Muito já se falou aqui sobre a saída do Renato. Não vejo muito mais o que se dizer a respeito de tudo isso. Particularmente achei um erro, apesar de não concordar com uma série de situações sobre as quais mantenho a minha opinião.
A situação agora é saber quem virá. A missão do Odone é encontrar um retranqueiro disfarçado de ofensivista. Isso mesmo. Retranqueiro por que esse é o esquema de futebol que o Odone acredita. Primeiro uma defesa consistente, custe o que custar. O que sobrar põe no ataque. Disfarçado de ofensivista obviamente para agradar a nós torcedores, que pelo que vejo, na sua grande maioria, não apóia mais do que dois volantes em um time.
Em meio a isso tudo surgirão dezenas de especulações, qualquer nome que gere polêmica será plantado por alguns conhecidos da imprensa. Não pensem que essas pessoas da imprensa especularão com nomes favoráveis à opinião da torcida. Quanto pior o nome maior será a audiência.
Nós como torcedores temos hoje condições claras de participar desse processo. Quem não leu ontem que o nome do Cuca “esfriou” após a repercussão negativa nas redes sociais.
Temos que continuar assim, seguindo a cartilha do Odone, ou seja, marcando ele de cima, chegando junto, mordendo. é preciso que se discuta sim os nomes que forem surgindo, que forem cogitados. Não gostou põe a boca, tem uma sugestão expõe.
Mais ou menos como no futebol, marcando e atacando.
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Sábias palavras

- O Grêmio é pegada, é briga, sempre foi um time que não tem bola perdida. É resgatar isso. Trabalhar em cima disso.
Silas, já falando como novo técnico do Grêmio.
Silas, já falando como novo técnico do Grêmio.
Apesar de fazer a ressalva que ainda não houve o acerto final, Silas já promete "trabalhar muito" no novo clube.
Se ele não era o preferido, pelo menos também não era a pior opção.
Espero que receba pelo menos metade do apoio que o Autuori recebeu...
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Silas
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Rospide
Na boa, já tá provado que Marcelo Rospide pode ser o treinador do Grêmio. Ainda mais agora que essa notícia dizendo que o Adílson vai permanecer em BH.
Vão dizer que ele não tem experiência. Ora bolas, quem é mais experiente e conhece mais o grupo de jogadores e o próprio Grêmio do que ele? Ninguém. Entre o certo (Rospide) e o errado (Autuori) pagamos um preço muito alto este ano. E eu não quero outro 2009.
Então, fica aqui o pedido EXACERBADO para a direção. Coloquem o Rospide lá. Ele é o técnico.
Vão dizer que ele não tem experiência. Ora bolas, quem é mais experiente e conhece mais o grupo de jogadores e o próprio Grêmio do que ele? Ninguém. Entre o certo (Rospide) e o errado (Autuori) pagamos um preço muito alto este ano. E eu não quero outro 2009.
Então, fica aqui o pedido EXACERBADO para a direção. Coloquem o Rospide lá. Ele é o técnico.
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marcelo rospide,
Montando o time pra 2010,
novo treinador
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Um mundo bizarro
Num tempo de coisas estranhas, onde o improvável e o bizarro reinam. Onde homem de cabelo colorido e franjinha - cantando amores perdidos e chorando copiosoamente -, meninas beijando meninas (delícias lesbo-action, clique aqui), passeatas GLS, parecem coisas normais, o sentimento de perda do Gremismo e Copeirismo de um time, apesar de superestranho, soavam natural (pra imprensa vermelha, ÓBVIO), tamanha a medonhice instaurada no mundo.
O Grêmio CARIOCAVA a cada rodada. O Grêmio SUMIA quando tinha que APARECER. O Grêmio, de outrora indignação e incoformidade ante a derrota esvai-se em sonhos e devaneios perdidos por La Plata, Montevideo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bogotá, entre outras cidades que amarramos nossos cavalos, traçamos as mulheres, e saqueamos todas as casas.
Todo caso, as coisas parecem estar voltando ao lugar de onde NUNCA deveriam ter saído. Não digo que foi um erro a contratação de Paulo Autuori. Foi um erro não ter efetivado Marcelo Rospide. Foi um erro apostar num treinador de excelente currículo, mas sem alma, com sangue de barata, e que nos enganou bonito com sua voz mansa, "conceitos" de futebol (isso todo Braziliense tem, todo o Gaúcho tem), e sua passividade intolerante pra nós, Gremistas.
Então que surge a realidade. Não temos, ou melhor, nunca tivemos treinador em 2009 (com excessão de Rospide, e vá lá, Roth). Um erro GROTESCO a ser reparado JÁ. Pra não terminar o ano sem ao menos um alento.
Falam em Adílson Batista. Me serve. Tem caráter, mete o pé na porta, e aprendeu com um dos MAIORES de todos os tempos, que dispensa maiores comentários. Além de tudo isso, é um ídolo da torcida. Só que não é Gaúcho. Falam também em Silas. Posso até queimar minha língua, mas não me parece ainda um treinador para o Grêmio, se bem que muitos vieram sem mesmo saber assinar o nome e fizeram história. Quem sabe alguém do interior? Gilmar Iser? Não sei.
Um brinde, com cerveja gelada, e de preferência no Preliminar antes do jogo, à volta dos que nunca deveriam ter ido: a RAÇA, o GREMISMO, a INCONFORMIDADE, a INDIGNAÇÃO de um time copeiro, de alma cisplatina, fibra inglesa e disciplina germânica.
Amém!
O Grêmio CARIOCAVA a cada rodada. O Grêmio SUMIA quando tinha que APARECER. O Grêmio, de outrora indignação e incoformidade ante a derrota esvai-se em sonhos e devaneios perdidos por La Plata, Montevideo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bogotá, entre outras cidades que amarramos nossos cavalos, traçamos as mulheres, e saqueamos todas as casas.
Todo caso, as coisas parecem estar voltando ao lugar de onde NUNCA deveriam ter saído. Não digo que foi um erro a contratação de Paulo Autuori. Foi um erro não ter efetivado Marcelo Rospide. Foi um erro apostar num treinador de excelente currículo, mas sem alma, com sangue de barata, e que nos enganou bonito com sua voz mansa, "conceitos" de futebol (isso todo Braziliense tem, todo o Gaúcho tem), e sua passividade intolerante pra nós, Gremistas.
Então que surge a realidade. Não temos, ou melhor, nunca tivemos treinador em 2009 (com excessão de Rospide, e vá lá, Roth). Um erro GROTESCO a ser reparado JÁ. Pra não terminar o ano sem ao menos um alento.
Falam em Adílson Batista. Me serve. Tem caráter, mete o pé na porta, e aprendeu com um dos MAIORES de todos os tempos, que dispensa maiores comentários. Além de tudo isso, é um ídolo da torcida. Só que não é Gaúcho. Falam também em Silas. Posso até queimar minha língua, mas não me parece ainda um treinador para o Grêmio, se bem que muitos vieram sem mesmo saber assinar o nome e fizeram história. Quem sabe alguém do interior? Gilmar Iser? Não sei.
Um brinde, com cerveja gelada, e de preferência no Preliminar antes do jogo, à volta dos que nunca deveriam ter ido: a RAÇA, o GREMISMO, a INCONFORMIDADE, a INDIGNAÇÃO de um time copeiro, de alma cisplatina, fibra inglesa e disciplina germânica.
Amém!
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tchau Paulo Autuori
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
tamerda
O jogo do time do Autuori foi pros pênaltis, o Roger errou um (com direito a paradinha) e o Autuori passou pra final do campeonato lá que é sábado, se não me engano.
Sacanagem bixo.
Sacanagem bixo.
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o gremio vai sair campeao,
Paulo Autuori
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Falando em fuxico...
COPIADO DO BLOG DO DIOGO OLIVIER - Renato Portaluppi está chateado com o Grêmio
Só não se pode dizer magoado porque sua paixão pelo Grêmio talvez não permita espaço para mágoa. Mas o maior ídolo da história azul está triste. Não apenas por ser o Plano B para o lugar do técnico Celso Roth. Até agora, Renato Portaluppi não foi procurado oficialmente, mesmo depois de emitir todos os sinais possíveis acerca do seu desejo de assumir o cargo. O motivo central da tristeza de Renato — que não é pouca, posso assegurar — é outro. Renato crê que partiu de algum canto do Olímpico a informação de que sua volta estaria condicionada ao pagamento à vista da dívida de R$ 1,1 milhão. No fim dos anos 90, o clube recorreu a Renato para saldar antigos débitos. O ex-jogador atendeu ao apelo e, em troca, recebeu parte dos passes de Ronadinho e de Tinga. Ainda não foi ressarcido e aceitou entrar no condomínio de credores criado na gestão do presidente Paulo Odone para receber a longo prazo. Renato suspeita que a informação vazou do Olímpico como forma de os dirigentes se justificarem aos olhos da torcida, cujo amor pelo herói de Tóquio é incondicional. Não está descartada, inclusive, uma entrevista coletiva na qual Renato daria a sua versão sobre o episódio.
Só não se pode dizer magoado porque sua paixão pelo Grêmio talvez não permita espaço para mágoa. Mas o maior ídolo da história azul está triste. Não apenas por ser o Plano B para o lugar do técnico Celso Roth. Até agora, Renato Portaluppi não foi procurado oficialmente, mesmo depois de emitir todos os sinais possíveis acerca do seu desejo de assumir o cargo. O motivo central da tristeza de Renato — que não é pouca, posso assegurar — é outro. Renato crê que partiu de algum canto do Olímpico a informação de que sua volta estaria condicionada ao pagamento à vista da dívida de R$ 1,1 milhão. No fim dos anos 90, o clube recorreu a Renato para saldar antigos débitos. O ex-jogador atendeu ao apelo e, em troca, recebeu parte dos passes de Ronadinho e de Tinga. Ainda não foi ressarcido e aceitou entrar no condomínio de credores criado na gestão do presidente Paulo Odone para receber a longo prazo. Renato suspeita que a informação vazou do Olímpico como forma de os dirigentes se justificarem aos olhos da torcida, cujo amor pelo herói de Tóquio é incondicional. Não está descartada, inclusive, uma entrevista coletiva na qual Renato daria a sua versão sobre o episódio.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
E agora, as especulações
Fala-se em Caio Jr. Eu digo não. Fala-se em Gêninho, não gosto, mas pode solucionar na tiro curto. Outros nome até agora não surgiram, mas sempre voltam a pauta: Espinosa (difícil), Felipão (já demonstrou que quer, mas não agora) e Renato (ainda não é técnico de verdade, pra esse quem vos escreve).
No Copero, dos meus amigos, Fleck e Charles, e da Aline, toma-se partido de um técnico que venho comentando o nome desde o ano passado, ou mais: Gilmar Iser, atualmente no Juventude. Não sei como se portaria numa competição pra poucos como a LA. E digo que ele ainda está meio verde e precisa provar por que foi contratado pelo Juve.
Quem mais poderia treinar o Imortal? Levir Culpi? Márcio Araújo? Algum castelhano?
No Copero, dos meus amigos, Fleck e Charles, e da Aline, toma-se partido de um técnico que venho comentando o nome desde o ano passado, ou mais: Gilmar Iser, atualmente no Juventude. Não sei como se portaria numa competição pra poucos como a LA. E digo que ele ainda está meio verde e precisa provar por que foi contratado pelo Juve.
Quem mais poderia treinar o Imortal? Levir Culpi? Márcio Araújo? Algum castelhano?
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Tá com uma cara de que não vai funcionar...
Enquanto não se confirmava a volta do Sexy Hot para a Azenha, cheguei a sonhar com Tite para dar um jeito nesse monte de gente que a nossa direção foi arrecadando pra vestir o manto sagrado em 2008.
Achei que um sujeito com convicções no 3-5-2 poderia organizar alguma coisa na nossa bagunça. E o melhor: em tempo de ganhar a Copa do Brasil.
Imaginei que ele conseguiria fazer uma coisa meio parecida com o time de 2001, talvez (e aqui é algo que eu pensei, poderia ser que não) com o Roger jogando na do Zinho e o Julio dos Santos sendo o Tinga. O Eduardo Costa jogaria na função dele mesmo. O Paulo Sérgio é um Rubens Cardoso e o Pico, bem trabalho, chega a Anderson Lima. Como terceiro zagueiro, considerando Leo e Jean titulares, poderíamos ter o Hidalgo, ou alguma outra invenção do Professor. O Perea e o Soares resolveriam as coisas na frente.
Um time mais ou menos por aí, reforçado por aquelas baboseiras neurolingüísticas do Adenor, poderia embalar nesse tiro curto da Copa do Brasil e, quiçá, vencê-la.
Já com o Celso, a coisa muda de figura. Na certa ainda veremos um meio-campo com Nunes, Eduardo Costa, Adílson e Wiliam Magrão jogando - senão na Copa do Brasil, no Brasileirão ( Goiás x Grêmio é um jogo perfeito para essa escalação). E se o time atacar muito, ainda dá pra trocar o Magrão pelo Júnior, passando o Adílson pra ligação.
Eu não duvidaria disso.
Achei que um sujeito com convicções no 3-5-2 poderia organizar alguma coisa na nossa bagunça. E o melhor: em tempo de ganhar a Copa do Brasil.
Imaginei que ele conseguiria fazer uma coisa meio parecida com o time de 2001, talvez (e aqui é algo que eu pensei, poderia ser que não) com o Roger jogando na do Zinho e o Julio dos Santos sendo o Tinga. O Eduardo Costa jogaria na função dele mesmo. O Paulo Sérgio é um Rubens Cardoso e o Pico, bem trabalho, chega a Anderson Lima. Como terceiro zagueiro, considerando Leo e Jean titulares, poderíamos ter o Hidalgo, ou alguma outra invenção do Professor. O Perea e o Soares resolveriam as coisas na frente.
Um time mais ou menos por aí, reforçado por aquelas baboseiras neurolingüísticas do Adenor, poderia embalar nesse tiro curto da Copa do Brasil e, quiçá, vencê-la.
Já com o Celso, a coisa muda de figura. Na certa ainda veremos um meio-campo com Nunes, Eduardo Costa, Adílson e Wiliam Magrão jogando - senão na Copa do Brasil, no Brasileirão ( Goiás x Grêmio é um jogo perfeito para essa escalação). E se o time atacar muito, ainda dá pra trocar o Magrão pelo Júnior, passando o Adílson pra ligação.
Eu não duvidaria disso.
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Celso Roth,
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Mario Sérgio, Tite ou Celso Roth
É o Pelaipe na Band. Elogiou muito o Mário Sérgio.
Devemos considerar esse nome. O cara tem muita moral com nossos cartolas.
Devemos considerar esse nome. O cara tem muita moral com nossos cartolas.
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