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quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Cancha e o Grêmio

Corroborando com o que temos discutido, e como o Snel bem sublinhou nos comentários do post abaixo, por curiosidade, fui dar uma olhadinha nos plantéis de 83 e 95 do tricolor. O time campeão de 1983 tinha dois campeões da LA no time titular: Tita, campeão no Flamengo em 1981 e bi-campeão brasileiro (80-82) e De León, campeão em 80 com o Nacional e bi-campeão uruguaio (77 e 80), sendo que os dois foram campeões mundiais antes de vir para cá.

O time campeão de 1995 tinha um campeão da LA no plantel: Dinho, bi-campeão da LA com o São Paulo e campeão Brasileiro em 87. Além dele, Arce, que jogou a Copa de 1992 como titular e tinha já dois títulos nacionais no Paraguai, e Adílson, campeão de duas Super-Copas em 91 e 92 com o Cruzeiro. Dinho e Goiano foram campeões mundiais antes de jogar no Grêmio.

O Grêmio desse ano tem o Rochemback, no máximo, como modelo de jogador tarimbado, com experiência em grandes jogos internacionais. Nenhum campeão de Libertadores. O campeão mundial do plantel é um porra loca e o bi-campeão brasileiro está numa fase tão ruim que pode ser chamada de fezes. Ou seja, sendo campeões esse ano, faremos algo inédito: ganhar sem nenhum campeão de Libertadores jogando.

Falta cancha para esse tricolor. E isso não é culpa do Renato.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Por que o pânico?

Só uma palavra pode definir o que tenho visto entre os torcedores gremistas: Pânico. O recalque de quase uma década agora desfila pela internet, pelos comentários, pela descrença generalizada. Não estou aqui para dizer que está todo o mundo errado, mas alguns comentários estão mais difíceis de engolir do que os últimos resultados do Grêmio.

Estava no Olímpico ontem e sabe o que eu vi? Um dos melhores jogos do Grêmio no ano. Mesmo tomando dois gols e perdendo em casa. Ninguém percebeu ainda que enfrentamos de igual para igual o melhor adversário que tivemos em 2011? Que esse time é forte na marcação, usou bem o juiz que deixava o jogo correr e era muito inteligente para ficar com a bola usando só um toque? É difícil de ganhar disso, mesmo em onze contra onze. Mas o desespero que assolou os jogadores no fim do jogo, mais uma vez ajudado pela torcida, fez com que o resultado fosse o pior possível. Com calma e jogando bola, sem desestruturar o sistema, as coisas seriam outras.

Era um empate, com um a menos. Para que se jogar para cima? Qualquer empate acima de um gol dava a vaga fora. Faltou inteligência ao Renato (e para a torcida) para ver isso no jogo. Meter um monte de atacantes depois do gol de empate foi burrice contra um time que é ótimo no contra-ataque. O jogo foi aberto, tivemos chances, mas, pela ausência do Borges, muitas bolas pingavam na frente do gol e ninguém botava para dentro. O Douglas fez a melhor partida dele pelo Grêmio. Tivemos muitos aspectos positivos além dos negativos. Tem que lembrar disso também.

Temos o que melhorar? Certo que sim. O Grêmio do Renato não bate. Sem bater, sem chegar junto, não rouba a bola. Então tem que ficar com ela. E não é com três volantes que se faz isso. O Neuton não podia fazer a sobra; essa função era bem desempenhada pelo Marques no ano passado. Por que dar para ele a função do bote? O Gílson é ruim. Por que insistir? Faltava alguém para fechar o ataque com o Leandro. Por que não entrar com um meia agudo no segundo tempo ao invés de um atacante? O Renato é teimoso e o time só foi arrumado no ano passado em função de uma série de contusões e acasos. Não precisamos de um milagre para fazer dois gols nesse time fora de casa. Temos bola para isso. Mesmo sem o tal "espírito copeiro", podemos ganhar na bola desse time. Desde que o nosso treinador deixe de lado algumas das suas teimosias.

E mais uma coisa que me irrita: Odone, se tu não concorda com o Renato, para de encher o saco e manda ele para a rua. Seja homem. Perder a próxima eleição tem que ser a última das tuas preocupações. Dar letrinha em rádio é coisa de guri de merda. Nenhum presidente que se preza fala mal de seu treinador no rádio.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Devaneios do começo do recesso

1 - Quem não faz, leva.


2 - Que tem que ter seriedade, SEMPRE, seja na zaga, no meio e no ataque.

3 - Que William é um lixo humano, mas quem o escala é o culpado disso, SEMPRE.

4 - Bruno Colapso, como bem falou o Minwer, é outra NABA, e o pior, ainda dá aquela mãozinha amiga pro adversário. Aí é dose.

5 - Hugo, mesmo fazendo gols e nos ajudando, ainda morre de amores pelo SPFC? Veja as declarações infelizes dele após o jogo. Ora, vai pra PUTA QUE TE O PARIU.

6 - Perder um jogo, que tava na FEIÇÃO, por pura burrice dos avantes, mostra o quão somos dependentes do The Jonas Borges. E não há reservas à altura. E ontem, ao invés de sair o BATORATION, o Silas dá mais uma prova do BRUXISMO EXACERBADO e retira Roberson, que vinha, dentro de sua limitação, aproveitando e sendo muito mais perigoso na frente que o dito cujo.

7 - Torcida do IMORTAL mostrando que manda naquela pocilga. Só se ouvia Grêmio. Também pudera, o jogo rivaliza com outro evento muito importante do calendário de eventos Sãopaulino, a Parada Gay.
Nada contra essas manifestações, mas que é muito engraçada a coincidência entre parada gay e a Bambineira vazia, É.

8 - Parada da Copa. Ainda bem. Agora os 12 jogadores que estão afastados por problemas clínicos e suspensos voltam. E volta pra reserva, Batoré. Aliás, volta pro Avaí, seu pestilento.

9 - Copa do Mundo, vai torcer pra quem vivente?

10 - Nº 10 só pra chegar no dez, mesmo. Nada pra acrescentar.

11 - Onze é o número de pontos que poderíamos ter chegado não fosse a desastrosa partida de ontem.

12 - Nº de jogadores que estão fora e voltam. Tu também podes ler essa frase como TE FODE, BATORÉ e TE FODE, BRUNO COLAPSO.

13 - Zagallo.

14 - Há de se saudar que o Grêmio teve uma boa atuação. Mas convenhamos que o Grêmio anda FACEIRO por demas. Já cansei de bater nessa tecla, mas até que continue essa SANGRIA desenfreada na defesa eu vou continuar com o berreiro.

15 - Não sei mais o que escrever.

16 - NÚMERO MÍSTICO.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Constatações, 2010 e aprendendo com os erros

Começo de ano, ou o que não fazer:

Enfim, e até que enfim, chega o final do ano. Um ano que começava promissor, afinal, estávamos novamente numa Libertadores, nossa eterna namorada (apesar das traições dela, mais especificamente uma zoofilia fugaz). Um time montado meio que à rodo e pelas disponibilidades do mercado, contando com medalhões que não vingaram e se foram como meros coadjuvantes, tais como Jadílson, Herrera (apesar do Orellano ainda merecer meu respeito, mesmo que o futebol dele é amador, pra não dizer infantil), entre outros. Outros nomes também foram contratados, e até hoje não faço a mínima idéia de COMO APARECERAM no Olímpico, caso de Fábio Ferreira, Fábio Rochemback. Os empresários devem realmente ser muito bons.

Um ano que começava com uma ressaca de algo que não aconteceu como planejado. Acabamos perdendo o título do BR08 por pura inabilidade nossa, e só pra manter a escrita de total falta de sorte e a mais que provada incompetência de Celso Roth pra ganhar qualquer coisa (vide seu trabalho no Patético-MG).

Após a total e exarcebada, cantada aos quatro ventos, falta de planejamento, que afundou o time no Ruralito, onde desde o começo deveríamos ter vindo com os juvenis, e fomos com titulares em partidas que não valiam cebolas e com reservas em outras decisivas, o Grêmio teve de agir fazendo uma coisa que deveria ter feito no começo do ano, mandar o Celso passear. Bom, aí foi a glória e o inferno em questão de dias. Marcelo Rospide recebe a incumbência de levar o time adiante, fazendo um trabalho BRILHANTE até a chegado do infortunado.

A chegada do salvador, ou como cagar tudo:


Paulo Autuori chegou como o salvador da Pátria Tricolor. Sua fala rebuscada, seus "conceitos" de futebol, seu bom-mocismo, aliada a sua educação de fidalgo inglês conquistaram à todos. Porém, seus resultados em campo foram os piores possíveis. De time invicto, de melhor campanha na Libertadores, fomos as semifinales contra o Cruzeiro após passar pelo "poderoso" Caracas FC, timeco de um país onde o Baseball é o primeiro esporte, o basquete o segundo, e o futebol empata com o pebolim como 5ª opção de lazer, com dois HERÓICOS empates. Aposto as duas araras que tenho na carteira que o time treinado pelo Rospide tinha feito no mínimo 3x0 lá.

Defenestrados da LA'09 na semi, tendo perdido de forma BIZONHA em BH, fomos com tudo para o Brasileirão. Lá chegando, os problemas se repetiam e a história zombava da nossa cara. Nunca, na história deste país, um time teve campanha de campeão em casa e de rebaixado fora. É um vergonha, uma afronta a história centenária deste clube o que Paulo Autuori fez nos jogos fora de casa. Acabamos terminando o campeonato com apenas UMA VITÓRIA fora, e contra um time rebaixado que não merece nem a série D. Buenas, o que passou, passou. Mas que sirva de lição.

O maracanazzo ao inverso, ou te fode macaco:

Então que a tabela nos prega um dos maiores sustos dos últimos tempos, quase uma prévia do apocalipse. Durante uma semana, acusaram o Grêmio, tentaram, por todas as maneiras condicionar o jogo, a torcida e comprar a mídia com idéias estapafúrdias, simiescas e sem total fundamento. Apelaram até para coisas que, notoriamente e sistematicamente, esses bononos que trajam vermelho sempre negaram do nosso time: nossa imortalidade (que em suas cabeças primatas não sabem o que significa), raça e a vontade de sempre jogar a morir, para que não entregássemos o jogo. Por Dios, quem eles queriam enganar? Somente a eles mesmos, pra mascarar suas derrotas, sua sina maldita de ser um time eternamente ligado a uma data, tal qual o cometa Halley, reféns da esfínge que construíram.

Ora bolas, o que o Grêmio Football Portoalegrense tinha a ver com a total falta de competência e burrice simiesca? Definitivamente, nada. Portanto, fomos ao Rio pra passear. O problema é que a criançada quis mostrar serviço, quis mostrar pra direção o quanto eles estavam errados durante o ano inteiro tentando, em vão, em apostar em medalhões que não VESTIAM a camisa como alguém criado no clube. Aqueles meninos que foram a campo deram seu recado, nos cagaram todo com a perspectiva que se desenhava no horizonte, mas no final deixaram as coisas acontecer como deveriam. O recado estava dado. E espero que tenham entendido.

2010, o ano da reconquista?

Promissor começo de 2010 com o anúncio do retorno de Paulo Paixão. Creio que a junção de um vencedor NATO, com um cara que quer vencer e precisa vencer pode trazer resultados muito bons pra Azenha em 2010.

Temos duas competições que fazem todo o sentido o Grêmio ganhar. O Ruralito novamente, e por motivos óbvios e de encurtamento de caminho, a Copa do Brasil. Rumo ao Penta.

Sobre os reforços que tem seu nome ventilado, me resta a torcer que dêem certo no Olímpico. Reitero que temos muitos dos reforços pro ano que vem em casa mesmo. Maylson, Mythiuê, Douglas Costa, Roberson, Bruno Collaço. Todos muito promissores. E todos muito GREMISTAS.

Avante, Grêmio Querido.

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Não podia deixar de publicar as fotos abaixo, a realização do sonho de qualquer primata: torcer para o Grêmio. Isso não tem preço.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Constatações, divagações e corneta

O Grêmio fora de casa parece supermercado venezuelano: falta tudo. Falta coragem, falta liderança, falta vontade, falta cojones, falta violência, falta catimba.

O Grêmio dentro de casa tá em crise de fornecimento. Tem alguns itens, mas nunca todos. Tá dando pro gasto, ainda bem, mas só ganhar em casa não basta pra um time grande.

Ontem, mais do mesmo. Derrota fora de casa, uma rotina cansativa, pestilenta, grotesca e nababesca de um time sem vergonha, cagado e sem ímpeto.

Douglas Costa me surpreendeu ontem. Jogou bem todo o primeiro tempo. Porém, não foi o suficiente. A bola teimava em não entrar e nossos jogadores teimavam em continuar perdendo gols. Daí pra levar um é um abraço. Dói isso. Dói ver o time jogando como se já tivesse conquistado tudo. Ridículo.

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Vejo hoje na imprensa vermelha que teremos um novo "molde" de grupo. Virão jogadores de mentalidade vencedora. Olha, ao meu ver, isso deveria ser de PRAXE. E não ser visto como novidade. Que dor.

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E os moranguinhos galáticos?! Foram flambados pelo fogão!

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Assisti ao jogo de ontem num bar da Goethe. Alguns colorados desanimados junto, tudo na paz. Mas sempre tem um asno, ou melhor, um macaco insolente que teima em falar alto as asneiras que pensa. Não deu outra, foi convidado a se retirar e ainda quase tomou um telefone na orelha do segurança pra aprender o riscado. Símios.

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Por hoje é só pessoal. Quarta, pegamos a bambizada rainbow no Olímpico. TEMOS que passar a patrola neles pra ter alguma (alguém da torcida ainda tem) esperança por uma vaguinha na LA'10. Oremos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ao G4 e avante, e algumas constatações

Depois da chapuletada que demos no Bêbado, acho que temos condições de, SIM, brigar por uma vaga na LA'10 (nossa eterna obsessão). O time está encaixando com o tempo, assimilando a cultura do Paulo Autuori, mas ainda temos muito que melhorar, principalmente fora de casa.

Ontem, curiosamente, não ouvi cornetas na social. Talvez pelo fato de eu ter acompanhando o jogo ao lado do Tito, atrás do gol da Carlos Barbosa, e ali o clima seja outro. Talvez. A Velha Escola cantou muito, mas ainda é uma voz pequena no Grande Olímpico. Acho que com o tempo vai crescer. A Geral fez uma bela festa também.

E agora, algumas constatações (ou alfinetadas, como queiram):

1 - a macacada vai de time reserva pra Sudamericana'09. E depois querem que eu acredite que eles queriam MUITO aquele troféuzinho, convicção #FAIL.

2 - O Vitória socou o acarajé neles no aterrão sanitário que chamam de estádio, o Barradão. E com direito a dança da Monguinha do Lauro, mais um #FAIL.

3 - 20 de setembro HONRADO no Olímpico. Mais de um ano de invencibilidade na nossa cancha.

4 - Jogo FODA no final de semana contra o Goiás. Mas quero no mínimo um empate.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Tá tudo muito bom, mas...

Vai ter que melhorar muito se quisermos levantar A COPA.

Melhorar a distribuição da bola. Melhorar o passe, e principalmente o aproveitamento das bolas paradas. Escanteios e faltas laterais tem sido batidas, seja pelo Tcheco, Souza ou algum lateral, como se fosse uma faltinha qualquer na intermediária. Porra, falta lateral, ao lado da área pra quem tem uns gigantes na zaga e no ataque é meio gol se for bem aproveitada.

Outra coisa que me preocupa é o fato da fome total de bola que tem o Jonas e muitas vezes o Souza. Isso mostra que temos algum problema de relacionamento dentro do vestiário ou é fome mesmo. Como o falou o Tiago, Jonas passou somente UMA mísera bola para El Tanque. Sendo que muitas vezes ele estava na cara do gol e seria só empurrar pra dentro. Jonas, seja humilde, tu não é craque, é esforçado, mas tu não vai a lugar algum assim.

Ou o time melhora isso ou não vamos passar nas semis. Pois até agora, ainda não fomos testados realmente nesta copa. Eu acredito que vá melhorar. Só espero que não seja tarde.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Constatações IV

• Novamente, um caminhão de gols perdidos.
• Alex Mineiro mais uma vez deixando a desejar. Ok, bom passe pro gol do Jonas, mas e no resto do jogo!?
• Jonas dessa vez conseguiu perder só dois gols no mesmo lance. Tá melhorando.
• Paulo "heinhô, Batista" Brito não acertou nem uma só vez o nome do ótimo e frangueiro arqueiro aymará. Dulcich. Uma hora era Duguit, outras Dulrich, Dutiti. Gênio.
• Tio Roth demorou muito a mexer na equipe. Estavam todos mortos pelos 20, 25 minutos da etapa complementar.
• Maxi e Douglas adoram esquentar banco e ficar aquecendo. Desperdício de material humano.
• Chuva de garrafas. Fazia tempo que não via uma legítima torcida de libertadores.

Deixo o resto pros estimados e controversos leitores do blog.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Constatações II

• Victor entrou em campo ontem?!
• Quem era aquele cidadão usando calças no gol?!
• Réver entrou em campo ou era um sósia que acharam por Santa Cruz.
• Herrera tomou estriquinina antes da partida? Parecia que tava louco por um cartão vermelho.
• Incrível a empatia que o torcedor tem com o Celso Roth, sempre muito saudado e festejado quando aparece.