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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Começando bem

Gostei do que li no ClicRBS.

Mas espero medidas ainda mais intensivas da direção.


Novo presidente gremista promete cortar dinheiro das torcidas
Duda Kroeff cria comissão para impor regras e acabar com os subsídios
ClicRBS Porto Alegre

A futura direção do Grêmio pretende aumentar o controle sobre a atuação das torcidas organizadas. Com posse marcada para a segunda quinzena de dezembro, o presidente eleito, Duda Kroeff, nomeou uma comissão para criar conjunto de regras a serem seguidas pelos torcedores.

Por enquanto, as medidas são tratadas em sigilo nos bastidores do Olímpico. Já se sabe, porém, que uma delas será o fim dos repasses financeiros e da distribuição de ingressos às organizadas. Também haverá uma fiscalização, por parte do departamento de marketing, sobre a venda de produtos com a marca Grêmio. Só uma delas lucraria cerca de R$ 70 mil mensais revendendo ingressos e comercializando produtos oficiais.

A partir de 2009, caberá ao próprio clube contratar as empresas de ônibus que levarão os torcedores para jogos fora de Porto Alegre. A medida começará a valer já a partir do Gauchão, a primeira competição na temporada. Será repetida uma prática adotada com sucesso em 2003. Naquele ano, cada ônibus levava dois seguranças, que impediam o consumo de bebidas alcoólicas e controlavam o comportamento dos torcedores nas viagens.

Em jogos fora da capital, a cota de ingressos destinada a torcedores do Grêmio será retirada por um funcionário na secretaria do clube adversário e repassada diretamente aos bilheteiros, que serão os responsáveis por controlar o acesso.

– A torcida é maravilhosa, auxilia o time, mas precisa cumprir regras. Por trás dessa briga entre as divisões está a disputa pelo poder financeiro – afirmou um integrante da comissão criada por Duda Kroeff, que pediu para não ser identificado.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Aderi ao "Cansei"

Depois desse jogo murrinha de domingo resolvi aderir à campanha da OAB/SP. Cansei.

- de ver o Pereira se atrapalhando com a bola;

- de ver o Grêmio se encolhendo no segundo tempo;

- de esperar a direção contratar um zagueiro pro lugar do Teco;

- de dar mais uma chance pro Tcheco;

- de aguentar juízes prepotentes;

- de favorecimentos ao Corinthians e Flamengo;

- de ver o Tuta isolado na área;

- de esperar 80 minutos pra ver o Kelly em campo.

E vocês, não cansaram também?

sábado, 9 de junho de 2007

O lado bom de ter inimigos inteligentes

Quando tive uma noite de fúria com a história dos ingressos para o jogo de Santos no sábado passado, mesmo que por menos de 15 horas, deixei um post furioso por aqui.

Pelo que eu olho no meu único jeito de saber quantas pessoas passam por aqui, pouquíssima gente leu.

Mesmo assim, pelo menos duas pessoas leram e se chatearam comigo.

Anônimo, com não muita classe, copiou uma imprecisão irônica e uma ironia descarada, colou nos comentários e, pobre da minha mãe, deu no meio. O mais engraçado é que me pareceram ofensas de alguém extremamente jovem tratando alguém da mesma idade (18,20 anos). Me parece que ele ficou muito furioso com o papo sobre subsídios, álcool e baseado. Ainda me tirou pra caretão. ;-)~

André K, esse sim, matou a pau. Só lascou uma pergunta carregada de ironia: "e o post dos ingressos para Santos?". Isso sim que é uma bela corneta.

André e Anônimo, vocês têm razão, me passei. Herrar é umano, já dizia um grafitti em vários muros nos anos 80.

Mas, como escrevi na resposta para o André ontem, assim que descobri que existia, sim, uma possibilidade de ir a Santos, escrevi sobre ela e, como também escrevi aqui que faria, busquei a minha chance de ir.

Na Vila, apoiei nosso time o tempo todo (tá bom, teve uma hora que fiquei mudo, mas pasou) e fiz o barulho que minha garganta e meus pulmões permitiram. E, mesmo sem conhecer todas as letras das músicas (nunca fui bom pra lembrar de letras, mesmo quando eu as escrevia), tentei cantar algo parecido.

Respeito esses caras que me odeiam. Porque eles são gremistas e porque eles não são nada burros.

Mas, por favor, me queiram bem que não custa nada.