
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Voltei

Uma semana de merda
A mensagem, embora subliminar, do AVM, parece que está dada: corremos risco, e sério, de completa degringolação neste campeonato (eu, pessoalmente, me senti ameaçado com as palavras do atual vice de futebol). E, pelas manifestações da internet, parecem que estão marcando o final de um ciclo: o do Coronel Obinodone no Grêmio. Para ele, um pequeno recado, tentando me manter educado: a boca fala, o cu padece. O preço da arrogância, dessa vez, vai ser muito alto.
Afirmo com total convicção: o único nome que Paulo Odone deveria estar trabalhando nesse exato momento para evitar que o mundo caia sobre a sua cabeça é o de Luís Felipe Scolari. Qualquer outro nome vai chegar com muita pressão. Diego Aguirre ou Dorival Júnior até são nomes a se pensar; mas, se não derem a sorte de meter quatro jogos com resultados convincentes, vão sofrer pressão. Cuca e Adílson já estão tomando pressão. Celso Roth é a pressão em pessoa. Trocar treinador quando o momento não é bom é uma coisa. Só que o Renato não era um treinador.
E a profissionalização?
Num simples ato, ele demitiu um treinador, desautorizou todo o departamento de futebol, principalmente um dos seus vices, e rasgou todo o discurso de profissionalização da gestão que o ajudou a se eleger.
Me sinto um idiota por ter acreditado que, com alguém com o perfil do Odone no comando, seria possível ter um choque de gestão. Estamos tendo é uma gestão choque.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Caindo de maduro
Se antes o problema era a pouca qualidade, agora, com apenas a estreia de um meia, para a imprensa, o problema passou a ser a fartura de opções. E o foco principal volta a ser o Mário Fernandes, e o que fazer com o Gabriel. Já para mim, o problema segue ainda o mesmo: como bolar um antídoto para o 4-4-2 losango, que tem nos dado muita dor de cabeça. Hoje pela manhã, o Renato passou a mostrar que a solução pode estar num velho conhecido dos Gremistas: o bom e velho 3-5-2 de Lazaroni.
"O quê? Mas esse sistema está falido!", dirão alguns mais exaltados. E eu digo, com aquela sabedoria digna do nosso treinador, sistema bom é o que ganha jogo. Se não, vejamos: temos um zagueiro que se da melhor na sobra (Rafael Marques), um zagueiro com boa saída de bola para cada lado do campo (Mário Fernandes na direita e Neuton na esquerda); dois bons volantes, que não são brucutus e podem se revezar na saída de bola (Rochemback e Gilberto Silva), um meia que encosta no ataque (Douglas), os dois melhores alas do Brasil (Gabriel e Lúcio) e dois atacantes (para mim, Viçosa e André Lima). Assim, temos um sistema onde podemos ter cinco no meio campo, e não três, como na maioria dos times que tentam o esquema, e "várias variações" - um volante e dois meias, um atacante com dois meias chegando, um atacante de velocidade e um aipim, etc.
A ideia aqui é mostrar que, se o nosso treinador aparecer com um 3-5-2 não é que ele "é louco" ou "está inventando". Esse sistema está caindo de maduro pelas peças que temos (mais uma vez, como em 2008 e 2009) e, salvo algum treinador que seja burro a ponto de não experimentar alternativas, uma hora dessas ele vem aí. Assim, preparem-se para o momento onde, depois de um jogo onde o Grêmio jogar com esse esquema (porque alguma hora vai), a imprensa vai, no outro dia, dar mais uma das suas colocações definitivas: se perder, Renato Portaluppi é professor pardal; se ganhar, gênio. Para mim, em ambos os casos, só mais uma demonstração que, esse sim, é técnico, e prefere o futebol ao esquema tático.
sábado, 16 de abril de 2011
Vamos tentar entender?
O Tito propôs uma revisão de conceitos no post anterior, e eu acho que tocou em pontos interessantes, embora eu não tenha concordado com algumas coisas. Mas o exercício me levou a pensar um pouco sobre o que aconteceu com o time de 2010 na transição para 2011. Assim, vou fazer aqui algumas considerações que levanto em tom de discussão. Só dizer que tá tudo errado não ajuda; tentar saber o por que é o primeiro passo para resolver.
Primeiro lugar: qual foi o melhor time do Grêmio no ano passado? Victor, Gabriel, Paulão, Rafa Marques, Fábio Santos; Rochemback, Adílson, Lúcio e Douglas; André Lima e Jonas.
Pois bem. Temos tomado muitos gols, mesmo com o Victor fazendo alguns milagres. O que mudou? Tínhamos no ano passado um zagueiro de bote (o Paulão) e um de sobra (o Marques) que, nesse esquema, destruíram no segundo semestre. Hoje, o Rodolfo é de sobra e fica a mesma indefinição que tinha quando tínhamos o Kisuko e o Marques. Temos zagueiros de bote no plantel? Na minha opinião, sim: Mário Fernandes. O Saimon e o Neuton também conseguem fazer isso. O Gabriel não vem jogando bem, e isso é natural. O problema é que o sombra dele está quebrado. O Edilson vinha jogando bem quando entrava.
O meio jogava diferente. O Rochemback protegia a zaga e distribuía jogo e o Adílson desarmava e passava de lado. Isso não mudou. Mas temos um meia a menos esse ano. Digo isso porque não tínhamos "ultrapassagem" pelo lado esquerdo, como os comentaristas (deve ser de Fórmula 1) vivem pedindo para acontecer no Grêmio. O lateral passando do lado do Lúcio ocorre todo o jogo. O que não acontece mais é a troca de laterais, com o Fábio indo para a do Lúcio, enquanto o Lúcio vinha para o fundo. Sempre tínhamos quatro no meio. Hoje, quando o Lúcio vai para o fundo, temos um "atacante" a menos, pois o lateral que for não ocupa o lugar dele no meio. Temos isso no plantel? Não. Assim, eu acho que o Lúcio deve voltar para a lateral e temos que jogar com um meia no lugar.
E o ataque? Para mim, o melhor ataque do Grêmio no ano passado era Borges e Jonas, mas quando jogaram juntos o resto do time estava capenga. E o grande DIFERENCIAL era o Jonas. Tem gente que não gosta dele, e eu respeito a burrice e teimosia alheia. Mas o cara achava um gol sempre que a partida estava difícil. E de todo o jeito: de fora da área, driblando dois ou três, ou pegando uma sobra. E ainda mais: a saída dele é um dos motivos maiores do momento do Gabriel. O nosso lateral não ia até a linha de fundo, porque o Jonas era quase ponteiro direito, na maior parte das vezes. Além disso, saía para buscar jogo no meio, virava jogada, tabelava com o atacante que fosse e chegava no gol. Não enxergar isso é ser doente de tão teimoso. Temos alguém para fazer isso? Não. Mas o Leandro pode quebrar o galho.
Assim, ao contrário dos colegas que se manifestaram aqui, acho que o Grêmio precisa de meias (que queiram jogar como meias), e não de volantes. O Grêmio precisava de um cara como o Gilberto para a vaga do Lúcio, ou um como o Tcheco para jogar no lado direito, com o Gabriel, e um atacante ninja, que podia ser (e eu nunca pensei que diria isso) o Rafael Moura. Ou seja, ou trocamos de sistema (e eu acho que é isso que o Renato está tentando fazer) ou temos que contratar. O que torna difícil cobrar o mesmo desempenho do ano passado.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Invencionices
Não quero fazer comparações, longe de mim, mas é inevitável não lembrar que o histórico do Renato está bem parecido com o da última passagem do Roth pelo Olímpico: um campeonato Brasileiro ótimo, algumas rateadas que ferraram com a possibilidade do título e um início de ano horrível, com invencionices, apostas infundadas(e exageradas) em alguns jogadores e o não aproveitamento de outros. Não fosse ele Santo, já teria tido o mesmo destino.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
A comparação entre treinador e auxiliar
“- Eu não fecho os portões para a torcida. Muito pelo contrário, essa é a hora de trazer o torcedor para o Olímpico. Que eles venham trazer o incentivo que é o que nós precisamos.”
Renato Portaluppi, antes do Grenada do Dilmão'10.
"- Craque, comigo, não marca: joga. O craque precisa estar com pernas para ter forças para decidir. Não é que o craque só vai jogar com a bola no pé. Pelo menos, vai cercar. Mas não vou deixar o craque correr atrás do cabeça-de-área. Ele não tem o preparo físico de um lateral, não vai ter como decidir. Se é craque, se é diferenciado, tem que ter pernas para decidir. Seria burro eu deixar um craque meu correndo atrás do adversário. Tem que ser o contrário"
Renato Portaluppi, sobre o aproveitamento do Douglas depois do Pastor.
"- Alerto que o que muitas mulheres mais querem hoje em dia é engravidar de um jogador de futebol. Mas tem que passar o trator. Elas querem dar, tem que comer”
Renato Portaluppi, falando sobre o que é ser boleiro.
"- Com todo respeito, eu sou campeão do mundo"
Renato Portaluppi, respondendo aos jornalistas sobre a comparação dos currículos.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Tropeço
Francamente, o jogo ontem tava ganho? Tava. Perdemos chances de gol, eles tinham um a menos e o Grêmio contava com uma boa base de titulares.
Perdemos mesmo assim? Perdemos. Mas acho natural esses tropeços. Não digo que aceito, mas entendo. São coisas do futebol, desatenções pontuais, falhas individuais. Ninguém tá protegido desse tipo de erro. E eu até prefiro que eles aconteçam no Gauchão. Afinal, ganhamos ou não ganhamos o primeiro turno, e com isso uma vaga na final?
O que eu quero evitar aqui é a política da terra arrasada. O time tinha muitos jovens em campo. Infelizmente, com exceção do Leandro - mais titular do que nunca - eles afundaram. WMagrão, Fernando e Newton estavam irreconhecíveis. E isso é natural, são jovens ainda. E, apesar de muita gente defender "os guris da base", não dá pra esquecer que eles não são craques (tirando o Leandro, de novo). Longe disso.
O problema maior foi a falta do Rocha em campo. Ele é o centralizador, a liderança. Sem ele, até o Douglas jogou um futebol pífeo. Parece que ele, Lúcio e Gabriel precisam do Rocha empurrando, nem que seja aos gritos.
De resto, é isso. Perdemos uma partida que dava pra perder. Não era pra ser perdida, mas acontece. A merda é a mídia e os cornetas desestabilizando o ambiente. Aqui e ali já escutei a corneta do Renato estar no RJ. Eu também não gostei da ida dele ao RJ. Mas só desaprovei EXATAMENTE por isso: qualquer coisinha, a mídia ia culpar isso. Ou seja, a viagem, o risco, é tudo muito DESNECESSÁRIO. Mas agora que o cara já tá lá, ph-oda-se.
Ele tá lá, vai jogar, o time tá aqui e vai treinar. O resto é tempestade em copo dágua.
Uma tempestade que NÃO EXISTIRIA se ele ficasse em POA. Mas ainda assim, é num pequeno e minúsculo copo dágua.
PS: OK, só uma terra arrasada: Ei, Gilson, vai jogar no Bangu!
sexta-feira, 25 de março de 2011
No Lami também tem praia.
To escrevendo isso por causa da polêmica envolvendo um torneio de futivolei no RJ e o nosso treinador. E pior ainda, a corneta de alguns vermículas (como o WCarlet), que já começam a soprar na mídia apupos de "deixem o cara relaxar".
Pois bem: RELAXAR É O CARALHO! Com 300, 400, 500 mil pingando na conta todo mês, vai relaxar mais como?
Eu sei: é o Renato. É o SANTO. A família dele ainda mora no RJ. Ele morre de ciúmes da filha. Etc, etc, etc. Mas na boa, FODA-SE. Traz a família, interna a guria num convento e joga essa merda no Lami.
De acordo com o site do imortal, temos jogos pelo Gauchão programados para os dias 30/03 (Juventude em Caxias) e 02/04 (Veranópolis no Olímpico). Além disso, pela Libertadores - que É SÓ O QUE INTERESSA - a gente define a classificação pra próxima fase contra o Junior dia 07/04.
Diz que o torneieco praiano acontece entre os dias 31/03 e 02/04. E ouvi em algum lugar que o jogo contra o VEC seria dia 04/04. Mas não interessa. É perigoso, e principalmente DESNECESSÁRIO.
A pergunta é: quem vai preparar o time pra amassar o Veranópolis, já testando e observando a turma pro jogo decisivo dia 7?
Na boa, com todo respeito ao Renato: jogador é pago pra jogar e treinador é pago pra treinar.
Quer praia, vai pro Lami.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
O nosso Alex Ferguson
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| Sim, podemos! Queremos o Renato o nosso Alex Ferguson. |
Renato veio ano passado, num período MEDONHO da nossa história recente (ok, não tão medonho assim, mas que se desenhava bem FUNESTO), pra nos ajudar a voltar ao prumo, ao nosso lugar. Aparentemente, como última instância, a derradeira alternativa. Deu certo, aliás, saiu melhor que a encomenda. Muitos de nós CONCLAMAM que não foi o momento correto. Renato deveria ter vindo ainda em 2009, quando ficamos DOIS MESES esperando por um FIDALGO do futebol, que veio, perdeu, e correu. Cagalhão! Voltando: Renato fez um excelente trabalho ano passado. Classificando o Grêmio pra pré-libertadores, e depois, posteriormente, pra fase de grupos da TÃO SONHADA COPA.
Claro, reforços foram fundamentais. Óbvio. Mas Renato mostrou que tem um TOQUE DE MIDAS ao apostar e recuperar o futebol de muitos jogadores no clube. Douglas é o exemplo mais CRASSO de todos. Apostou também em Vilson, Paulão Caveirão, Clementino, todo trazidos com sua BENÇÃO. Praticamente todas deram certo.
Renato também é capaz de unir os jogadores e torcida num único ideal. VITÓRIAS! Renato, além de diariamente mostrar que é capacitado, ainda reúne elementos místicos à sua figura. Gostamos disso. Prezamos isso. Afinal, somos o Grêmio e vivemos de desafios e do improvável. E Portaluppi é, senão a maior, uma das maiores provas disso. Chegou com desconfiança, mesmo com as credenciais, veio, viu e venceu (até agora, e tenho certeza que vencerá), as vezes com sorte e intuição, outras por puro EXPERTISE.
Entretanto, sabemos todos que o futebol é cruel e não perdoa. Grandes projetos podem ser facilmente destruídos por forças que fogem ao nosso controle, resultados de campo, por exemplo. O que se faz, e neste caso, se ROGA, é que com um planejamento bem executado, possamos minimizar os riscos. Nem Alex Ferguson, no comando do Manchester United desde 1986 (sim, desde MIL NOVECENTOS E OITENTA E SEIS), passou incólume por problemas. Há de se trabalhar em função de diminuir isso. E tenho certeza, que no futebol de hoje em dia isso é possível. Mais do que possível, isso é provável, ainda mais somando Grêmio + Torcida + Renato.
O ponto é: todos querem um Grêmio que retome o caminho das vitórias, das glórias. E temos todas as chances do mundo pra voltar a sermos o bom e velho Grêmio de outrora. Basta que façamos as coisas corretamente, com vontade e persistência, garra e luta, e SEMPRE pelo bem do Grêmio, sempre! Claro, uma boa dose de sorte é sempre bem-vinda, e olhando pro ano passado (Independiente x Goiás) temos provas disso. Juntos, esses elementos mostram e espero que logo mais provem, que temos um belo momento pela frente. Queremos essa Copa, e o Mundial. Temos condições pra isso.
E mesmo que os resultados não venham no futuro, e isso são coisas que acontecem (e só temos às vezes a lamentar, mas logos nos levantarmos e passar a lutar novamente), esse projeto tem que ser levado em frente. Sempre! Pelo bem do Grêmio!
Comente, queremos saber tua opinião. E um blog só vive de comentários!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
São Clementino XVI
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| Procurei por Clementino no Google Images... |
Ontem, numa partida em que o Grêmio queria ganhar, mas jogava com certo desinteresse, e já ganhando por 0x1 do
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| Mais uma que busquei por Clementino no Google Images. Dilíça. |
Depois, o MESTRE retribui o carinho e dá um MUMUZINHO pra Clementino terminar de enterrar o Cacique Touro Sentado. Num toque sutil e com carinho, o Inclemente decretou a DEGOLA do Bugre Esmeraldino. Vá com Deus.
Bom. Bem bom. Resta-nos um jogo pelo DILMÃO'10 e contra o Botafogo em casa. Precisamos de um empate pra confirmar a 4ª colocação no certame e depois ainda secar outro degolado pra que entregue a rapadura pro INSOSSO Independiente de Avellaneda, e ele vai. Foda é essa situação, que ainda configura na herança maldita deixada pelo PASTORECO. Mas enfim, façamos nossa parte.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Agora é com a gente de novo
O Renato está longe de ser o meu nome preferido para comandar o nosso tricolor. Pra ser sincero, nenhum nome da lista divulgada me empolgou, da mesma forma que o Silas não empolgava. Ampliando um pouco mais Autori, Roth entram fácil nessa lista. Considero todos técnicos com um bom potencial comandar o nosso Imortal “contanto que...” Roth contanto que tivesse a condição de se renovar, impedindo que o seu esquema fique manjado. Autori conseguisse motivar o plantel. Silas não transformasse o vestiário em sala de orações(ou tentasse)...e por aí vai.
O Renato é a mesma coisa, pode ser um bom técnico contanto que consiga manter a disciplina no vestiário e tenha capacidade de construir um esquema tático competitivo. São essas as minhas ressalvas com relação a ele.
Agora a imprensa anuncia que ele aceitou a proposta do Grêmio. Começa então a era Portaluppi na casamata tricolor. Soma-se a isso o Beto Guerra como o homem forte do futebol, pelo menos de forma interina. Pelo pouquíssimo contato que tive com ele, tive a impressão de que tem condições para tal. Me pareceu conhecer bem as malandragens do jogadores, as manhas do vestiário. Falta saber se terá capacidade de administrar isso. Bater e assoprar. Cobrar quando necessário. Ouvir quando preciso.
As cartas estão na mesa torcida tricolor. Pedimos uma reação forte da presidência e ela veio. Acredito que ele quer acertar. Cabe a nós agora voltarmos ao Olímpico e fazermos a nossa parte. A equipe vai tomar um choque no vestiário, precisa também de um nas arquibancadas.
Torcedor de verdade torce também para estar errado quando acha que algo não vai dar certo.
Encontro vocês no Olímpico quinta-feira.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Começou a melhorar
Hoje, segundo a Gazeta Esportiva, "fora do ar, Kroeff teria afirmado que o novo comandante trabalha no exterior, o que descartaria os nomes de Geninho, do Atlético-PR, e de Ney Franco, do Botafogo, que voltaram a ser especulados, depois do assessor de futebol, André Krieguer, ter dito que existe um Plano B."
Mauro Galvão deve receber o visto para os Emirados até amanhã e embarca ainda nessa semana pra definir a questão do técnico e do meia Renato. A contratação do jogador teria sofrido uma esfriada porque quem estava conversando com ele desde o início do ano seria o Sexy Hot. Como o treinador foi demitido, ele teria ficado com dúvidas. E é pra resolver elas que o Galvão vai pra lá.
Por fim, o Rafael Carioca já teria inclusive acertado salário com o Grêmio e só espera a liberação dos russos.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Saint Portaluppi’s Day
Aproveitando a onda de comemorações pelos 25 anos da primeira Libertadores, achei genial a idéia do Peninha de instituir o dia do Renato Gaúcho, o maior jogador do mundo de todos os tempos. Na verdade, hoje ele tá usando uma camiseta com os dizeres "Saint Portaluppi’s Day / 11-12-1983"Tá no globoesporte.
Update: A idéia não é do Peninha. É do pessoal do GrêmioCopero.com. Valeu, Guilhermo e Alisson. :)
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
O Homem-Gol

Há muito tempo queria fazer uma camiseta com essa imagem do Renato, mas não tinha o frame. Graças ao Dewes, vou realizar esse modesto sonho.
Esse é o resultado inicial, mas acho que ainda dá pra dar uma garibada na ilustra.
Talvez vire uma tatoo mesmo.











