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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Eu não gostei da saida do Carlos Alberto

Não era o momento.

Véspera de GREnada, precisando reverter resultado fora pra seguir na Copa. Não vejo um "motivo agudo" pra saida dele agora.

Já escrevi aqui em outro post: "Ele é fominha, acha que é estrela, e sonha em se consagrar num jogo difícil. Apesar de desequilibrado emocionalmente, ele é boleiro, tem experiência e não costuma se esconder do jogo."

Administrar boleiro é função do técnico e do diretor de futebol. Jogador difícil ou não, não vejo como uma ou duas semanas a mais no grupo poderiam fazer diferença.

Eu estou ciente dos boatos sobre o tal "problema particular" do Carlos Alberto no Grêmio. Como são boatos, não vou ficar colocando lenha aqui. Pra mim é tudo besteira.

Boleiro é tudo bagaceiro, com raras exceções. São fruto de um país que não dá educação nem oportunidade pruma caralhada de gente. Achar um que outro inteligente já é raridade. Inteligente e com a cabeça no lugar, então, é praticamente impossível.

Enfim, não era hora. 15 dias não matariam ninguém.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O lado bom

Ontem nós perdemos mais uma. E eu vi gente perdendo a cabeça. Ainda mais levando em consideração que já perdemos 3 jogos no Casarão pelo Brasileiro - sem esquecer a eliminação precoce na Sulamiranda.

Claro que não é fácil ver o Jonas perder tanta chance de gol e cair toda hora, o Souza falando mais que jogando e o menino Fernando entrando nervoso e errando muitos passes.

Mas eu concordo com o Renato: o time melhorou. O problema é que o Santos tem individualidades melhores que as nossas.

O Vilson estreiou muito bem. O Rocambole também. O Borges mostrou que é melhor no ataque, com ou sem o Jonas, fazendo pivô pra quem chega de trás ou marcando presença na área - e gol. Ainda temos dois laterais pra estreiar, zagueiros pra voltar do estaleiro... Enfim, ainda tem muita coisa pra acontecer.

Eu sei que é dificil a nossa situação, precisamos de 30 pontos pra escapar da degola e temos apenas 11 jogos no Olímpico, mas eu acredito que dá pra sair da ponta de baixo até com uma certa tranquilidade.

Tirando um que outro time, ninguém tá tão bem assim. Todos estão passando por altos e baixos.

A m... é que estamos em agosto, e o discurso é o mesmo de time em começo de ano: entrosamento, preparo físico, contratações, tempo pra treinar, blablabla...

A diretoria errou, e errou feio. Mas não posso dizer que errou desde o início - ou alguém aqui reclamou quando Borges, Hugo, Leandro e Douglas foram contratados?

Antes tarde do que nunca, acho que agora tá acertando com a vinda de um técnico mais boleiro e de jogadores com menor repercussão e, consequentemente, mais vontade de mostrar serviço.

Repito: melhorou. Não o suficiente pra mudar o meu voto pro Conselho, mas enfim, tá acertando alguma coisa em um ano um tanto quanto desastroso.

E tenho certeza que, em 3 ou 4 jogos, a situação do Grêmio na tabela vai ser bem diferente.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Impossível discordar

Mais uma matéria publicada no ClicRBS que merece ser postada aqui no blog.

Fala da situação atual do Grêmio, e faz a gente pensar (e, no meu caso, se convencer) que a corneta só prejudica o próprio Grêmio. Seja a corneta para o jogador, para o técnico e, no caso abaixo, para a própria DIRETORIA.

Não deve ser nada fácil carregar um time do tamanho do Grêmio nas costas, tendo um orçamento do tamanho de clubes como o Avai - o que talvez explique essa enxurrada de gente que, dizem, tá vindo de lá...

Com a palavra, Diogo Olivier.



16/12/2009 05h10min
O passado nefasto que tira dinheiro do Grêmio
Diogo Olivier, colunista online
diogo.olivier@zerohora.com.br


Não é questão de absolver ou relativizar os erros da gestão do presidente Duda Kroeff e do vice de futebol Luiz Onofre Meira. Mas é duro ter pés e mãos amarrados no passado na hora de se mexer para formar um time. É o que está acontecendo no Grêmio.

E não é de hoje. Foi assim na gestão de Paulo Odone também, quando os resultados vieram de forma mais eloquente e a Libertadores de 2007 só parou no Boca Juniors de Riquelme.

Por isso o Grêmio vive a situação surrealista e deprimente de praticamente entregar o zagueiro Léo ao Palmeiras em troca de uma dívida de quase 10 anos.

Recordar é viver: um Paulo Nunes em fim de carreira voltou em 2000 acarinhado pelo milhões fáceis da mesada mensal da International Sports Leasure, a famigerada ISL que quebrou e levou as finanças do Grêmio de arrasto. Nada, ou quase nada, foi pago ao Palmeiras.

A dívida cresceu até chegar a R$ 8 milhões e, agora, Meira cogita repassar Léo e garantir ao menos a vinda de outro zagueiro, que seria Maurício, o da troca de socos com Obina no intervalo do jogo no Olímpico.

Não é só isso. De cada jogador vendido, 20% do dinheiro (o percentual varia conforme o caso) vão para o condomínio de credores, basicamente construído neste período nefasto, no qual negociações e contratos astronômicos foram assinados pelo clube antes de a ISL falir no meio do caminho e deixar o Grêmio atolado em dívidas.

Assim, se Réver for mesmo vendido por cerca de R$ 12 milhões para a Lazio, só R$ 6 milhões ficam nos cofres do clube. Um naco (45%) vão para o Paulista, de Jundiaí. Outros 20% o condomínio compromete.

E assim o Grêmio vai caminhando, sem nunca ter dinheiro na mão para formar time. Terminou? Pior que não.

Para se livrar de ações judiciais que tem o Olímpico como objeto de penhora, o Grêmio exercita uma ginástica comovente. Um exemplo: Zinho, que jogou entre 2000 e 2002. Ele tinha uma dívida, herança da ISL e da gestão José Alberto Guerreiro. Após seis anos e três gestões, saiu o acordo.

O débito atualizado? R$ 7,4 milhões. O acordo? Parte do dinheiro do novo contrato com o Banrisul será repassado a Zinho, como entrada. O resto foi quitado com percentual dos direitos de jogadores. Um deles é Victor. Então, no dia que Victor for negociado, quem sabe depois da Copa da África, uma parte do montante arrecadado vai para o condomínio de credores, outra para o bolso de Zinho... e assim por diante.

O Grêmio está com pés e mãos atados a um passado nefasto do ponto de vista financeiro. Este é o ponto.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Bem simples

Aconteceu comigo há algum tempinho, só que com a confusão toda da semana passada o relato voltou a ter importância. Até porque o fato se repete em todos os jogos do Grêmio em casa.

Cheguei atrasado pra assistir o 1º jogo do BR'09 e como tinha filas quilométricas no portão 10, resolvi ir pra Social, pelo P1. A fila não era grande e andava com certa velocidade, mas só passei da catraca com o jogo em andamento.

Assim que cheguei na boca túnel dei de cara com uma muralha de torcedores amontoados assistindo o jogo. À esquerda havia um grande espaço onde caberiam todos sentados, mas eles queria assistir o jogo dali mesmo, não dando a mínima para os que estavam entrando no Olímpico e queriam usar a passagem somente para passar por ali.

Por mais que se reclamasse, tentasse passar e o diabo a quatro, a patota não dava espaço e respondia às reclamações com "chega mais cedo", "por que não entrou por outro portão", etc. Até disse que se eles quisessem ficar num lugar bom (que pra eles era ali na boca do túnel), eles que cheguassem mais cedo. Cuidei muito com as palavras e depois de 15 minutos tentando passar por eles, cheguei na mureta e pude ir pra trás do gol.

Depois de contar isso, levando a questão: será que a BM não viu o atrolho nas saídas dos túneis/portões de dentro do estádio e acharam que o Olímpico tinha lotado somente pela visão de quem está fora dele?

Uma solução simplíssima seria ter funcionários do clube em cada portão orientando aos torcedores que deixem a passagem livre. Ah, é oneroso pro Clube? Dá pra fazer isso DE GRAÇA.

No Chelsea, antes de cada jogo, se abre um número X de vagas para voluntários. Eles ajudam os torcedores a chegar ao seu assento marcado e ganham em troca 1 ingresso pro jogo. Então por que não pegar parte dos ingressos de cortesia que são distribuídos a cada partida e não destinar para esses voluntários? No nosso caso não é necessário mais que 2 por portão, já que os lugares não são marcados no anel inferior e a única função deles seria evitar aglomerações nos lugares de circulação.

Fazer isso é muito fácil. Parece que o difícil é querer.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Infelizmente, um núcleo de torcedores menos civilizados desvirtuou os verdadeiros objetivos da Geral

Copio aqui, na íntegra, a coluna do WCarlet porque também gostaria de saber mais sobre o assunto.

Não sei o que aconteceu com a Geral no último ano. Lembro do início, quando até eu participava, mas ela mudou mesmo.

De qualquer forma, sinto falta dos trapos e da banda. E acho que pela primeira vez concordo com o WC em dois quesitos:

"Trata-se de uma torcida que revolucionou a maneira de torcer no Rio Grande do Sul."

"Tudo tem solução, se todos os envolvidos tiverem boa vontade."


As faixas da Geral do Grêmio sumiram. Por quê?

Sei tanto quanto o torcenauta que escreveu este e-mail:
“O que houve com a Geral do Grêmio? Aonde estão nossas faixas? Aonde estão nossas bandeiras? Aonde estão nossos trapos? No último jogo que a Geral pode entrar, a TV comentou sobre o trapo do Hugo De Leon, fazendo marketing de graça pra nós...Não sou membro da torcida, mas fui me informar no estádio e fiquei sabendo que a direção do Grêmio está levando para o lado pessoal o fato de a Geral não tê-la apoiado e está concordando com todas as exigências da Brigada Militar, coisa que o Odone não fazia.

Se a Geral ficar sem os trapos e sem as bandeiras, tenho que colocar na conta do Cacalo e do Koff, pois quem apoiou esta direção e colocou eles lá foram eles, grandes gremistas, mas escolheram estes incompetentes pra assumir o Grêmio... Sou sócio, não votei na última eleição e estou arrependido. Conversa com eles, diga pra eles pararem com essas rixas que estão prejudicando o Grêmio. Acho que a gente vai perder esta Libertadores, a mais fácil da história, pela incompetência deles. Como ganhar uma Libertadores sem a torcida estar fechada com o time ou com a direção, ou com um treinador chegando no meio do campeonato???
Lucas Provin”


Caro Lucas, não sei o que está acontecendo, gostaria que o Grêmio explicasse através da sua assessoria de imprensa. Mas acho que algumas coisas precisavam mudar. Por exemplo:

• A Geral vinha sendo dirigida de forma truculenta e eram frequentes agressões e ameaças. Inclusive contra jornalistas, sob a alegação de que não elogiavam, suficientemente, a torcida.

• Havia notícias de cobranças de pedágio para uso dos banheiros do Olímpico. Se aconteceu, uma monstruosidade.

• O Grêmio injetava recursos financeiros através da doação de ingressos e outras formas de financiamento, e esta política gerava brigas internas.

• Os seus líderes, além de disseminar a violência, já se julgavam autorizados, inclusive, a interferir nos treinamentos, como aconteceu algumas vezes.

Enfim, uma série de fatos negativos aconteciam sob o manto da impunidade e sob o patrocínio oficial do clube. Não creio que seja correto o clube se insurgir contra a Brigada Militar, que apenas procura proteger quem vai ao estádio só para prestigiar o Grêmio. Tampouco acredito que a atual direção esteja sendo revanchista. Afinal, nas eleições, a Geral se dividiu e muitos dos seus integrantes apoiaram os atuais dirigentes. O episódio mostra, inclusive, que torcida organizada não deveria tomar partido em eleições. Torcedor deve apoiar o clube e não partidos políticas. Esta, talvez, tenha sido uma lição que deve ser aprendida.

Sei também que a violência nos jogos do Grêmio sumiu. No lugar de agressões físicas e até atentados contra a vida com armas de fogo, tudo desapareceu. Tem havido paz nos jogos.

Seria interessante se os dirigentes informassem o modelo das novas relações entre a instituição e a Geral do Grêmio. Trata-se de uma torcida que revolucionou a maneira de torcer no Rio Grande do Sul. Sua esfuziante presença nos jogos do Grêmio sempre foi um espetáculo à parte.


Infelizmente, um núcleo de torcedores menos civilizados desvirtuou os verdadeiros objetivos da Geral.

Tudo tem solução, se todos os envolvidos tiverem boa vontade.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Gostei de ver

Gostei de ver o Presidente Duda (não o Tajes, falo do nosso outro Presidente) entrando na fila e pagando do bolso uma camisa do Imortal no lançamento. Além de bom exemplo, mostra uma tremenda humildade. O normal seria o presidente pedir pra algum aspone separar "algumas" por baixo dos panos. Inclusive parece que teve gente fazendo exatamente isso...



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O Grêmio apresentou os novos uniformes para a Copa Libertadores. Depois de vazarem na internet semanas antes, e de o site oficial do clube colocar à venda com desconto, as camisas foram finalmente divulgadas de forma oficial. E o presidente Duda Kroeff fez sua parte. Pegou uma camisa, foi ao caixa e fez questão de pagar.


Perguntado sobre qual camisa ele preferiu, a resposta veio logo:


– Ah, a tricolor.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Roth bebe: Pediu 300 mangos pra ficar

É o que diz o boateiro do Vidarte. Neste caso, ao meu ver, péssimo negócio. Primeiro, porque é um salário de padrão Europeu, prum técnico de padrão boliviano. Segundo, que o Grêmio não tem esse dinheiro (ou tem, mas seria mal empregado) pra pagar pra ele. Então? Com 300 mil reais ao mês, tentaria trazer o Carlos Bianchi, ex-Vélez e Boca, que anda parado. Não seria uma baita contratação?

segunda-feira, 14 de julho de 2008

O problema do Grêmio

É obvio que o Marcel é ruim. Mesmo fazendo gols ele é ruim. Perea é bom jogador, não ótimo. Mas o problema do Grêmio não é o ataque. E sim o meio e os alas. Afinal, não temos uma saída qualificada de bola. Nisso a direção está trabalhando, pelo visto se deram conta. Paulo Sérgio não acerta um em duzentos cruzamentos. Hélder acha que já mostrou todo seu futebol. Nossos meias (meias?!) só passam tijolos ou bolas na fogueira pro Edixon e pro Marcel. Daí é complicado, até Amarelinho Gaúcho teria dificuldade em dominar essas bolas. Espero que com a chegado do Souza e do ótimo Sérgio Orteman solucionemos esses problemas.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Grêmio para 2008

Pronto, definido. Mano já está indo pr´algum lugar ainda incerto, mas o certo é que ele não fica em 2008.

E agora João?!

Buenas, primeiro, a direção tem que acordar e não se precipitar, mas também não pode demorar a refazer o time. Alguns jogadores tem seus contratos expirando em dezembro. Diego Souza, Patrício (que o Mano leve junto, felamordedeus), Saja, entre outros. Nosso time necessita de bons jogadores e esses caras aí tem que ficar, menos o paty. Há de haver reforços pontuais e não de jogadores de grupo. Pelo menos a defesa, onde todo time bom começa, está praticamente acertada e com um bom reserva.

Nosso time de 2007 perdeu peças importantíssimas em relação ao de 2006 e ainda no meio da temporada perdemos o resto dos bons jogadores, salvo raras exceções. Não me arrisco a fazer um prognóstico para 2008. Neste caso, fica tudo no acho. E acho que as semanas seguintes tendem a nos trazer boas e importantes notícias. Time, técnico, direção, até o estádio começa a mudar em 2008 com a definição da Arena. Portanto amigos gremistas, façam figa por um 2008 melhor que 2007. Eu já comecei.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Uma solução bem simples

Não consigo entender o por quê do Odone insistir tanto em trocar da presidência do Grêmio para a da Grêmio Empreendimentos. De um forma ou de outra, ele vai ser o grande responsável pela construção da nossa Arena. Se é pra usar um laranja, fantoche ou testa-de-ferro, que coloque na GE!

E isso que ele nem precisa de um fantoche. Tem um cara supercompetente que está tocando esse projeto junto com o Odone e que poderia perfeitamente assumir a presidência da GE. Estou falando do Antonini, diretor de planejamento da atual gestão.

Assim, só mudaria um integrante da diretoria e num cargo que poderia ser preenchido com menos perda. Teríamos um presidente na GE totalemente inteirado do projeto, afinado com o presidente do Grêmio e continuaríamos com um presidente que não veio do nada.

Simples, não?