sexta-feira, 21 de maio de 2010
Diagnóstico: anímico e jogador por jogador
Eu tenho clamado, gritado, esperneado e insistindo numa só tecla: precisamos de bandidos. Não do tipo BANDOLEIRO, desses que só dá porrada e invariavelmente é expulso a cada partida que joga, NÃO. Queremos um serial killer. Um não, vários. Mas dos que sabem jogar. Pois o diagnóstico que fiz é claro como o líquido precioso de uma garrafa de cerveja: falta MALDADE no elenco do Grêmio. Faltam jogadores que saibam que uma partida de fútbol se ganha com gols e porrada, intimidando o adversário, seja onde for, contra quem for, inclusive contra a mãe. Exemplos desse jogador especial não faltam na nossa história e poderia ficar aqui citando-os. Isso é HISTÓRICO do Grêmio, não consigo imaginar como ainda não foi INSTITUCIONALIZADO no clube.
Ainda sobre a maldade, um exemplo pra esclarecer tudo: Grêmio x Santos, entrevero e Jonas acerta um TAPINHA na cara do Mádson. Não, né? Dá um CRUZADO nele, cacete. Tapa se dá em mulher, porra. Mas não na cara, na bunda e quando elas pedem, somente. Outro exemplo: Qualidade se para no SOLAÇO e com golpe de MANGO, e bem dados pra tirar do jogo. O Grêmio não faz mais faltas de tirar jogador da partida, isso tá MUITO errado. Victor foi um exemplo claro, no terceiro gol deles. Não vise a bola, quando tu vai dar um carrinho, sendo o último homem e o time adversário está na IMINÊNCIA de fazer mais um gol, tu tens de voar na BACIA do fiodaputa. Nnao foi o que aconteceu. Victor passou batido pelo Wesley, ao invés de simplesmente AMPUTAR as duas pernas daquele merda. Resultado: 3º gol do Santos. Só pra exemplificar mais uma vez.
Entretanto, esse tipo jogador é artigo raro no mercado nacional. E não basta tê-lo no plantel e ele não ser bem orientado pelo técnico, isso também é fundamental. Porém, isso é outro papo. Creio até que o Silas, dentro das possibilidades, está fazendo um bom trabalho. Tirando é óbvio sua PREDILEÇÃO por seus bruxinhos, a turma Ex-Avaí que está no Grêmio, hoje. Já chegaremos neles.
Vamos ao diagnóstico, posição por posição, nome por nome:
GOLEIROS:
Victor: Grande goleiro. Altos reflexos, agilidade. Porém, nota-se que a seleção braziliense lhe fez mal. Victor era uma MURALHA intransponível e graças a ele o Grêmio ficou invicto por quase dois anos no Olímpico. Porém, Victor tem falahado em momentos decisivos e a comparação com Danrlei é inevitável. Danrlei raramente falhava em momentos decisivos. Aliás, ele crescia em momentos decisivos, Victor é o contrário, eles decresce em momentos decisivos.
Marcelo Grohe: já está provado que não é um grande goleiro, somente um bom goleiro. Não transmite segurança.
Matheus: Cria das categorias de base, mas nunca vi ele atuando.
Busatto: Mais promissor goleiro que o Grêmio tem atualmente. Merece se considerado o segundo goleiro do Grêmio. Quem viu suas atuações pelo Brasileiro Sub-20 deste ano sabe do que estou falando. Ainda mais, é pegado de penaltis, e sua vibração contagia. Se é pra apostar em algum goleiro pós-Victor, meu nome é esse.
Conclusão: Temos ótimos goleiros. Pra hoje e pro amanhã. Victor precisa focar melhor o que ele quer da carreira dele: se tornar uma lenda no Grêmio ou passar em branco, por melhor que tenha sido até aqui. Desses todos, negociaria sem o menor remorso o Marcelo Grohe.
ZAGUEIROS:
Rodrigo: Firme e forte, nosso "Capitão" Rodrigo é uma das melhores contratações do ano.
Ozéia: Já mostrou a que veio, ou seja, um zagueiro tosco e limitado.
Rafael Marques: Outro que já teve muitas chances e nada mostrou de bom. Como Ozéia, é tosco e limitado.
Neuton: Meu xodó. Mostra desde as categorias de base uma força, uma vontade e um GREMISMO impressionantes. Tem tudo pra se tornar um dos melhores zagueiros/laterais esquerdos da história recente do Grêmio.
Mário "El Loco" Fernandez: cheque em branco, mas com o ombro tranquilo. Com o ombro PODRE do jeito que está, nos prejudica por sua ausência em campo. Na minha opinião, ele e Neuton foram as ausências mais sentidas na eliminação da CB'10.
Saimon: Outra cria do Erechim, e outro bom zagueiro das categorais de base. Com e como Neuton, foi campeão Brasileiro Sub-20. Promessa.
Conclusão: é necessária a vinda de mais um zagueiro, experiente de preferência, pode ser nacional ou importado, mas tem que somar e não subtrair como fazem Ozéia e Rafa Marques. Até porque o Mário certamente não passa desse ano no Grêmio, será negociado. Neuton e Saimon, principalmente o Saimon, carecem ainda de mais experiência. Neuton já apresentou suas credenciais, porém, jogando como lateral esquerdo. Pode ser um achado pra essa CARENTE posição. Mas ele é zagueiro. Mas ele pode jogar na lateral. Que dúvida, meus amigos.
Sugestões (clique nos nomes para abrir o link): Direto do mercado sulamericano, mais precisamente argento, Daniel Franco, do atual campeão argentino, Argentino Jrs. Outro que poderia ser uma boa é o zagueiro do Montevideo Wanderer, Diego Rodriguez, que pode tanto jogar de zagueiro esquerdo ou lateral esquerdo.
LATERAIS:
Edílson: Alterna momentos bons e ruins. Seu passe não é grande coisa, não cruza corretamente. É empenhado, mas empenho muitas vezes não é suficiente. Nem bater corretamente sabe.
Bruno Collaço: Um jovem ainda que precisa aprimorar muito. Não sabe se apoia ou defende, mas creio que aprimorando seu futebol, pode vir a ser um bom reserva.
Lúcio: está no estaleiro, com o joelho em frangalhos, ainda. É um jogador já de mais idade e que não lembra de nem de longe o bom e velho Lúcio que INFERNIZA pela lateral esquerda. Acho que já deu pra ele.
Joílson e Fábio Santos: vieram com pompa e circunstância como salvadores da lateral e naufragaram tal qual um CAÍCO no Braço Morto em Imbé. Podem ir que não deixarão saudades.
Conclusão: Precisamos de dois laterais que venha pra assumir a titularidade. Na minha opinião, é a busca mais difícil. Porém, o mercado sulamericano tem ótimos jogadores nestas posições, não esquecendo que o Paraguay é um ótimo formador de laterais. Posição mais carente do tricolor.
Sugestões: Matías Perez, atualmente no Arsenal de Sarandi parece ser um bom nome. Outro que poderia vir é o Paulinho, que atuou pelo Nóia no Yedão 2010. E mais uma opção pra lateral direita: Fernando Acosta, ex-Boca.
VOLANTES:
Adílson: esse menino de Bom Princípio é uma ilha de GREMISMO num oceano de vaidades e ruindades. Longe de mim dizer que Adílson é um Dinho ou um Luis Carlos Goiano. Não. Mas ele tem se esforçado e mostrado a cada dia que quer ser um. Precisa é aprimorar. Seus desarmes são muito bons. Adílson também é incansável, e trabalha sozinho num meio campo que nem de longe tem cara de Grêmio. Adílson é a minha esperança pela volta do ORTODOXISMO e PRAGAMATÍSMO tricolor: dureza contra os adversários, defesa sólida e garra, nunca se entregando.
Maylson: O filhos do seu Mayl já provou sua bola. Urge a sua manutenção no time em busca de um maior equilíbrio.
William Magrão: Não tem nem de longe lembrando o 2º volante que assombrou o país em 2008. Sinceramente, acho que a lesão que ele teve no joelho lhe inferniza até hoje, mesmo que seja psicologicamente falando.
Ferdinando: Apesar de ter sido eleito o Gremista do Mês de Fevereiro pelo BloGrêmio, Ferdinando DÓI de ruim. Nunca deveria ter vindo.
Fernando: uma boa promessa, porém, como volante de contenção. Tem tudo pra se tornar um ótimo volante. Meu meio de campo ideal teria ele e Adílson, formando uma bela dupla de volantes. E Fernando tem o passe mais qualificado que o Adílson.
Fábio Rochemback: Ah, esse sujeito veio aqui pra tirar dinheiro do Grêmio. Essa é a única explicação plausível. É de doer ver esse pangaré OBESO se arrastando em campo. Uma das piores contratações dos últimos anos.
Conclusão: Dos seis apresentados, somente 3 tem condições de vestir a camiseta do Grêmio. Os outros, que peçam seu boné e vão achar outros trouxas pra pagarem seus salários. Nesse setor é que mora um dos problemas do Grêmio: a falta de maldade, a bandidagem e a malandragem, bem como a catimba. Um gringo aí ia acrescentar muito. Principalmente em experiência.
Sugestão: Fala-se em Sebatián Battaglia, atualmente ficando sem contrato no Boca. Me parece ser um bom nome, mas não sei se seu joelho operado do menisco atenderá à demanda, ainda mais com o exigente Profº Paixão na preparação física, mas repito, é um bom nome. Outro nome que me agrada é o de Santiago Ostolaza, do Racing Club de Montevideo, vale a pena e é jovem.
MEIAS:
Douglas: Douglas é artigo raro no mercado, portanto, deve ficar no Grêmio. Meia de passes corretos, canhoto e que centraliza o jogo são pouquíssimos no Brasil. O problema é que quando o Douglas vai mal, o meio do Grêmio vai mal. Mas creio que ele tendo dois volantes por trás e mais um outro com ele, de preferência destro, rende mais que com o Hugo.
Hugo: de começo displiscente e preguiçoso, ele demorou a encaixar. Mas não lembra ainda o o Hugo que por aqui passou em 2006. Fora alguns lampejos. Mas vejo uma evolução no seu futebol.
Souza: outro caso igual ao do Lúcio. Porém, não se sabe se fica no Grêmio. Nem consigo imaginar ele jogando no time hoje em dia. É de esperar pra ver.
Mithyuê: O menino de nome estranho é estranhamente preterido por WILLIAM ou Leandro no banco. Isso é inaceitável. Joga muita bola e nem relacionado é? Isso não me cheira bem.
Conclusões: De meias estamos bem servidos. Falta-lhes porém muitas vezes a devida proteção dos volantes, bem como eles serem mais voluntariosos, voltando pra marcar e mordendo o adversário na primeira bola. É necessário mais entrega, mais loucura e muito mais corrida.
ATAQUE:
Borges: nada a falar, há não ser lamentar o azar dele em algumas partidas decisivas, como foi com o Santos na Vila Belmiro.
Jonas: de pior atacante do mundo a solução dos nossos problemas? Continuo desconfiando. Por mais gols que ele faça, eu não vejo em Jonas o potencial do grande artilheiro. Espero estar errado.
William: Bah, esse é caso perdido. O Batoré Cover Human Pinball Hóspede do Barulho consegue ser pior que o Marcel. Com um reforço desses, quem gosta é o adversário.
Bérgson: todos já sabem o que penso dele.
Leandro: de que serve um atacante que não faz gols? O único jogo em que Leandro teve IMPORTÂNCIA foi no GREnal vencido por 2x0 no Chiqueiro. Ele infernizou os macacos.
Roberson: de promessa ao ostracismo. Autor do gol que CAGOU 68% dos gaúchos contra o Flamengo no Maracanã ano passado, foi emprestado ao Juventude pra disputar o Yedão deste ano. Pra mim, o único que presta das categorias de base.
Conclusão: precisamos de mais um atacante pra ser reserva do Borges e do Jonas. Sem isso e precisando depender do William, nossos santos vão ter de se puxar.
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Espero que este texto chegue aos homens do futebol do Grêmio. Que eles vejam o quão prejudicial algumas contratações tem sido, e o quão prejudicial tem sido a falta de GREMISMO.
Agora leitor, quero a sua opinião: O que falta ao Grêmio? Jogadores? Quais? Atitude? Garra? Quero saber, até porquê este post não está completo, ele vai se atualizado com tuas idéias.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Email do Leitor
Peço espaço aos amigos do blog Grêmio Libertador para que meu texto seja publicado.
Acompanhei os comentários e textos publicados recentemente e, como qualquer gremista, não há qualquer espaço para discordar do que foi escrito. Temos, amigos, um Grêmio que abandonou seus princípios. Um Grêmio, que uma vez foi copeiro e peleador, agora vai na casa de seus adversários em busca de um mísero empate. Um Grêmio sem um plano B, caso levem um gol. Um Grêmio de desculpas repetidas, que não merece a torcida que tem.
Perdemos. Merecíamos ganhar? Controlamos o jogo? Foda-se. Se o linguajar esculachado não estiver liberado no blog, que seja liberado em campo. Por que não temos um treinador que, ao invés de dar as caras e falar as mesmas hediondas desculpas que estamos cansados de ouvir, não manda seu assistente ou outro capacho, e, se tranca no vestiário com os jogadores e solta o verbo? Sem nem sair do Chiqueiro. Um homem que dê porrada se for necessário em time sem hombridade. Uma voz impetuosa, como a do Felipão, um verdadeiro motivador. Quanto o Grêmio paga para o nosso "manager"? Com o dinheiro que dão ao Lord Autuori, com certeza, o Maxi ficaria e honraria a mítica "16" do nosso Grêmio. O Maxi López que, com todo o respeito aos que criticam, foi um dos poucos lampejos de inspiração que a nossa Direção teve nesse ano.
Lá se vai um ano inteiro, mais um ano inteiro sem títulos. Mais um ano inteiro, desgostosamente, admitindo que o time da beira do lago está melhor administrado do que nós em muitos aspectos.
Todos aqui sabem o que deveria ser feito, o que nós achamos sobre o Gilberto estar próximo a uma vaga da Libertadores com o time mineiro e não ostentando a titularidade na nossa lateral-esquerda. Todos aqui compreendem que o Cruzeiro mereceu estar na final da Libertadores, e não nós. Todos entendem que o Marcelinho Paraíba é o guincho do time do Coritiba. Rebocando todos os outros jogadores, inclusive o goleiro. Alguns devem saber que o Marcelo Rospide está fazendo um excelente trabalho com o nosso "Grêmio B", na Copa Arthur Dallegrave. Que o Rodrigo Caetano está reerguendo o time cruzmaltino da Série B. Que o Mano Menezes correu a macacada em pleno Beira-Rio. Que o Felipe Mattioni foi quase de graça para um time que tem condições de salvar o ano fiscal gremista, nada menos que o AC Milan italiano. Que nossa lateral-direita é ocupada por um zagueiro (um baita de um zagueiro, mas um zagueiro) porque não temos opções melhores, e, que nosso promissor júnior, Thiago Santos, o Thiaguinho, foi emprestado a um clube da Croácia. Que quem veio para ocupar as laterais, Joílson, Fábio Santos e Jadílson, juntos, jogaram menos minutos pelo Grêmio esse ano do que o nosso goleiro reserva. Muitos sabem que o Rafael Carioca queria voltar, mas, não houve sequer esforço de mandarem um representante para a Rússia negociar. Que o Emerson, apesar de tudo que aconteceu com ele na Vila Belmiro, se ofereceu para a Direção como uma profissional na Farrapos, e, foi nem sequer cogitado. Que Julinho Camargo, treinador de uma juventude promissora, vazou do Olímpico sem que abrissem negociações para mantê-lo. Que partes destes jovens, foram "doados" a timecos da Espanha, como Bruno Renan (que voltou emprestado!!), grande gremista, e Thiago Dutra. Que Roger não tem o perfil de jogador que o clube procura (claro, Túlio e Fábio Santos devem ter).
O que ninguém sabe, o que ninguém entende, o que ninguém compreende é por quê. Por que tudo isso aconteceu. E disso, amigos gremistas, nós temos, nós merecemos saber. Precisamos cobrar explicações disto tudo. Eles se acham no direito de cobrar que nos associem, que formemos um Exército... mas qual Guerra vamos disputar? Com esta direção de maricas? Não, obrigado. Ou claras respostas nos são dadas, ou não vou defender um bando de gente sem rosto, que se escondem atrás de máscaras.
Venho propor, através deste blog, que seja feita revolução. Se o Exército Gremista atinge facilmente 100.000 gremistas, a internet, os meios de comunicação, os blogs gremistas atingem muito mais. Se formamos um exército, realmente, temos que pelear. Proponho aqui que tomemos várias ações a partir deste Gre-nal, (nossa quarta derrota este ano com as mesmas desculpas, e dois técnicos diferentes) que derrubemos o Meira e o Autuori, como caiu o Krieger e como caiu o Roth. Que enfraqueçamos o Kroeff. Que forcemos a nossa voz a ser ouvida. Que mostremos aos jogadores que nosso alento incondicional é ao Grêmio, é pela camiseta, pelo manto tricolor e celeste, e não para quem o veste e não o honra. Críticas atingem. Protestos atingem.
Neste sábado, cerca de 1000 gremistas, sob fortíssimo pau d'água, pularam e cantaram o tempo inteiro, de manhã cedo. O treino foi interrompido por causa da chuva. Eles continuaram a cantar, até porque a maioria voltaria ou a pé ou de ônibus para casa, enquanto nossos jogadores e nosso técnico dirigiam seus carros importados. Se isso não os atingiu, que atinjamos o técnico e o derrubemos. Com ele, Meira. O Kroeff não sai, mas, notará que não será reeleito sob a menor das hipóteses, nem que o Koff baixe no corpo dele.
Que façamos desta semana, do jogo contra o Avaí, e da próxima, até surtirmos efeito, um pesadelo à direção. Lotemos o estádio, por que não? Apoiemos e cantemos durante os 90 minutos. Sufoquemos as vaias da Social, que serão muitos. Porém, antes e depois do jogo, na cancha ou no pátio do estádio Olímpico, tumulto. Revolta. Gritos e protesto.
Sufoquemos eles, os que estão contra o Grêmio na casamata, na moita. Sufoquemos em pressão, até que algum resultado, qualquer que seja este, se faça aparecer.
Para cima deles, Grêmio. Pela camiseta.
Josué Antonio dos Santos
23 anos de gremismo e alento incondicional que vem de família
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
O que vai, o que fica, e o que volta
Vai, Herrera, nem de longe o incansável, o castellano indignado, o brigador que tu eras.
Vai, pra puta que te parió, Rochemback, refugo. Vai, e some, Túlio, tu é um cara legal, mas não serve. Vai, desaparece, suma, o cordialismo, o bom mocismo, e ovelhismo do vestiário. Vai embora falta de vontade, falta de culhão, falta de inconformismo com a derrota, falta de critério e falta de direção. Fora daqui, passividade, conformismo, derrotismo e pequenêz. Vai, de volta pros petrodólares, Autuori, o então salvador da pátria que tem se tornado o nossa Judas. Vai, e leva junto também o teu preparador físico que faz um time morrer em campo aos 20min. do segundo tempo. Vai, leva também o Lúcio, pois se não serve pra um dos piores times da Alemanha, não serve pra nós. Leva também o Thiego, o Fábio Santos, o Meira, Perea e o promessa "magic" (?) Douglas.
FICA:
Fica, Souza, mas com condições: que tu não CAGUE mais no pau. Fica Tcheco, que apesar da tua cagonice em provocar um amarelo e amarelar pro GREnal. Fica Maxi, apesar de caro, é um dos mais efetivos camisa 16 dos último 15 anos. Fica Victor, apesar de falhar CAPITALMENTE, ainda tens muito crédito conosco. Fica Léo, fica Rafael Marques (poderia ter quebrado o pescoço do Andrezinho "Perninha de Lixeiro", pra valer o vermelho, mas tudo bem), Mário Fernandes, Bruno Collaço.
VOLTA:
Pulso, vontade, indignação, raça, coragem, valentia, sangue nos olhos, banditismo, malvadeza, chuteiras pretas e de seis travas destrinchadoras de canelas, fome de títulos, cotovelaço na cara do adversário. Volta vestiário comandado por dirigentes que entendem de futebol, volta chute na porta, soco na cara de jogador molenga. Volta porrada na mesa, puxão de orelha, tapa na cara. Volta Penalty. Volta Mano Menezes. Volta Felipão. Volto no tempo. Volta Hugo (se quiser jogar), volta Jeovânio, volta Eduardo Costa, volta qualquer volante de contenção que OUSOU honrar a GLORIOSA camisa nº 5. Volta, Carlos Eduardo, o impetuoso e último ponteiro que teve no Grêmio. Volta.
Mas acima de tudo, volta Grêmio, volta a ser Grêmio.
sábado, 4 de julho de 2009
Um tempo depois - Grêmio Copero
A revolta da torcida ainda é muito grande e não diminuirá, saibam. Não, a menos que haja oxigenação nos discursos e, principalmente, nas decisões práticas. O Krieger saiu e, é coerente que saia, porque foi o cara que, junto com o Odone, e depois, junto com o Kroeff, bancou o Roth, claramente colocando-se em contra da torcida. Aqui cabe uma comparação histórica: quando o Dr. Koff bancou ao Felipão em 93, era o Koff campeão de tudo que bancava e era o ainda desconhecido e gremista Felipão o técnico bancado. São coisas muito diferentes.
Quando a massa se fez ouvir e quando os erros de planejamento fizeram com que o Grêmio caisse feio num gauchão em que nunca se soube claramente se disputaríamos a sério pra ganhar ou pra passar vergonha, tamanho o desencontro entre discurso e prática, resultando numa eliminação vexatória. Dos males o menor, ano de Copa e um período importante pra preparar o elenco com o novo treinador, correto? Errado. Optaram por um treinador não disponível, fizeram-se surdos - mais uma vez - pra torcida e dessa vez também pro Dr. Koff. Todos pediam, inclusive o próprio Portaluppi, pra que ele treinasse o Grêmio. Bancaram um competente interino enquanto Autuori não vinha. Ninguém pode contestar o curriculum do Autuori, mas sim se pode contestar a decisão de uma direção que permite o time jogar sem técnico uma Libertadores de América, sim se pode contestar a decisão de uma direção que não considera a tradição histórica de um Grêmio multi-campeão em mãos de técnicos gremistas, que não considera a necessidade orgânica do contato dia-a-dia entre comandante e comandados. Renato esteve ali o tempo todo, pronto pra trazer a massa pro lado da direção (ao lado do time sempre estivemos), pronto pra incendiar o time e encher de gremismo… o Grêmio. Enquanto isso, Autuori disputava mais outro jogo lá, bem longe dos ares de Porto Alegre. Ao fim e ao cabo, o competente Autuori chegou, com um tom educado que em muito o diferencia do nosso ex-treinador, mas que mudou muita coisa e ainda não teve tempo, sorte, capacidade ou material humano pra mudar nada. Pior pra nós, gremistas, que temos que tragar esse gosto amargo da eliminação, vendo o time cair por cometer os mesmos estúpidos erros, os mesmos atos falhos em bolas alçadas, as mesmas constrangedoras linhas de impedimento, os mesmos arremates que não resultam em gol, cair pros mesmos erros históricos de arbitragem e, novamente, prum time que não é melhor, apenas mais eficiente.
É duro tomar os três gols que tomamos no Mineirão. Evitáveis. É duro ver o Kléber girar encima de um profissional, mas que parecia um piá amador e tocar prum jogador (que estava pronto pra jogar no Grêmio no início do ano) marcar seu terceiro, repito, terceiro gol contra o Grêmio em dois jogos num semi-final de Copa. É duro. É duro saber que até o mais ausente dos gremistas sabe, que o Grêmio sempre teve e sempre precisará ter um patrão dentro ou na frente da área, de preferência nas duas posições, de preferência que um deles seja patrón. Alguém que incorpore a alma do clube e hable a língua da competição. É duro ter um cara como Émerson, gremistão como o Émerson, multi-campeão como o Émerson, vingador como o Émerson, experiente e respeitado como o Émerson oferencendo-se pro Grêmio sem ser contratado. É duro que teus amigos te liguem, antes de um jogo, sorridentes e confiantes pra dividir contigo a alegria de estar lá, presentes, e que meia-hora depois essa alegria e confiança se transforme numa ligação aos gritos, com choro, raiva, e sons de relinchos por culpa de uma direção e polícia despreparadas e desrespeitosas, manchando mais uma vez o que deveria ter sido outra página épica do clube, mas que não chegou a ser escrita. É duro que uma direção não tenha força para se impôr e permitir que entrem elementos básicos e inofensivos de uma torcida na NOSSA casa, proibidos pela mesma polícia despreparada que proíbe a entrada dos próprios sócios do clube nas nossas dependências? Acaso não entenderam eles, diretivos, ser essa uma punição contra o próprio clube?
De que adianta, Kroeff, simpaticamente discursar em español aporteñado pras câmeras da FoxSports antes do jogo, se ante a própria torcida um simples discurso na língua madre, na língua da torcida não consegue cair bem praticamente nunca? Acaso não entendem vocês, diretivos, que sem laterais não se chega? Que sem alçar dos flancos não se chega? Que sem patrão não se chega? Que sem fuzilar aos gritos a cara de mais um árbitro que nos rouba, não se chega? Que sem ter a massa do lado não se consegue ter paz? Que sem buscar armonia, conciliação, nem se deve? Acaso não entendem vocês o que é o Grêmio, o que é o gremismo e, como somos nós, gremistas? Pra quê tanta confrontação, pra quê tanta resistência? Custava muito ter escutado a massa?
Sou contra pedir a cabeça do presidente. Eleito foi, no cargo deve estar. Peço é diálogo, sensibilidade, decisões fundamentadas na tradição do clube.
Força Grêmio! Um campeonato sim, mas antes dele, a vaga na Copa.
Leonardo Fleck
CTRL+C e CTRL+V do Grêmio Copero
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Protesto civilizado
Sugiro que todos peguem uma fita preta e cubram o logo da puma de suas camisas no jogo de domingo.Não devemos partir pra protestos violentos. Se segunda-feira sair uma só foto na imprensa, parte do objetivo vai ser alcançado. Isso vai repercutir nacionalmente e pode acabar na mesa do "senhor Puma" na Alemanha. E com certeza ele não vai gostar nada disso.
Portanto convido todos os que estão insatisfeitos com o desenho das novas camisas esconder o logo da puma no domingo - nem que seja somente o do peito. E prometo publicar na segunda-feira todas as fotos que receber de torcedores com o logo da Puma coberto (se meus colegas de blog permitirem, é claro).
terça-feira, 21 de abril de 2009
Queimando o filme
Depois uma com a notícia que uma dívida com ele estaria emperrando as negociações.
Ontem saiu outra dizendo que Tcheco, Souza e Cia teriam vetado o Renato Portaluppi.
O engraçado é que os ÚNICOS que apareceram pra desmentir foram os jogadores.
A decisão já foi tomada e o técnico escolhido é o Autuori. Ótimo.
Mas qual é o problema de dizer que o Renato não viria desde o início? Por que mandam recados pela imprensa? Não percebem que deixando a imprensa vermelha especular só queimam o filme de todos (instituição, direção e Renato)? Por que não assumem ou desmentem de uma vez por todas que tentaram nomes que não agradam ninguém?
Porque os diretores têm tanto medo de assumir suas decisões publicamente?
Mesmo que tudo dê certo (e eu torço muito pra isso), que esses senhores não me venham pra frente das câmeras e microfones dizer que sabiam o que estavam fazendo desde o começo.
Uma coisa é tratar os assuntos de "economia interna" outra é se esconder pra não dar satisfações.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Eu avisei que ia demorar
Depois deram o prazo até o domingo.
Hoje de manhã o Mauro Galvão disse que pretendiam anunciar o nome na quarta-feira.
Acabei de ler que o "Grêmio dificilmente anunciará novo treinador esta semana"
Por que a gente não espera o final do ano pra anunciar o técnico? Daí ele vai ter tempo pra treinar o time.
Ou, quem sabe, damos férias pros jogadores agora e botamos eles pra treinar em dezembro, quando o Autuori conseguir a liberação do Xeque?
PS: Esse foi meu último post sobre a demora na contratação do técnico.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Ser criterioso não é desculpa pra lentidão
O momento pra saída do Sexy foi o menos ruim possível porque temos só mais 2 jogos nesse mês e o novo técnico teria bastante tempo pra trabalhar. Pensei até que já tivessem algum nome engatilhado, mas parece que teremos uma outra novela até anunciarem alguém pro cargo.
É ridículo esse papo de que o Grêmio poderia continuar com o Rospide interinamente até o 1º jogo das oitavas de final da Libertadores!
Alô, Duda, Krieger e Meira: o técnico não é só pra ficar na beira do campo! Não dá pra esperar tanto.
Sem essa de "estamos trabalhando", "talvez anunciemos até o fim da semana", "pode levar alguns dias" e blá-blá-blá.
Se o Autuori não disser sim hoje, liga pro Renato duma vez!

