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quinta-feira, 14 de abril de 2011

A comparação entre treinador e auxiliar

Devido às insistentes matérias da nossa imprensa barata que salientam a qualidade incomparável alcançada pelo coco-irmão nessa semana de resultados invejáveis em campo, resolvi compilar algumas frases para fazer as devidas comparações entre o Santo e o Julinho Camargo, o maior empatador do Ruralito 2011 (nove em dezesseis jogos). Segundo os jornaleiros, esse nosso velho conhecido está implantando técnicas revolucionárias por aquelas bandas.

“- Eu não fecho os portões para a torcida. Muito pelo contrário, essa é a hora de trazer o torcedor para o Olímpico. Que eles venham trazer o incentivo que é o que nós precisamos.”
Renato Portaluppi, antes do Grenada do Dilmão'10.

"- Craque, comigo, não marca: joga. O craque precisa estar com pernas para ter forças para decidir. Não é que o craque só vai jogar com a bola no pé. Pelo menos, vai cercar. Mas não vou deixar o craque correr atrás do cabeça-de-área. Ele não tem o preparo físico de um lateral, não vai ter como decidir. Se é craque, se é diferenciado, tem que ter pernas para decidir. Seria burro eu deixar um craque meu correndo atrás do adversário. Tem que ser o contrário"
Renato Portaluppi, sobre o aproveitamento do Douglas depois do Pastor.

"- Alerto que o que muitas mulheres mais querem hoje em dia é engravidar de um jogador de futebol. Mas tem que passar o trator. Elas querem dar, tem que comer”
Renato Portaluppi, falando sobre o que é ser boleiro.

"- Com todo respeito, eu sou campeão do mundo"
Renato Portaluppi, respondendo aos jornalistas sobre a comparação dos currículos.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Edição Extraordinária - Esclarecimentos

Acabei de escrever sobre o Paulão, mas estou tão de saco cheio de alguns comentários que ando lendo pela internet nos facebook e páginas de jornalóides que andam por aí, que vou atropelar o post anterior com alguns esclarecimentos:

1- A Arena é um estádio que a OAS está construindo nos moldes que o Grêmio quer. Logo depois de concluído, ele vai ser trocado pelo Olímpico. É do Grêmio, lá, hoje, só a bandeira.

2- O Grêmio é responsável por pagar e dar condições de trabalho aos seus funcionários. A greve na Arena é contra o empregador (a OAS) que está explorando mão de obra migrante. E eu estou torcendo pelo lado mais fraco nessa batalha.

3- Enquanto trabalhadores da Arena estão trabalhando em um estádio no meio do barral e ganhando pouco, tem gente pagando para ir a um estádio assistir jogo no barral. Cada um com seus problemas.

4- Não se começa uma obra de reforma da sua casa destruindo o teto primeiro, para depois reunir toda a família e questionar qual é a melhor forma de fazer a dita mudança.

5- Mudanças importantes são frutos de longos períodos de discussão e debate transparente. "Cases de gestão esportiva" acham que se faz isso em uma noite.

6- Antes de sair gritando "eu, eu!" a gente tem que saber para o que estão pedindo voluntários. É um baita vexame chamar para a festa na tua casa e não ter casa.

Sei que vocês já sabiam disso. Mas, às vezes, é muito divertido lembrar.