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quarta-feira, 13 de junho de 2007

O celular tá voltando da assistência técnica

Ao contrário do jogo de quarta passada, que assisti sem o relógio e o celular do kit mandinga, hoje as coisas começaram a dar certo. Até o celular tá consertado e chegando via Jef.

Com isso, dou prosseguimento ao "Maior Vídeo de Dé-lhe, Grêmio!" do Mundo", que já conta com os gremistas da RBA e hoje vai ganhar novos adeptos a partir de hoje.

Não esqueçam o endereço pra mandar seu video de "Dá-lhe, Grêmio": gremiolibertador@gmail.com. Ou para os pessoais.

Como chegar é bem-vindo.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Bad Hair Day

A promessa de deixar o cabelo crescer até o final da nossa participação na Libertadores não combina com a umidade do ar em Porto Alegre. Desde que começou a chover e nunca mais parou, minha mufa tá mais medonha do que nunca. Desculpe, Leah.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Promessa é dívida - parte 3!

Cabelão, cavanhacão, um latão de Skol por R$ 3,00 no final de cada jogo.

Hoje cumpri mais uma das promessas: comi o tal entrevero.

É quase um cheese-burger, mas os caras fritam carne, lingüiça, cebola e mais algumas coisas picadas numa chapa e depois atolam a mistura num pão de cheese de tamanho médio (ou minúsculo, se comparado ao famoso Xis do Gérson, ex-Coqueiro, ali na Tristeza). Dá pra botar batata palha, alface, tomate e cebola crua. Eu optei pela mistura da chapa e batata palha.

É assustador, eu sei. Mas é bem gostoso. E com o ronco da Lara da fome do cão batendo forte, o tal entrevero desceu que foi um Dodge.

O que importa é que mais uma promessa do Grêmio Libertador foi cumprida.

E temos mais um motivo (ou crédito0 pra acreditar que outras vitórias virão!

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Kit Mandinga em Dia!

Relógio do Grêmio, ok.
Pulseira preta comprada no dia da viagem para o jogo com o Avaí, ok.
Camiseta tricolor 2005, ok.
Mufa, ok.
Cavanhaque todo torto e despenteado, ok.
R$ 3,00 para a Skol latão na saída, ok.

Se depender da mandinga, o Peixe tá frito.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Um post que se repete

13.500 ingressos vendidos ontem. Sobram 8.500. Hoje eles acabam.

Tô escrevendo isso quase sempre que tem jogo no Olímpico. E o estádio tá lotando sempre. E o Grêmio tá ganhando e se classificando.

A essa altura dos fatos, você já sabe que funciona assim.

Mas não vamos mexer em time que está ganhando.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Promessa é dívida 3






Antes rolou um bigodão.

E o homem promete prometer muito mais.

O que virá depois?

O que poderá nos deter?

quinta-feira, 24 de maio de 2007

A luta continua. E a mufa também.

A mufa continua.

Já que conquistamos o direitro de continuar sonhando e lutando pelo título continental, o corte do meu cabelo vai ter que esperar mais uns dias: no mínimo, mais 15 dias.

Com sorte, levo mais um mês pra reencontrar o Jimi. Aliás, é nisso que eu acredito.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Mufão

Cortei o cabelo no começo da primeira fase da Libertadores.

Por falta de tempo e de dinheiro depois, fiquei um bom tempo sem cortar.

Nesse meio tempo, o Tricolor enfrentou e passou por diversas pedreiras: Caxias, Cerro, aquele final de jogo em Caxias contra a piada, digo papada, São Paulo...

O Grêmio foi ganhando e meu cabelo crescendo. E o cabelo ficando cada vez mais feio e o nosso time cada vez mais bonito na parada. É óbvio que acabei fazendo uma daquelas bizarras relações entre o meu cabelão pavoroso e as vitórias do Tricolor.

Ontem a Leah me perguntou se eu não queria cortar o cabelo. Pedi pra esperar pelo jogo de amanhã. Se o Grêmio passar pelo Defensor, vou esperar o final da Libertadores pra dar um jeito na mufa. Afinal de contas, eu não sou bobo de brincar com o que vem dando certo, né?

sábado, 19 de maio de 2007

A tricolor de 2005 está esperando pela quarta-feira

No campo das superstições e mandingas, já estou me garantindo para o jogo de quarta-feira: minha camisa tricolor Puma, modelo 2005, está lavada e devidamente guardada junto com suas irmãs mais jovens e mais velhas na parte alta do armário.

Essa camisa Puma é mortal. Perdeu pouquíssimas partidas quando foi ao estádio desde que a ganhei. Já ganhou dois Gauchões e um título da Série B e partidas importantes na Libertadores.

Essa camisa dá muito mais sorte do que qualquer uma da Kappa e tem um retrospecto quase tão bom quanto a tricolor que eu ganhei da Claudia Tajes na Segundona de 92 (eu pretendia levá-la comigo para o caixão depois do Brasileirão de 96, mas ela acabou brutalmente tirada de mim e destruída por um bando de maloqueirinhos da Camisa 12 depois da gente meter 2 x 1 neles no Chiqueirão).

Então, amigos, se depender da minha camiseta da sorte na decisão de quarta-feira, estaremos na semifinal.

terça-feira, 17 de abril de 2007

A terceira crise do Mano

Ao que tudo indica, Mano Menezes enfrentará uma crise por ano no Grêmio.

Em 2005, o começo na Série B foi complicado. Depois daquele 4 x 0, a coisa ficou bem feia. Falou-se em rebaixamento para a Série C. O Mano ainda não era o Mano e tudo indicava que ia pra rua.

No ano passado, o problema foi no começo do Brasileirão. Alguns jogadores se lesionaram e outros ainda não tinham chegado, ou não podiam jogar. Perdemos para o Cruzeiro, Paraná e Vasco, empatamos com o São Caetano e outros menos cotados. Falava-se em rebaixamento de novo. Ali eu achei que o Mano ia dançar.

Este ano, tá com a maior cara de que o Grêmio pode acabar fora da final do Gauchão e da Libertadores. Pra piorar, comenta-se que existe uma proposta milionária para o comandante deixar o barco. Ao que tudo indica, o Mano pode sair.

Nas as crises anteriores, o Mano deu a volta por cima e mostrou que não é um zé-mané: fomos campeões da Série B em 2005 e ficamos em terceiro lugar na Série A em 2006.

Como em 2005 e 2006, tá tudo horrível. É justamente isso que me dá esperança.

Dá pra acreditar em 4, 5, 6 gols no Caxias sexta-feira.

Dá pra acreditar que a gente vai adiante na Libertadores.

Dá pra acreditar no Imortal Tricolor.

Definitivamente, Mano Menezes é um cara que cresce nos momentos difíceis.

quinta-feira, 15 de março de 2007

É na casa do Theo!

O Beto, o Theo, a Claudia e eu vamos ver o jogo de hoje repetindo tudo que deu certo na partida contra o Cerro. De preferência, até com os mesmos lugares no sofá da casa deles.

De repente a Leah se encoraja e vai com a gente, mas eu acho brabo...

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

A Almofada da Vitória

No sábado em que a gente foi ver Grêmio x Caxias lá em Cidreira, fazia um calor de torrar os miolos. Sabendo disso, todos nós (Theo, Claudia, Beto e eu) fomos de boné.

O problema foi na hora de sentar. O calor era de torrar os testículos também.

Quando me acomodei na arquibancada, uma visão tomou conta da minha mente: aquelas reportagens do Jornal Nacional mostrando o calorão que faz no verão lá em Bangu, no Rio de Janeiro, onde fritam ovo no asfalto. O problema é que na arquibancada do Crideirão, os ovos fritando no concreto eram os meus.

Felizmente, a Claudia comprou almofadas para todos e o Grêmio ganhou de 2 x 0 do Caxias, com dois gols de Tuta e as primeiras defesas mais bacanas do Saja.

Acredito que a almofada deu sorte. Hoje ela vai para o Olímpico comigo. E se o jogo der 2 X 0, tô feliz da vida.

Já tá virando um ritual

Outra reunião no dia do jogo do Grêmio na Libertadores e eu, por motivos profissionais, acabo não vestindo o manto sagrado logo depois do banho.

Mantenho o relógio do Grêmio e as pulseiras, como no jogo contra o Cerro. Espero que, no final da noite, o resultado seja tão bom quando no primeiro jogo.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Tatuagens

O que o Beto esqueceu de dizer no post sobre as tatuagens do Douglas é que o amigo tresloucado cometeu o gesto tresloucado de tatuar o nome da ex no braço por causa de uma promessa.

Grêmio x Portuguesa - última rodada da fase classificatória - Estádio Olímpico

Depois de um começo cheio de tropeços e da tradicional ameaça de rebaixamento para a segunda divisão pós ganhar tudo nos anos 90 (administração do Cacalo: em 97 já tínahmos escapado de cair na última rodada - ah, e perdemos os dois gauchões também.), trouxemos o Cabo Roth de volta e o time entrou nos eixos.

Na última rodada, a velha e boa superquarta do formulismo (com todos os jogos ao mesmo tempo, à tarde), só precisávamos de uma vitória sobre a Portuguesa para conquistarmos a última vaga para as oitavas.

O tricolor saiu na frente, mas a Portuguesa logo empatou. Em holocausto, disse em alto e bom tom: se o Grêmio se classificar eu vou tatuar um coração de marinheiro com o nome da fulana. Meus colegas de trabalho tentaram me demover da idéia, mas eu prometi.

Final de jogo: Grêmio 4 x 1 Portuguesa. Iríamos disputar os play-offs contra o Corinthians (o primeiro supertime de parceria que eles montaram). Mas isso já é outra história.

Demorou, mas eu fiz a tatuagem com o nome da mina. Se não me engano, foi em 2001. Tarde pra promessa, mas Deus ficou tão feliz que me deu o tetracampeonato da Copa do Brasil como recompensa.

O casamento acabou naquele mesmo ano. E eu ainda demorei quase outros dois pra cobrir a tatuagem, porque fiz um acordo com a Carol (a nossa tatuadora oficial) de que encontraria algo legal pra substituir.

Hoje, minha tatuagem de marinheiro tem um belo Love estampado.

Love é mais bacana. Serve para a minha patroa, para o meu filho, para minha família e, é claro, serve para o Grêmio também.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Mandinga II

Começou a sessão mandinga. Vou deixando um cavanhas até o final da Libertadores... vai que dá sorte... Outra supertição: ver o jogo ligeiramente alcolizado. Dá sorte! Num ano cheio de competições só com sorte pra ganhar todas.