Infelizmente nenhum dirigente se comoveu com meu post anterior (ver aqui) com uma sugestão pra nossa Arena. Entretanto, ontem o Antonini deu uma entrevista pra rádio Gaúcha e trouxe algumas novidades sobre o projeto. Não pude ouvir, mas pelo que li hoje, as novidades são boas. Vamos a elas:
- A Odebrecht teria aumentado sua oferta inicial de divisão de receitas com o Grêmio.
- Os portugueses (TBZ) apresentaram também uma proposta para o Humaitá, além daquela já apresentada para a construção na Azenha. Ou seja, temos 2 propostas pra construir no Humaitá e 1 no mesmo local de hoje.
- A previsão é de que em 2011 já estejamos de casa nova.
A única coisa que me incomoda é que a decisão pelo consórcio vencedor tenha sido adiada 2 vezes até agora e o prazo para os conselheiros analisarem a proposta não está definida (e se está, não foi divulgada).
Mais informações no site do Grêmio e no clicRBS.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Uma solução bem simples
Não consigo entender o por quê do Odone insistir tanto em trocar da presidência do Grêmio para a da Grêmio Empreendimentos. De um forma ou de outra, ele vai ser o grande responsável pela construção da nossa Arena. Se é pra usar um laranja, fantoche ou testa-de-ferro, que coloque na GE!
E isso que ele nem precisa de um fantoche. Tem um cara supercompetente que está tocando esse projeto junto com o Odone e que poderia perfeitamente assumir a presidência da GE. Estou falando do Antonini, diretor de planejamento da atual gestão.
Assim, só mudaria um integrante da diretoria e num cargo que poderia ser preenchido com menos perda. Teríamos um presidente na GE totalemente inteirado do projeto, afinado com o presidente do Grêmio e continuaríamos com um presidente que não veio do nada.
Simples, não?
E isso que ele nem precisa de um fantoche. Tem um cara supercompetente que está tocando esse projeto junto com o Odone e que poderia perfeitamente assumir a presidência da GE. Estou falando do Antonini, diretor de planejamento da atual gestão.
Assim, só mudaria um integrante da diretoria e num cargo que poderia ser preenchido com menos perda. Teríamos um presidente na GE totalemente inteirado do projeto, afinado com o presidente do Grêmio e continuaríamos com um presidente que não veio do nada.
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