temos um reserva que não deixa o time manco. Também achei uma boa partida do Neuton, principalmente quando jogou ao lado do Saimon, reeditando a zaga sangue-frio do Brasileiro Sub-20 de 2009. Os dois tem uma sintonia monstra - mesmo que tenhamos tomado o segundo gol com essa formação (se olharem o "VT", verão que estavam cada um em um, mas ninguém acompanhou o que veio de trás).
No mais, infelizmente, merecemos perder. Agora é coleta na caixinha, bola pra frente, e LA à vista.
Por um lado, nunca vi ninguém jogar com a camiseta do Grêmio tão mal quanto hoje - e incluo aí times de firma em churrasco de final de ano. A perna estava pesada, a jogada não saía, a bola batia na canela, o time não fazia nenhuma menção de reagir e apenas agradecia aos céus quando a bola não entrava. Tanto que o Mateus fez um milagre, daqueles dignos de InVictor.
Por outro lado, no meio de tantos "dormentos" e confirmações de que tem certos jogadores que precisam urgentemente de uma geladeira, gostei de algumas atuações. O Fernando fez muito melhor do que eu imaginei a função do Rochemback. Ou seja, para a primeira volância, temos um reserva que não deixa o time manco. Também achei uma boa partida do Neuton, principalmente quando jogou ao lado do Saimon, reeditando a zaga sangue-frio do Brasileiro Sub-20 de 2009. Os dois tem uma sintonia monstra - mesmo que tenhamos tomado o segundo gol com essa formação (se olharem o "VT", verão que estavam cada um em um, mas ninguém acompanhou o que veio de trás).
No mais, infelizmente, merecemos perder. Agora é coleta na caixinha, bola pra frente, e LA à vista.
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quinta-feira, 10 de março de 2011
Eles não aprendem mesmo...
Eu não tava dando a menor bola para esse primeiro turno de ruralito. Pelo jeito, nem o Grêmio. Mas tem gente que, realmente, não aprende.
Então, mais uma vez, fica a lição ao torcedor adversário: nunca, nunca mesmo, cante "é campeão" antes do apito do juiz em jogos no Olímpico. Isso evita vexame.
Então, mais uma vez, fica a lição ao torcedor adversário: nunca, nunca mesmo, cante "é campeão" antes do apito do juiz em jogos no Olímpico. Isso evita vexame.
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quarta-feira, 9 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
O que foi aquilo?
"Do jogo de hoje eu não posso tirar nada, só o que não pode acontecer quinta."
O Santo, para variar, definiu bem o que pode ser dito do que aconteceu neste domingo, às 17:00. A entrega de taças mais narcisista dos últimos tempos teve como coadjuvante a camisa tricolor vestida em extraterrestres que pousaram hoje na terra para chutar uma bola. E deve ser por isso que tinham uma lógica exemplar: caminhando com 0x0? Oras, caminhando com 0x2! Aquilo foi horrível. O time do Novo Hamburgo é vergonhoso. E, como já dizia aquele velho deitado do Itararé, de onde menos se espera é daí é que não sai nada.
O que também não pode acontecer mais é colocar quatro atacantes. O que é que se tira de útil de uma coisa dessas? Se fosse o último recurso em uma final de campeonato, tudo bem. Mas não foi o caso. Nem gol saiu, porque os nossos quatro atacantes passaram a se marcar muito eficientemente. Um que pareceu querer jogar, logo que entrou, foi o Maylson que, misteriosamente, parou de receber a bola quando mostrou que os zagueiros daquele time de várzea tiravam todas pelo alto, mas se embananavam ridiculamente com cruzamentos rasteiros. No mais, salva aí o Adilson e o Carlos Alberto, mas só por ser estreia. Foi irritante.
Mas aquilo que aconteceu hoje não significa absolutamente nada. Dá uma raiva, foi pela televisão, deu para vaiar um monte (pela televisão tá liberado, certo?), mas foi apenas um pesadelo, deu, chega. Orelhas devidamente puxadas, esporros distribuídos e voltaremos a jogar futebol já nessa segunda. Não vai mais acontecer. E para isso, foi bom. Se alguém tava levando o Renato na barbada, se estrepou. E já tem substituição para quinta: sai o "craque" Sanguedebarata e entra o volante Sanguenosóio. Sem qualquer alusão aos presentes no gramado hoje.
PS: já deu teu lance? A gurizada agradece.
O Santo, para variar, definiu bem o que pode ser dito do que aconteceu neste domingo, às 17:00. A entrega de taças mais narcisista dos últimos tempos teve como coadjuvante a camisa tricolor vestida em extraterrestres que pousaram hoje na terra para chutar uma bola. E deve ser por isso que tinham uma lógica exemplar: caminhando com 0x0? Oras, caminhando com 0x2! Aquilo foi horrível. O time do Novo Hamburgo é vergonhoso. E, como já dizia aquele velho deitado do Itararé, de onde menos se espera é daí é que não sai nada.
O que também não pode acontecer mais é colocar quatro atacantes. O que é que se tira de útil de uma coisa dessas? Se fosse o último recurso em uma final de campeonato, tudo bem. Mas não foi o caso. Nem gol saiu, porque os nossos quatro atacantes passaram a se marcar muito eficientemente. Um que pareceu querer jogar, logo que entrou, foi o Maylson que, misteriosamente, parou de receber a bola quando mostrou que os zagueiros daquele time de várzea tiravam todas pelo alto, mas se embananavam ridiculamente com cruzamentos rasteiros. No mais, salva aí o Adilson e o Carlos Alberto, mas só por ser estreia. Foi irritante.
Mas aquilo que aconteceu hoje não significa absolutamente nada. Dá uma raiva, foi pela televisão, deu para vaiar um monte (pela televisão tá liberado, certo?), mas foi apenas um pesadelo, deu, chega. Orelhas devidamente puxadas, esporros distribuídos e voltaremos a jogar futebol já nessa segunda. Não vai mais acontecer. E para isso, foi bom. Se alguém tava levando o Renato na barbada, se estrepou. E já tem substituição para quinta: sai o "craque" Sanguedebarata e entra o volante Sanguenosóio. Sem qualquer alusão aos presentes no gramado hoje.
PS: já deu teu lance? A gurizada agradece.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Tudo em casa
Esse sim, um jogo de Gauchão, onde, no final, não se sabe quem é de qual time, já que todos estão de marrom. Teve um bom primeiro tempo do Roberson, com boas enfiadas de bola, muita serenidade do Mateus em mais uma ótima parceria com o Adilson. E boas subidas do Mário. De bom mesmo, só o retorno dos giros do Borges que, graças ao infeliz do zagueiro do São Luiz, não conseguiu marcar um gol no finalzinho. Antes o autor no nosso gol, o filho do Mayl, já havia tirado o doce da boca do nosso centroavante no momento do gol, em um cruzamento milimétrico do Mário Fernandes. Que o baiano guarde os gols para o momento que interessa.
E é isso mesmo que me leva a escrever agora: mais do que decidir todas as partidas em casa, foi interessante ver o Grêmio jogando com outro tipo de centrovância, uma que prefere a bola por baixo, com toques rápidos, paredes e giros para a cara do gol. Isso traz uma alternativa interessante para jogos em que a passagem dos laterais está dificultada pela entrada de meias rápidos do adversário, ou naqueles muitos jogos onde não rola um cruzamento. Já imaginei Carlos Alberto e Escudero passando no buraco aberto na defesa pelo nosso tanque de 1,70. E também revela que, com bastante treino, é possível jogar com dois centroavantes. Enfim, opções - o que a gente não tinha no ano passado.
E é isso mesmo que me leva a escrever agora: mais do que decidir todas as partidas em casa, foi interessante ver o Grêmio jogando com outro tipo de centrovância, uma que prefere a bola por baixo, com toques rápidos, paredes e giros para a cara do gol. Isso traz uma alternativa interessante para jogos em que a passagem dos laterais está dificultada pela entrada de meias rápidos do adversário, ou naqueles muitos jogos onde não rola um cruzamento. Já imaginei Carlos Alberto e Escudero passando no buraco aberto na defesa pelo nosso tanque de 1,70. E também revela que, com bastante treino, é possível jogar com dois centroavantes. Enfim, opções - o que a gente não tinha no ano passado.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Azeitando o time no "Velho Caldeirão"
Depois de um jogo em 440V no meio da semana, quase todo o time titular foi à campo para esse insalubre jogo do Ruralito. Mesmo assim, o primeiro tempo de jogo lembrou muito o final do ano passado, pela primeira vez no ano: boa movimentação, muitas alternativas e variação rápida de jogadas. Isso porque o Viçosa incorporou a função tática do Finado, saindo bastante da área e tabelando com quem chega. E fez o seu segundo bom jogo em seguida. Falta só começar a chutar com mais frequência ao gol e ter um pouco mais de força nas divididas.
Outro motivo para que o time funcionasse tão melhor que os outros jogos foi o Willian Magrão. Ele mostrou muita qualidade para sair com a bola de trás e fez uma correria impressionante pelo lado direito. Tanto que o primeiro gol saiu numa completa inversão de papéis: André Lima, o nosso meia armador, pifou o Magrão, nosso ponteiro, que teve toda a calma do mundo para dar o gol ao nosso centroavante, Douglas. A parte ruim é que o Magrão não está na lista da Libertadores.
Uma coisa que apavorou os torcedores nos últimos jogos, a jogada aérea defensiva, parece ter melhorado em função da boa estreia do Rodolfo, que, nesse quesito, ainda anotou uma assistência para o gol de chiripa de Vilson. O gol deles veio em uma bobeada na defesa, porém, num momento onde até eu estava esbaforido naquele calorão do caramba. E isso que eu ainda pude comprar um picolé e uma água.
É isso, pessoas. Finalmente, parece que a máquina está azeitando.
Outro motivo para que o time funcionasse tão melhor que os outros jogos foi o Willian Magrão. Ele mostrou muita qualidade para sair com a bola de trás e fez uma correria impressionante pelo lado direito. Tanto que o primeiro gol saiu numa completa inversão de papéis: André Lima, o nosso meia armador, pifou o Magrão, nosso ponteiro, que teve toda a calma do mundo para dar o gol ao nosso centroavante, Douglas. A parte ruim é que o Magrão não está na lista da Libertadores.
Uma coisa que apavorou os torcedores nos últimos jogos, a jogada aérea defensiva, parece ter melhorado em função da boa estreia do Rodolfo, que, nesse quesito, ainda anotou uma assistência para o gol de chiripa de Vilson. O gol deles veio em uma bobeada na defesa, porém, num momento onde até eu estava esbaforido naquele calorão do caramba. E isso que eu ainda pude comprar um picolé e uma água.
É isso, pessoas. Finalmente, parece que a máquina está azeitando.
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Dando o recado
Pra quem ainda não entendeu a atitude do Renato, quando afirmou que não pretende acompanhar os jogos do ruralito no interior à beira do gramado, eu traduzo: ele está corajosamente afirmando o que a direção em outras épocas relutou em afirmar - o gauchão desse ano não vale nada, o foco é o TRI de LA'11.
E é só isso, um recado. Duvido que ele, ou a diretoria, permitam que isso aconteça e provavelmente o Renato vai acompanhar o time A e B em todos os jogos. Até pelo magnetismo que ele tem na atração de sócios, a presença dele é importante independente do time titular ou reserva entrar em campo. Mas o recado tá dado: "vamos fazer o máximo pra conquistar o ruralito, mas to cagando se alguma coisa der errada".
Eu sei que muita gente não pensa assim, que time campeão tem que ser campeão em todos os campeonatos, etc, etc, etc... Mas eu to com o Renato. Mais uma vez.
E é só isso, um recado. Duvido que ele, ou a diretoria, permitam que isso aconteça e provavelmente o Renato vai acompanhar o time A e B em todos os jogos. Até pelo magnetismo que ele tem na atração de sócios, a presença dele é importante independente do time titular ou reserva entrar em campo. Mas o recado tá dado: "vamos fazer o máximo pra conquistar o ruralito, mas to cagando se alguma coisa der errada".
Eu sei que muita gente não pensa assim, que time campeão tem que ser campeão em todos os campeonatos, etc, etc, etc... Mas eu to com o Renato. Mais uma vez.
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
Muito mais que um título
É campeão, caralho! Reparem no caixãozinho, ali repousa o Saci, esgualepado!
Ruralito, Yedão 2010, Cafézinho, Petisco, Acepipe, ou mesmo Engana Bucho. Chame como quiser, digira como lhe convir (Fernando Collor de Mello, Copyright 2008). É um título, um grito de campeão, entalado havia alguns anos, que agora rompe através de 2/3 das gargantas gaudérias esfoladas de tanta carne, chimarrão e CANA.
Mais que um título, essa conquista é o empurrão que o Imortal precisava pra ter a tranquilidade, a certeza e não a incerteza, pra encaminhar um ano que promete. É a afirmação de um trabalho que começou meio que assim, né? Mas que foi indo, tendo percalços e aos poucos se AZEITANDO e encaixando.
Não restam dúvidas que este momento deve ser saboreado e devidamente digerido, e principalmente compreendido. E assimilado, com todos os seus poréns.
--------------------------------
Não irei analizar a partida por total insuficiência de condições. A cerveja se fez presente com IMENSA GARRA antes e depois do jogo. Peço-lhes desculpas por este lapso de consciência, mas creio que os comensais deste seleto blog entenderão.
--------------------------------
Passada a régua e dada a gorjeta ao garçom, agora venha o Fluminense. Mais uma decisão em casa e com vantagem, algo que o Grêmio gosta, pois o regulamento debaixo do braço, feito uma CAPANGA, nos é natural e está umbilicalmente ligada a nossa história.
Vamos pra dentro deles, mas inevitávelmente pensando no Atlético-MG ou no Peixe. Meu amigo, final antecipada nas semis. Fato inegável. E é preciso jogar muito mais, ter mais vontade e mais CULHÃO. Pois só assim daremos essa volta.
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segunda-feira, 29 de março de 2010
#FICAFOSSATI
O cara mal tinha perdido mais um jogo pelo YEDÃO 2010 (SER Caxias 2x0 Morangos) e já estava no Olímpico "espionando" o tricolor. Ou mesmo torcendo e acompanhando o futebol, pois isso é coisa que anda faltando nas bandas do litoral lacustre de Porto Alegre.
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fica fossati,
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quinta-feira, 25 de março de 2010
Hoje é o dia
Jogo contra o segundo melhor time do Yedão 2010 (o primeiro sempre será o Grêmio, obviamente e evidentemente). Jogo pra marcar o 49º jogo de invencibilidade no Olímpico. Jogo cedo, pro cara chegar em casa e ainda DAR UM GRAU na patroa.
Jogo pra assumir a liderança GERAL do certame, já que os Sagüís de Bunda Vermelha levaram uma TUNDA, com direito a OLÉ, gol por cobertura, goleirinho justificando o apelido de PATO, entre outras coisas que Sessão Comédia passou na tv, ontem.
Jogo para reverenciarmos Silas e seus comandados, sem pressão, mas envolvidos e comprometidos por um só objetivo, único e permanente, a VITÓRIA.
Rumo ao Monumental, mas fazendo um pit stop no mais que tradicional Preliminar, pois ninguém é de ferro.
Jogo pra assumir a liderança GERAL do certame, já que os Sagüís de Bunda Vermelha levaram uma TUNDA, com direito a OLÉ, gol por cobertura, goleirinho justificando o apelido de PATO, entre outras coisas que Sessão Comédia passou na tv, ontem.
Jogo para reverenciarmos Silas e seus comandados, sem pressão, mas envolvidos e comprometidos por um só objetivo, único e permanente, a VITÓRIA.
Rumo ao Monumental, mas fazendo um pit stop no mais que tradicional Preliminar, pois ninguém é de ferro.
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yedão 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Hora da verdade
Tipo, chega a soar meio ridículo chamar um jogo contra o Veranópolis como a hora da verdade. Mas na verdade, este jogo o é.
Pois é mata-mata. Pois o time precisa começar a convencer. Pois o time precisa para de bater cabeça na zaga e na contenção. Pois o time precisa (é claro que precisa) acertar ainda mais em gol, e aproveitar melhor as chances.
Quase todos os jogos até agora saímos perdendo. Mas saímos perdendo depois de quase marcar mais de duas vezes, no mínimo. E é mais sabido que time que não faz, leva. Neste tão bizonho YEDÃO 2010, o Grêmio só saiu na frente do marcador contra o pobre time do Guajuviras F. C. de Canoas. Bom, enfiou uma sacola, mas creio que ninguém se enganou com aquele placar tão dilatado.
Então, hoje a noite, 21h50, horário das donzelas assistirem à novela (na Padre Cacique certamente estarão, visto que nem com chororô e ameaças jogarão hoje) é a hora da verdade. Hora de acertar tudo, levantar a cabeça e decidir, se quer ser protagonista, ou coadjuvante, como foi em 2009.
Em frente, Grêmio!
Pois é mata-mata. Pois o time precisa começar a convencer. Pois o time precisa para de bater cabeça na zaga e na contenção. Pois o time precisa (é claro que precisa) acertar ainda mais em gol, e aproveitar melhor as chances.
Borges entra em campo essa noite em busca da artilharia, remoendo Martín Fierro.
Então, hoje a noite, 21h50, horário das donzelas assistirem à novela (na Padre Cacique certamente estarão, visto que nem com chororô e ameaças jogarão hoje) é a hora da verdade. Hora de acertar tudo, levantar a cabeça e decidir, se quer ser protagonista, ou coadjuvante, como foi em 2009.
Em frente, Grêmio!
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O ontem e o hoje
Vi o terrível jogo de ontem. Aliás, um jogo típico de gauchão, onde só faltou o barro e a chuva, bem como faltou também o gramado "pampa" tão tradicional, mas tão olvidado em nossos pagos hoje em dia. Não que fosse bom, pelo contrário, mas era um dos charmes do ruralito.
Ontem o Grêmio foi a campo com uma formação, que na minha opinião tem uma concepção um tanto quanto equivocada. Não gostei do que vi. Primeiro, o Mário pede passagem na lateral direita. Isso é um alívio, por melhor que o Joílson tenha jogado ontem (nem parecia aquele sonâmbulo do ano passado, deve ser a pressão). Rafael Marques me prova a cada dia que é um bom reserva, mas um péssimo titular. Afobado e por vezes insano ao cruzar bolas na frente da área e passar a gorducha como se batesse um tiro de meta. Maurício nem apareceu, só não sei se isso é bom ou ruim.
O meio, com dois volantes, teve Ferdinando jogando na função que eu quero que ele jogue, a de 1º volante. Ele tem pegada, porém, com a bola no pé, é um tanto quanto desajeitado. Fernando, um pivete de 17 anos, bi-campeão sub-20 me surpreende pela sua vontade, e apesar da pouca idade, me passa tranquilidade. Seu batismo de fogo será o GREnal, apesar de eu achar que ele fique no banco. Maylson fez uma excelente partida, e acho que foi injustamente sacado do jogo pra entrada do Mithyuê (nunca acerto esse nome), por melhor que o piá tenha entrado no jogo, acho que quem devia ter saído era o Ferdinando, que já tava amarelado e ainda por cima cansado. Mas enfim.
Fábio Santos já provou que não pode seguir com a nº 6. Ele envergonha a história que Roger escreveu no Olímpico. Lúcio pede passagem, e com muita velocidade, apesar de abrir um rombo na defesa, mas nada que uma boa cobertura (dependendo do esquema tático) não resolva. Por isso não gosto muito do 3-5-2. Ele deixa grandes lacunas no campo quando alguém sai fora de posição, apesar de que sempre tem que ter um zagueiro a fazer a sombra aos alas.
Jonas: Ah, o Jonas. Jonas tem aproveitamento e pontaria de piloto da OTAN. Pra acertar o alvo, precisa de no mínimo trinta tentativas. Eu acho isso inadmissível. Ontem, ele cansou de me irritar. Errou alguns chutes, exagerou em prender a bola, sem contar que vive reclamando dos companheiros e não é muito participativo. Entretanto, fez um gol, mas se tivesse acertado todas as tentativas, nas minhas contas, ele teria feito uns quatro tentos no mínimo. Borges teve um aproveitamento melhor. Apesar de também perder seus gols, mas é muito, mas muito mais jogador que o Jonas.
Então, mesmo com 10min. de acréscimo, o Grêmio não precisou usar os descontos pra virar a partida modorrenta. Mais um jogo, de todos no Yedão 2010 em que saímos perdendo, tendo que ir atrás do prejuízo. Não sei ou não consigo até agora justificar isso. Vamos ver o que acontecerá. Só o tempo dirá.
Ontem o Grêmio foi a campo com uma formação, que na minha opinião tem uma concepção um tanto quanto equivocada. Não gostei do que vi. Primeiro, o Mário pede passagem na lateral direita. Isso é um alívio, por melhor que o Joílson tenha jogado ontem (nem parecia aquele sonâmbulo do ano passado, deve ser a pressão). Rafael Marques me prova a cada dia que é um bom reserva, mas um péssimo titular. Afobado e por vezes insano ao cruzar bolas na frente da área e passar a gorducha como se batesse um tiro de meta. Maurício nem apareceu, só não sei se isso é bom ou ruim.
O meio, com dois volantes, teve Ferdinando jogando na função que eu quero que ele jogue, a de 1º volante. Ele tem pegada, porém, com a bola no pé, é um tanto quanto desajeitado. Fernando, um pivete de 17 anos, bi-campeão sub-20 me surpreende pela sua vontade, e apesar da pouca idade, me passa tranquilidade. Seu batismo de fogo será o GREnal, apesar de eu achar que ele fique no banco. Maylson fez uma excelente partida, e acho que foi injustamente sacado do jogo pra entrada do Mithyuê (nunca acerto esse nome), por melhor que o piá tenha entrado no jogo, acho que quem devia ter saído era o Ferdinando, que já tava amarelado e ainda por cima cansado. Mas enfim.
Fábio Santos já provou que não pode seguir com a nº 6. Ele envergonha a história que Roger escreveu no Olímpico. Lúcio pede passagem, e com muita velocidade, apesar de abrir um rombo na defesa, mas nada que uma boa cobertura (dependendo do esquema tático) não resolva. Por isso não gosto muito do 3-5-2. Ele deixa grandes lacunas no campo quando alguém sai fora de posição, apesar de que sempre tem que ter um zagueiro a fazer a sombra aos alas.
Jonas: Ah, o Jonas. Jonas tem aproveitamento e pontaria de piloto da OTAN. Pra acertar o alvo, precisa de no mínimo trinta tentativas. Eu acho isso inadmissível. Ontem, ele cansou de me irritar. Errou alguns chutes, exagerou em prender a bola, sem contar que vive reclamando dos companheiros e não é muito participativo. Entretanto, fez um gol, mas se tivesse acertado todas as tentativas, nas minhas contas, ele teria feito uns quatro tentos no mínimo. Borges teve um aproveitamento melhor. Apesar de também perder seus gols, mas é muito, mas muito mais jogador que o Jonas.
Então, mesmo com 10min. de acréscimo, o Grêmio não precisou usar os descontos pra virar a partida modorrenta. Mais um jogo, de todos no Yedão 2010 em que saímos perdendo, tendo que ir atrás do prejuízo. Não sei ou não consigo até agora justificar isso. Vamos ver o que acontecerá. Só o tempo dirá.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Devaneios de uma quinta ressacosa
Começa o Ruralito, ou Yedão 2010. O Grêmio vai com sede ao pote, assim como na Copa do Brasil. Parece pouco, mas ora, é o Cafezinho. E faz dois anos que não levamos. Claro que o nosso principal objetivo no 1º semestre é buscar a QUINTA COPA DO BRASIL, mas pra isso, é fundamental um injeção de ânimo que uma conquista local representa. Tanto pros torcedores, como pros profissionais.
O time, já cansamos de analisar aqui, porém, vale ressaltar alguns pontos ainda: PRECISAMOS de um lateral direito. Fala-se em Angeleri e Vítor. Sobre o último, parece que querem o Jonas em troca. Onde assino? O Jonas já se mostrou e todos sabemos que é um artilheiro de colégio, pois tem um péssimo aproveitamento, marcando um gol a cada TROCENTAS tentativas, sem contar as vezes que ele perde 3 ou 4 gols no mesmo lance. Já o QUARTETO sãopaulino que o Grêmio montou me aparenta até agora um baita acerto da direção. O Seu Meira erra muito, somos críticos dele, porém há de se ressaltar os acertos. Senão vira pegação de pé sem, pura e simplesmente. Ainda falam do Douglas, Marcelo Moreno... Pra mim, o Douglas esse já iria acrescentar uma enormidade no elenco. Mais uma vez, onde assino?
Voltando a obcessiva Copa do Brasil, quero o Grêmio entrando com sangue no olho e comendo grama. Seja contra o Jaciara, Mixto ou mesmo o União Rondonópolis, ou contra o Vasco, o Palmeiras, enfim. E vamos pra ganhar todos os jogos, das 4 Copas que temos, somente uma não ganhamos de forma invicta. Quero a quarta invicta, já, agora.
Voltando ao Yedão 2010, o Grêmio encara o Pelotas, neste domingo, creio que com transmissão para todo o estado.
O time, já cansamos de analisar aqui, porém, vale ressaltar alguns pontos ainda: PRECISAMOS de um lateral direito. Fala-se em Angeleri e Vítor. Sobre o último, parece que querem o Jonas em troca. Onde assino? O Jonas já se mostrou e todos sabemos que é um artilheiro de colégio, pois tem um péssimo aproveitamento, marcando um gol a cada TROCENTAS tentativas, sem contar as vezes que ele perde 3 ou 4 gols no mesmo lance. Já o QUARTETO sãopaulino que o Grêmio montou me aparenta até agora um baita acerto da direção. O Seu Meira erra muito, somos críticos dele, porém há de se ressaltar os acertos. Senão vira pegação de pé sem, pura e simplesmente. Ainda falam do Douglas, Marcelo Moreno... Pra mim, o Douglas esse já iria acrescentar uma enormidade no elenco. Mais uma vez, onde assino?
Voltando a obcessiva Copa do Brasil, quero o Grêmio entrando com sangue no olho e comendo grama. Seja contra o Jaciara, Mixto ou mesmo o União Rondonópolis, ou contra o Vasco, o Palmeiras, enfim. E vamos pra ganhar todos os jogos, das 4 Copas que temos, somente uma não ganhamos de forma invicta. Quero a quarta invicta, já, agora.
Voltando ao Yedão 2010, o Grêmio encara o Pelotas, neste domingo, creio que com transmissão para todo o estado.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Qual o campeonato da tua preferência?
O blog do Kuca Kfouri publicou uma pesquisa da TNS Sport sobre as preferências do torcedor brasileiro por campeonatos. Abaixo alguns números:
Campeonato no Brasil de maior interesse do torcedor:
Campeonato Estadual
Copa do Brasil
Libertadores da América
Campeonato no Brasil de maior interesse do torcedor:
- Brasileirão - 56,67%
- Copa do Brasil - 13,77%
- LIBERTADORES DA AMÉRICA - 13,70%
- Estadual - 8,03%
- Brasileirão - 45,71%
- LIBERTADORES DA AMÉRICA - 25,00%
- Copa do Brasil - 15,43%
- NSR/Não lembra - 7,00%
- Estadual - 6,86%
Campeonato Estadual
- FLUMINENSE 10,34%
- MORANGUINHOS 9,54%
- ATLÉTICO 8,09%
- FLAMENGO 7,85%
- CORINTHIANS 7,77%
- BOTAFOGO 7,08%
- CRUZEIRO 6,75%
- SANTOS 6,74%
- VASCO 5,92%
- SÃO PAULO 5,74%
- PALMEIRAS 5,43%
- GRÊMIO 5,38%
- CRUZEIRO 75,24%
- PALMEIRAS 70,65%
- SANTOS 70,22%
- ATLÉTICO 68,94%
- BOTAFOGO 60,18%
- CORINTHIANS 60,17%
- FLUMINENSE 55,17%
- SÃO PAULO 55,02%
- FLAMENGO 50,96%
- MORANGUINHOS 48,47%
- VASCO 42,11%
- GRÊMIO 41,36%
Copa do Brasil
- VASCO 25,66%
- FLAMENGO 16,67%
- GRÊMIO 15,86%
- MORANGUINHOS 14,89%
- BOTAFOGO 14,16%
- FLUMINENSE 13,79%
- CORINTHIANS 12,89%
- SÃO PAULO 12,68%
- PALMEIRAS 8,70%
- CRUZEIRO 8,68%
- ATLÉTICO 8,51%
- SANTOS 6,18%
Libertadores da América
- GRÊMIO 31,44%
- SÃO PAULO 23,92%
- MORANGUINHOS 19,85%
- VASCO 18,42%
- FLAMENGO 18,01%
- FLUMINENSE 17,24%
- CORINTHIANS 15,37%
- SANTOS 14,61%
- BOTAFOGO 13,27%
- ATLÉTICO 11,91%
- PALMEIRAS 11,59%
- CRUZEIRO 7,72%
- Somos os torcedores que mais desejam a Copa Libertadores da América. Meio óbvio, né?
- Somos os torcedores que menos se importam com o Ruralito, ao contrário dos coco-irmãos, que são os 2º maiores adoradores dos estaduais. Óbvio também, né?
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