Já o segundo debutante da noite, o zagueiro Rodrigo jogou um futebolzinho bem abaixo da média. Parecia que não queria se complicar. E por muitas vezes quase complicou, com umas recuadas INSANAS pro Victor. Victor esse que vem, dia após dia, num CONSÓRCIO de CANONIZAÇÃO, de tantos milagres que opera. Mais que um goleiro.
O meio, com W. Magrão fazendo a primeira função, que não é a dele, e tendo Fábio Rochemback arrastando as havaianas na segunda función, não deu liga na primeira etapa. E por vezes se EMBANANOU com a impetuosidade de Miro Bahia (o carinha dos zoinho de cachaceiro e trancinhas estilo Cumpadre Washington dos velhos tempos) e do rapazinho que marcou pro Periquito da terra do Fumo (uma veiz nóis fumo lá, piadinha cretina). Já na segunda etapa, com a entrada de Adílson Quechudo, o meio ficou à feição do Grêmio. Com W. Magrão, mesmo sendo burocrático e me dando nojo, na segunda função, o Grêmio enfim obteve o control da meia cancha.
Daí pro terceiro foi um abraço, mesmo que depois de 467 tentativas de Hugo, Maílson (o filho do Seu Mail), W. Magrão, Loco Fernandez... Num cruzamento que em primeiro momento AMALDIÇOEI o Edílson por fazê-lo pra dentro da área, visto que tinha um dos nossos mais de livre que peido em bombacha, mas ele achou o Jonas em condição de arrematar DE GARRÃO pra dentro do gol. E daí, tome dancinha REVOLTANTE do Jonas. Ah, o ataque foi formado por Jonas Dançarino e William Batoré. Este último ficou brincando de PINBALL HUMANO, trombando com todos, inclusive a bola. É bem ruinzinho o sujeito.
Enfim, complementando o título do texto: ...gostei, mas dá pra melhorar MUITO.


