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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Déspota enlouquecido? Odone = Ricardo Teixeira?

Nunca gostei das atitudes ditadoriais do presidente Paulo Odone. Nem da forma com que ele tenta personalizar nele mesmo a instituição Grêmio.

Quando de sua primeira saída, defendendo o Vicente naquela eleição contra o Duda, foi IMPRESSIONANTE e até mesmo CRIMINOSA a forma como o então presidente tratou os veículos oficiais de comunicação do Grêmio.

Naquela época, praticamente TODAS as notícias publicadas no www.gremio.net ou na TV e Rádio Grêmio falavam DELE. Ou davam um jeito de colocar o nome do presidente NO TÍTULO da notícia.

Desde aquela época, era constrangedor a forma com que ele tratava a torcida. Característica que se refletiu negativamente na gestão Duda, que cortou os subsídios da torcida "profissionalizada" gremista.

Pois bem, Odone voltou. E o Duda, se tivesse feito metade das cagadas dele, teria sido queimado no Largo dos Campeões. Tanto pela torcida em geral, como pela Torcida Geral.

Não lembro quantas manifestações a Geral fez contra o Duda. E não vejo a mesma "sede de justiça" quando o assunto é a atual direção.

Só caiu a ficha pra mim agora: inexplicavelmente a RBS através do Wianey resolve jogar a merda no ventilador. Depois de ler isso, tudo mais faz sentido.

É uma pena que o Odone não tenha a grandeza dos grandes presidentes tricolores. É uma pena que ele pense na instituição como uma catapulta política. E o mais importante: é uma pena que o conselho recém eleito (sem protecionismo: temos dois novos conselheiros aqui no blog - e eles conhecem bem a minha opinião sobre o assunto) tenha empossado o cangaceiro sem dar chance das eleições se decidirem no pátio, no corpo-a-corpo com os associados.

Odone provavelmente venceria do mesmo jeito, mas o principal é que o direito ao voto não foi colocado em primeiro lugar.

Para nossa vergonha, Paulo Odone está cada vez mais parecido com o então presidente-salafrário da CBF Ricardo Teixeira.

Para reflexão.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Num to intendenduuu

A Geral reclama que a direção se sujeita às regras impostas pela Brigada Militar.

A minha pergunta é: QUEM NÃO SE SUJEITA ÀS REGRAS IMPOSTAS PELA BM, caras-pálidas?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Renascimento Geral

A Geral é assunto recorrente aqui no blog (ver aqui e aqui) e hoje não podia deixar de falar dela de novo.

Ontem os integrantes mercenários da Geral (me desculpem, mas não consigo chamá-los de outra forma) continuaram com o protesto contra a política da direção de cortar os subsídios das torcidas organizadas. Fizeram a mesma coisa que já tinham feito no jogo contra o Juventude: foram sem trapos e a sem banda; demarcaram o espaço onde a banda ficaria e não deixaram ninguém entrar; não cantaram e não fizeram a avalanche.

Daí que surge no finalizinho do primeiro tempo, atrás da outra goleira, uns 15 torcedores com seus trapos e bandeira do Uruguai cantando e pulando sem parar. Eles chamaram tanto a atenção que, ao apito final do primeiro tempo, a Torcida Jovem foi toda tirar satisfação do que esses 15 faziam ali. Era só o que faltava, a TJ policiar quem pode e não pode torcer na arquibancada. Menos mal que, ao contrário de muitos, aqueles 15 torcedores estavam ali só pra torcer pelo Grêmio e não caíram na provocação. Na sequência a polícia chegou e só precisou usar de palavras pra que os TJ voltassem ao seu lugar.

Não demorou muito pra que aqueles 15 virassem 30.

Logo depois já eram 100, 200 e quando vi, já estava cantando e apoiando o Grêmio junto com uns 1000 torcedores que resgataram a alma da Geral. Foi interessante ver que, ao perceber que muitos frequentadores da Geral tinham mudado de lado, os mercenários desistiram do protesto. Não sei se foram embora ou começaram a cantar de novo, mas já era tarde.

Sábado, vamos ter a Geral de volta na sua essência. Ou talvez 2 "Gerais", uma de cada lado do estádio.

É do jogo

Ontem o jogo só não foi mais morno porque o Imortal meteu logo de cara umas 3 ou 4 bolas na trave do Danrlei.

Mesmo jogando com um time reserva, o Juarez dominou o jogo com 3 volantes no meio contra o cansadíssimo meio-campo xavante - apesar do Makelele correr tanto que pareceu um terceiro atacante. O time do Claudião, abaixo dos 30° da noite de ontem, pedia água antes de acabar o primeiro tempo.

O resultado podia ter sido melhor. Mas bom mesmo foi ver o Jadilson esmirilhando na esquerda, o Adilson fazendo uma ótima partida na primeira posição do meio e o Herrera jogando bem e marcando seu gol.

Outra boa participação foi a do Ortemann: jogou muito bem. Acho que entra na lista do Juarez pra disputar a LA09 - e talvez belisque a vaga do W. Magrão.

Mas o que realmente me impressionou positivamente foi uma re-estréia: a Geral voltou para o seu lugar de origem. Ou pelo menos metade dela.



Sem banda nem bandeiras, um pequeno grupo exibia seus trapos e cantava antigas canções da Geral. Do outro lado, a antiga Geral mantia seu "protesto", ficando de braços cruzados até mesmo na Avalanche.

O resultado disso: um verdadeiro exodo de torcedores foram se aglomerar e alentar como antigamente. Aos poucos, mais e mais gremistas aderiram à mudança e o resultado foi de arrepiar o cabelo da orelha.

A velha Geral se sentiu ameaçada, desmanchou o beicinho e começou a apoiar o time do coração. Do outro lado, a nova Geral (ou poderia dizer "GERAL NÃO REMUNERADA") cantava ainda mais forte.

No terceiro gol, a surpresa: DUAS AVALANCHES NO OLÍMPICO, DUAS TORCIDAS APOIANDO MUITO, UM VERDADEIRO ESPETÁCULO DE APOIO AO IMORTAL.

Eu adorei. E garanto que o time em campo também.

O ideal era ser sempre assim, e de preferência com as duas torcidas entoando os mesmos hinos ao mesmo tempo.

Agora basta ver se nenhum idiotinha de plantão vai querer puxar briga e acabar com este que pode ser o mais novo reforço do imortal rumo ao TRI.